XI ROCK IN RIO LISBOA – DIA II

Muito pó, poucos comboios, vestígios de brindes e um Palco Bacana Play Digital meioque desértico. Este podia ser um resumo fiel do segundo de XI Rock in Rio Lisboa. Felizmente, houve um pouco mais que isso. Sam The Kid com a Orquestra M.I.R.I.A.M.& Convidados foi um real reavivamento das parcerias que aconteciam no Palco Sunsetnos tempos da Bela Vista. Um mar de gente (talentosa) dentro e fora de palco. No Palco Mundo, os Pretty Reckless exibiram com categoria o seu catálogo de cançõesde rock pesado com solos de guitarra exuberantes. No palco atrás, os Sepultura, de regresso ao festival 14 anos depois tal como os KaiserChiefs, despediram-se do seu público português, sendo fiéis a si próprios. A meio doespectáculo receberam como convidados Sonny Sandoval e Zachary Christopher dosP.O.D. perante um público que, lentamente, como a dispersar rumo ao Palco Mundopara receber os Linkin Park. Esta é outra situação que a organização deve reflectir eresolver no futuro: para quê um palco secundário com capacidade para 60 mil pessoasse este nunca chega a lotar por estar sempre e sempre condicionado aos horários dosconcertos no Palco Mundo? Por fim o tão aguardado regresso dos Linkin Park a Portugal. Muito se pode debater ediscutir sobre a pertinência deste regresso sem a sua principal figura, o malogradovocalista Chester Bennington. Mas o facto é que, se o maior e melhor vocalista e frontman de todos os tempos pôde ser substituído – então qualquer um o pode ser, dentrode uma certa razoabilidade e respeito. E dentro desse espectro, Emily Armstrongcumpre com distinção. O seu sucesso do novo trabalho do grupo, “From Zero”, atestaisso mesmo. No final das contas, a continuidade dos Linkin Park é manter o legado deChester vivo. E ouvir temas como ‘Numb’, ‘In The End’ ou ‘Faint’ a serem cantados porum coro de cerca de 90 mil pessoas é sempre agradável-memorável. Fotos: Jorge Pereira/Imagem do Som Como já vem sendo tradição de edições anteriores, o DJ Diego Miranda tratou deencerrar o recinto, desta feita no que ao segundo dia da XI edição diz respeito. Texto de Diogo Santos.

XI ROCK IN RIO LISBOA – DIA I

A edição XI do Rock in Rio iniciou-se na certeza de que, infeliz e tristemente, seria aprimeira edição a não contemplar qualquer artista ou banda portuguesa no PalcoMundo. Com lotação há muito lotada, os Calema abriram as hostilidades do Palco Mundo. Se éverdade que os irmãos Fradique alcançaram o sucesso por mérito próprio, também éverdade que terem alguns grandes sucessos radiofónicos não significa que um públicofestivaleiro e internacional os queira ver. Nem tão pouco que esses sucessosradiofónicos funcionem num festival como o Rock In Rio Lisboa. Pois, de facto, foi dasaberturas menos aclamadas-memoráveis do festival. Na primeira edição sem Ivete Sangalo no Palco Mundo, a representação brasileiraesteve a cargo de Pedro Sampaio. Em termos musicais, pouco ou nada há a discutirpois está-se perante um DJ set. Mas a envolvência que Pedro Sampaio consegue com opúblico é autêntica e vende os bilhetes que, talvez, Ivete Sangalo actualmente nãovenda no contexto deste festival. De seguida, Nena subiu ao Palco no Music Valley. Contrariamente ao ensaio de sommatinal, a cantora portuguesa mostrou-se extraordinariamente nervosa, nãoconseguindo expulsar tal estado-de-espírito ao longo dos 45 minutos de actuação. Ofacto de actuar ao entardecer, e por consequência, à hora em que o público foi jantar,não ajudou. Ainda assim, houve tempo e espaço para Nena mostrar que ‘E Se’, é, delonge, a música mais completa, rica e bela do seu repertório, apesar do público quasea desprezar. E, ainda, para Carolina de Deus subir de forma fugaz ao palco. Falando em mulheres portuguesas talentosas, o terceiro palco do Rock In Rio Lisboarevelou-se demasiado pequeno para o talento, irreverência e paixão que BárbaraBandeira deposita no que faz. Num autêntico desfilar de singles, há que destacar ofacto de, cerca de dez anos depois de ter pisado um palco neste festival pela primeiravez, a artista consiga construir um alinhamento que a audiência praticamente conheçado início ao fim. E, claro está, o regresso especial de ‘Larga-me Essas’, o single viral daadolescência de Bárbara Bandeira que há muito deixou de constar dos seusespectáculos. Para fechar a noite, Katy Perry regressou a um palco onde havia sido feliz em 2018.Tinha como missão superar a profundidade e comoção que Charlie Puth havia aligerado minutos antes. A artista norte-americana começou a todo o gás, apresentando a consequênciaavassaladora de ‘Californian Gurls’, ‘Teenage Dream’ e ‘Last Friday Night (T.G.I.F.)’ –todas em versões encurtadas. No entanto, o seu novo espectáculo também se reveloumeio desequilibrado e até musicalmente destruturado em alguns dos seus temas maisconhecidos – o refrão de ‘Hot N Cold’ não fez jus, nem de perto nem de longe, aopoder e força que a música, na sua versão original, tem. Um pouco à semelhança doque aconteceu com Camila Cabello na edição de 2024. A diferença entre as duassituações é somente única: experiência. E isso Katy Perry tem para dar e vender.Especialmente na forma de chegar e falar com o público, mesmo que seja através demensagens e ideologias que a sua carreira não corrobora em pleno. Fotos: Jorge Pereira/Imagem do Som A actuação terminou com ‘Fireworks’ onde houve tudo menos… fogo-de-artifício. Alokencerrou as portas do festival com um DJ set neste primeiro dia da XI edição. Texto de Diogo Santos.

