MOTIONLESS IN WHITE ESTREIAM-SE EM PORTUGAL

A força mais cinematográfica do metal moderno sobe finalmente a um palco nacional durante o primeiro trimestre do próximo ano. Pela primeira vez em solo português, os MOTIONLESS IN WHITE vão atuar na Sala Tejo da MEO Arena, em Lisboa, no dia 7 de Março de 2026, e apresentar um espetáculo que promete marcar a memória dos fãs nacionais com uma experiência sonora e visual arrebatadora. Com uma estética sombria e teatral que atravessa transversalmente os universos do rock/metal industrial, da música pop de contornos góticos e de uma iconografia visual profundamente inspirada pelo cinema de terror, os norte-americanos MOTIONLESS IN WHITE são uma das propostas mais singulares e mais provocadoras do rock pesado contemporâneo. Desde os primeiros passos em Scranton, na Pensilvânia, até à aclamação a nível global, o quinteto liderado pelo carismático Chris Motionless construiu uma base de seguidores fervorosa e muito dedicada, conquistando palcos e audiências um álbum de cada vez. O percurso, por esta altura, é sobejamente impressionante: são já mais de mil milhões de streams e visualizações acumuladas nas principais plataformas digitais, quatro estreias consecutivas no Top 5 das tabelas de vendas ‘Top Hard Rock Albums’ e ‘Top Rock Albums’ da reputada Billboard, e uma sucessão de álbuns que redefinem os limites do som da banda. De «Reincarnate», de 2014, a «Graveyard Shift» e «Disguise», de 2017 e 2019, respetivamente, os MOTIONLESS IN WHITE têm vindo a refinar uma linguagem própria, culminando no aclamado «Scoring The End Of The World», lançado em 2022, que estreou no #12 da Billboard 200. Este último LP, que representou uma maturidade artística e conceptual sem precedentes, inclui o single «Masterpiece», primeiro tema do grupo a atingir o #1 na ‘Active Rock Radio’ norte-americana. Mais do que um simples êxito, a canção simboliza bem o alcance e a relevância dos MOTIONLESS IN WHITE num universo onde a música pesada se cruza com a emoção crua e a ambição visual. Em 2025, os MOTIONLESS IN WHITE entram numa nova fase da sua carreira – mais intensa, mais desafiante e mais monumental que nunca. A digressão europeia de 2026 marca não só a extensão dessa visão como também um momento histórico para todos os fãs portugueses, que finalmente vão testemunhar ao vivo a intensidade de um espetáculo onde o som e a imagem se fundem numa experiência para mais tarde recordar. A formação atual do grupo conta com Chris Motionless na voz, Ricky Olson e Ryan Sitkowski nas guitarras, Justin Morrow no baixo e Vinny Mauro na bateria – um coletivo coeso e explosivo que promete incendiar a Sala Tejo da MEO Arena com uma atuação inesquecível. Com uma estética visual marcada por elementos góticos, cyberpunk e horror, os MOTIONLESS IN WHITE já são mais do que uma banda — são um universo. A figura de Chris Motionless, sempre envolta em mistério e intensidade, tornou-se um ícone para milhares de fãs que veem no grupo não apenas música, mas uma forma de expressão identitária. No primeiro trimestre de 2026, o nosso país vai testemunhar então o fenómeno ao vivo e a cores, com a estreia nacional de uma das forças mais singulares do metal moderno. Para os que seguem os MOTIONLESS IN WHITE há anos, e para todos os curiosos que querem viver uma experiência única, o dia 7 de Março do próximo ano será uma data para marcar já a negro no calendário.
ALL TIME LOW estreiam-se em Portugal

All Time Low tem estreia absoluta em Portugal – 17 de fevereiro no LAV-Lisboa ao Vivo– inserido na sua nova e muito aguardada digressão mundial “Everyone’s Talking!”. Com quase duas décadas de carreira, os norte-americanos All Time Low tornaram-se um verdadeiro fenómeno global do pop punk e do rock alternativo, com uma legião de fãs apaixonados em todo o mundo. A banda soma cinco álbuns consecutivos no Top 10 da Billboard, múltiplas certificações de ouro, platina e multi-platina, e êxitos incontornáveis como “Monsters”, que bateu o recorde de semanas em #1 na Billboard Alternative Airplay Chart. A sua presença é constante nos maiores palcos e programas de televisão do planeta, com atuações marcantes no The Late Late Show with James Corden, Jimmy Kimmel Live!, Ellen ou Good Morning America, para além de festivais como Bonnaroo e Firefly. Este será, sem dúvida, um dos concertos mais mediáticos da temporada e promete uma noite absolutamente memorável, com uma atuação explosiva e um ambiente à altura da estreia de uma das maiores bandas do seu género em território nacional. O cartaz será ainda reforçado por um excelente conjunto de bandas suporte, onde se incluem Mayday Parade e Taylor Acorn elevando ainda mais a experiência do público neste evento absolutamente imperdível.
Mayhem, Marduk e Immolation juntos em Lisboa

No próximo 14 de fevereiro, o LAV – Lisboa ao Vivo recebe a noite mais sombria e devastadora do ano: Mayhem, Marduk e Immolation unem forças na digressão “Death Over Europe”. Com quatro décadas de carreira e um legado inigualável, os noruegueses Mayhem continuam a redefinir os limites do Black Metal. A banda prepara-se para abrir um novo capítulo da sua história, com um futuro álbum a caminho, que será antecipado de forma especial nesta tour. Os fãs terão a primeira oportunidade de experimentar ao vivo o que está para vir – uma promessa de caos e intensidade como só os Mayhem sabem entregar. A acompanhá-los, os suecos Marduk, mestres do Black Metal blasfemo e impiedoso, regressam a Lisboa prontos para espalhar destruição sonora. E, a completar este cartaz de luxo, os lendários norte-americanos Immolation, uma das mais respeitadas forças do Death Metal mundial, garantem um ataque brutal que fará tremer o LAV do início ao fim. Uma noite imperdível, onde três colossos do metal extremo se juntam para celebrar a escuridão em toda a sua glória.
Os UHF no UNDERGROUND

E o que significa isto? Um desafio que está a empolgar a banda, um acto único que fique registado para memória futura. Em 1979, na sequência da edição do EP “Jorge Morreu”, António Sérgio, o radialista guru que todos esperávamos por ouvir quando a noite já era um manto, introdutor das novidades do eixo Manchester/Londres e de uma boa parte do besouro sedeado na Greenwich Village, qualificava o primeiro 3 canções dos UHF de underground português, sem aspas. Descobriu o António ali uma nova linguagem literária e musical, saída da periferia da margem esquerda do Tejo. Dura de realidade e crua de meios. Passa um pouco mais dos 47 anos sobre esse mês de Novembro de 1978, o Ano Um dos UHF. Centenas de quilómetros de cordas de guitarras volvidos, por aqui e por todo o ali, a ‘locomotiva de Almada’, como alguns lhe chamaram no início, vai realizar um concerto único, que é um desafio (outro, que a rotina incomoda), e chamaram-lhe UNDERGROUND-UHF. Mas o que é esta coisa musical? Um repertório virgem, que a banda anda vigorosamente a discutir, e que somará 22 canções nunca antes tocadas ao vivo, ou que, por engano, um dia uma ou outra se ouviu. Aceitando levantar a cortina, ouvimos a Caçada (1979), Concerto (1982), Lisboa Hotel (1993), ou Quero Sair Vivo (deste mundo menor) (2023). Mas será assim? Este é um concerto de UMA SÓ NOITE. Abertura de Portas: 20h30Início do espectáculo: 21h30
AVATAR | “In The Airwaves” passa por Lisboa