Cidade do Rock apresentada à imprensa

O Rock In Rio abriu as portas à comunicação social para dar a conhecer os bastidores e algumas das novidades preparadas para a sua maior edição de sempre em Lisboa. O evento decorreu na passada 5ª feira no Parque Tejo e contou com a presença, entre outras individualidades, de Roberta Medina e Carlos Moedas que destacaram a importância do Rock In Rio na projeção internacional de Lisboa. Portanto quase tudo a postos para o evento que decorre nos dias 20, 21, 27 e 28 de Junho.

Os lendários Scorpions regressam a Portugal

Os lendários Scorpions estão de volta com a Coming Home 2026 Tour, com passagem por Portugal no dia 8 de julho, na MEO Arena.  Com uma carreira que atravessa mais de seis décadas, os Scorpions continuam a ser um dos maiores nomes do rock mundial. Tudo começou nas ruas de Hannover, quando os jovens Klaus Meine, Rudolf Schenker e Matthias Jabs carregavam instrumentos e amplificadores num simples carrinho de mão, numa cidade que despertava lentamente do pós-guerra. Desde então, tornaram-se uma referência incontornável no panorama musical internacional.Ao longo dos anos, inúmeras bandas de renome — como Smashing Pumpkins, Green Day, Korn, System Of A Down ou Queensrÿche — prestaram homenagem ao grupo alemão com versões de temas icónicos. Só “Rock You Like a Hurricane” foi interpretado por mais de 150 artistas diferentes, atestando o impacto global da banda.Considerados a banda de rock número 1 da Alemanha, os Scorpions acumulam até hoje mais de 120 milhões de discos vendidos, mais de 5000 concertos realizados e uma coleção de clássicos que continuam a marcar gerações.A banda tem assim encontro marcado com o público Português no dia 8 de julho na MEO Arena.

IRON MAIDEN em Lisboa

A “Run For Your Lives World Tour 2026” dos lendários IRON MAIDEN está cada vez mais próxima de Portugal. Dia 07 de Julho, no Estádio da Luz, os gigantes do hevay metal vão dar o maior concerto da sua carreira no nosso país. A primeira parte do espetáculo ficará a cargo dos norte-americanos ANTHRAX.