AVATAR regressam a Portugal já este mês de Fevereiro com novo espetáculo de proporções épicas, que integra a digressão europeia mais ambiciosa da banda sueca até à data “Esta digressão vai superar tudo o que fizemos antes — não apenas em escala, mas em ambição. É para isso que vivemos, e é o que prometemos.” — Johannes Eckerström, vocalista dos AVATAR Senhoras e senhores, criaturas da noite e amigos do estranho — preparem-se. Os AVATAR estão de volta e, no dia 27 de Fevereiro, prometem transformar o LAV – Lisboa Ao Vivo num palco de caos teatral e exuberância sinistra. A banda sueca regressa a Portugal com os neozelandeses ALIEN WEAPONRY como convidados especiais e com a sua maior produção de sempre, no âmbito de uma colossal tour europeia, que os leva de Estocolmo a Berlim, passando por Londres, Paris, Madrid e, claro, Lisboa.Com o espírito teatral que os distingue e uma produção visual que se antevê arrebatadora, os AVATAR regressam com, literalmente, tudo — e para todos. Um ritual metálico para os que procuram algo além do convencional, algo que desafie os sentidos e abrace o estranho com pompa e circunstância. Johannes Eckerström, o irreverente vocalista e mestre-de-cerimónias da trupe sueca, promete que esta próxima digressão irá redefinir os padrões da banda: “Somos viciados em intensidade! Por mais elogios que tenhamos recebido pelas nossas atuações ao vivo, sentimos que ainda estamos a começar. Esta tour vai superar tudo o que fizemos antes — não apenas em escala, mas em ambição. É para isso que vivemos, e é o que prometemos.”
DEALEMA CELEBRAM TRÊS DÉCADAS DE CARREIRA COM CONCERTO IMPERDÍVEL NO COLISEU PORTO AGEAS

São um dos casos mais sérios de longevidade no hip-hop nacional. Com cinco álbuns e um EP editados, o coletivo composto por Expeão, Fuse, Guze, Maze e Mundo Segundo prepara-se para revisitar a carreira num concerto especial e repleto de surpresas, dia 20 de fevereiro de 2026, no Coliseu Porto Ageas. Nos últimos anos, os Dealema têm continuado a pisar os palcos de Norte a Sul, investido nas suas carreiras a solo, com uma longa lista de títulos editados e colaborações de sucesso. Porém, a efeméride dos 30 anos de carreira da banda levou-os a projetar um espetáculo único, de revisita à sua discografia, com um concerto imperdível. Nas palavras de Mundo Segundo, “achámos que fazia sentido assinalarmos este marco histórico numa sala igualmente mítica da cidade do Porto. O nosso último lançamento foi em 2013 e sentimos uma necessidade sincera de regressar com algo especial tanto para nós como para todos aqueles que nos seguem ao longo destas três últimas décadas”. Os bilhetes estão disponíveis na BOL, bilheteira do Coliseu e locais habituais, e o preço varia entre 25 e 35€.
Coliseu de Lisboa Rendido ao Metal Sinfónico: Charlotte Wessels, Amaranthe e Epica partilham palco

No Coliseu dos Recreios, a noite chuvosa de 1 de Fevereiro reuniu três propostas distintas do universo do metal, mas que acabaram por convergir num espetáculo coeso numa sala bem composta e participativa. Charlotte Wessels, cantora e compositora holandesa deu o pontapé de saída com o seu projeto a solo, num registo mais intimista, mas ainda assim profundamente ligado às raízes do metal sinfónico que a tornaram conhecida como vocalista dos Delain. A voz mantém a clareza e o alcance que lhe é reconhecida, mas agora revela uma maior maturidade e uma densidade emocional que assenta bem nas novas canções de «The Obsession». Apesar do tempo relativamente curto em palco, a atuação foi intensa, com a guitarra expressiva de Timo Somers a dar o mote e um final épico com «The Exorcism», deixando a sensação de que esta fase pós‑Delain é tudo menos um apêndice na carreira da cantora. Seguiu-se Amaranthe, banda sueca formada em Gotemburg em 2008 e que fazia a sua estreia em terras alfacinhas. Os Amaranthe trouxeram a vertente mais moderna e eletrónica da noite, com o seu “Massive Modern Metal”, como eles mesmos se identificam . A energia da atuação foi evidente, com a banda a envolver a plateia em ritmos vibrantes e dinâmicos que exploraram tanto os êxitos mais conhecidos quanto os temas do seu mais recente álbum. A banda, construiu a sua identidade em torno da fusão entre guitarras pesadas, elementos eletrónicos e três vozes distintas. O contraste entre o registo limpo de Nils Molin, a versatilidade de Elize Ryd e os rugidos de Mikael Sehlin criou uma dinâmica imparável capaz de fazer o público saltar e cantar. Temas como “Digital World” ou “Drop Dead Cynical” transformaram o Coliseu numa pista de dança de metal. Era impossível ficar indiferente à energia transbordante de Elize, que domina o palco como poucos, reforçando a imagem do grupo como uma força imparável do metal contemporâneo, com milhões de streams e centenas de milhares de discos vendidos a sustentarem essa posição. No encerramento da noite, Epica, banda holandesa formada em 2002, apresentou nesta Arcane Dimensions Tour um set que combinou a grandiosidade do metal sinfónico com uma produção de palco impressionante. Um espetáculo visualmente ambicioso e conceptual, transformando o palco num cenário quase futurista, saturado de luzes, projeções e detalhes cénicos. A abertura com uma figura mascarada a apelar ao “larga o telemóvel e vive o momento” preparou o terreno para «Apparition», que entrou logo com grande impacto, e mostrou uma banda segura do seu novo capítulo com o álbum «Aspiral». Simone Simons, que continua a ser uma das vozes mais sublimes do género, surgiu envolta em véus e sombras, num posicionamento elevado que reforçou a dimensão teatral do concerto. Um dos instantes mais fortes da noite aconteceu quando Charlotte Wessels voltou ao palco para um dueto intenso com Simone Simons, durante «Sirens – Of Blood And Water», com ambas recortadas em silhueta contra um cenário de nevoeiro e luzes minimalistas Foi uma noite sem pontos mortos. Do intimismo progressivo de Charlotte à euforia futurista dos Amaranthe, culminando no poderio sinfónico dos Epica, o público de Lisboa saiu do Coliseu satisfeito com o que viu e ouviu. O contraste entre o lado mais moderno de Amaranthe, o metal sinfónico majestoso dos Epica e a introspeção emocional de Charlotte Wessels acabou por funcionar em pleno, oferecendo ao público lisboeta uma noite diversa, mas unida por um fio comum: grandes vozes, produção cuidada e canções pensadas para soar ainda maiores ao vivo. Fotos: Jorge Pereira / Imagem do Som
BIFFY CLYRO

The Futique Tour em Lisboa Os Biffy Clyro e a sua digressão “The Futique Tour” têm passagem em Portugal, no Sagres Campo Pequeno a 5 de fevereiro. Considerada uma das bandas de rock mais bem-sucedidas do Reino Unido, com três álbuns que alcançaram o nº1 no top britânico e inúmeras atuações como cabeças de cartaz em festivais emblemáticos, os Biffy Clyro vem apresentar o novo álbum junto dos fãs portugueses. Futique, com edição prevista para 26 de setembro, tem já o avanço do mais recente single da banda, “A Little Love”, que se estreou como Hottest Record in the World na BBC Radio One. Depois de atuações muito aclamadas como cabeças de cartaz do TRNSMT Festival deste ano e no Palco Pyramid do Glastonbury Festival, a banda recebeu elogios da crítica: o The Guardian descreveu-os como “um lembrete absolutamente triunfante de que… têm um alinhamento de êxitos formidável quando é preciso”, enquanto a Kerrang! afirmou tratar-se de “uma masterclass de alegria e profissionalismo, com todos os elementos afinados ao pormenor”. Para celebrar o lançamento do seu anterior álbum – o nº1 britânico A Celebration of Endings –, os Biffy Clyro apresentaram o disco na íntegra num livestream inovador a partir da Barrowland Ballroom, em Glasgow, em 2020. Esta atuação valeu-lhes o prémio de Melhor Entretenimento nos BAFTA Scotland Awards. Ao longo da carreira, os Biffy Clyro somaram inúmeros prémios, incluindo: quatro NME Awards (2x Melhor Banda Britânica, Melhor Banda ao Vivo e Melhor Videoclipe), cinco Kerrang! Awards (2x Melhor Banda Britânica, Compositores Clássicos, Melhor Álbum e Melhor Videoclipe) e dois Q Awards (Melhor Banda ao Vivo e Melhor Álbum). Foram ainda nomeados para três BRIT Awards (todos na categoria de Melhor Grupo Britânico, a mais recente em 2021) e para o Mercury Prize.
Alter Bridge ao vivo em Lisboa

O novo álbum autointitulado dos Alter Bridge já está disponível em todas as plataformas digitais e lojas físicas lnk.to/AB-AlterBridge Dia 10 de Fevereiro, os norte-americanos atuam no Sagres Campo Pequeno e podes garantir o teu bilhete em primeartists.eu e nos locais habituais.
O concerto de Jinjer, no próximo dia 06 de Fevereiro, no LAV – Lisboa ao Vivo, encontra-se esgotado!!

A “European Duél Tour 2026” conta ainda com a presença de Unprocessed e Textures como convidados especiais e promete ser uma noite memorável!!