O EVILLIVE FESTIVAL REGRESSA À MEO ARENA A 5 DE JULHO DE 2026 COM UM CARTAZ DEMOLIDOR

A edição de 2026 do EVILLIVE FESTIVAL apresenta um cartaz concentrado, com MARILYN MANSON, MEGADETH e MASTODON entre outros. O EVILLIVE FESTIVAL regressa a Lisboa a 5 de Julho de 2026, retornando ao local e ao formato que moldou a identidade do evento e consolidou a sua reputação: uma experiência concentrada e tecnicamente irrepreensível. Depois de uma edição histórica — três dias no Estádio do Restelo, em 2025, encabeçados pelos JUDAS PRIEST, KORN e SLIPKNOT — o EVILLIVE regressa à MEO Arena para uma edição especial de um único dia, desenhada para oferecer intensidade máxima e, claro, a qualidade que sempre definiu o festival. Para 2026, a organização revela agora os primeiros quatro nomes confirmados de um cartaz que será composto exclusivamente por artistas de enorme peso internacional. Entre eles destaca-se desde logo a presença do incontornável MARILYN MANSON, figura central do rock industrial, MEGADETH na sua turnê de despedida e também os MASTODON nome de referência da New Wave of American Heavy Metal. Estarão também em palco os CONVERGE, THE GATHERING e IMMINENCE. Bilhetes ainda disponíveis em primeartists.eu e nos locais habituais.

Evil Live está aí e começa com um “warm up”

Entramos em contagem decrescente para o WARM-UP do Evil Live Festival e falta menos de um mês para uma noite de concertos que assinala o arranque oficial da edição deste ano Dia 04 de Julho, na Sala Tejo da MEO Arena, um cartaz que reúne TRIVIUM e CAVALERA, dois nomes de enorme destaque na música pesada contemporânea, e os OKKULTIST, uma das propostas emergentes mais aplaudidos dos últimos anos na cena de peso nacional. Ainda há bilhetes à venda em primeartists.eu e nos locais habituais.

LX EXTREME – “Death Fest”

O LX Extreme regressa já em junho com a edição “Death fest”. O evento terá lugar no RCA Club, em Lisboa, apresentando-se num formato alargado de dois dias consecutivos 12 e 13 de junho. No primeiro dia, os KRISIUN assumem o papel de cabeças de cartaz, reconhecidos como verdadeiros embaixadores do death metal brasileiro, são uma das forças mais respeitadas do gênero a nível mundial. A eles juntam-se as bandas portuguesas UNDERSAVE, TVMVLO e SKINNING. O segundo dia do festival contará com as brasileiras CRYPTA como cabeças de cartaz, reconhecidas pela sua abordagem feroz e pelo rigor técnico que define a sua identidade criativa, as CRYPTA têm vindo a afirmar-se como um dos nomes mais relevantes da nova geração do death metal mundial. A elas juntam-se as bandas portuguesas DESTROYERS OF ALL, CRUCIVORE e LAST PISS BEFORE DEATH. Os bilhetes diários encontram-se já disponíveis pelo valor de 25€, enquanto o passe para os dois dias, em quantidade limitada, está disponível por 45€.

ROCK IN RIO LISBOA APRESENTOU OFICIALMENTE A SUA MAIOR OPERAÇÃO DE MOBILIDADE DE SEMPRE, COM A CARRIS COMO PARCEIRO OFICIAL DO FESTIVAL

O Rock in Rio Lisboa apresentou hoje oficialmente aquela que será a maior operação de mobilidade na história do festival em Portugal. Numa edição que se prevê ser a maior de sempre, e em conjunto com a CARRIS, Parceiro Oficial de Mobilidade, e mais dez parceiros, entre os quais Carris Metropolitana, CP, Fertagus, FlixBus, Grupo Barraqueiro, Metro de Lisboa, Rede Expressos, Telpark, Transportes Metropolitanos de Lisboa e Transtejo Soflusa, a operação será reforçada com várias opções de deslocação capazes de atender às principais necessidades do público. A partir de agora, será possível consultar a App Oficial do Rock In Rio Lisboa – disponível na App Store e Google Play Store – que permite acompanhar todas as novidades do festival e preparar a sua experiência de forma simples, personalizada e mais tecnológica do que nunca. Através da App, os utilizadores poderão consultar os horários dos concertos, criar uma agenda personalizada, agendar as viagens na Roda Gigante e no Slide, explorar o mapa da Cidade do Rock e aceder a informações úteis sobre mobilidade, acessibilidade, experiências e serviços disponíveis no recinto. Nesta edição, a App Oficial do Rock in Rio Lisboa será também um dos pontos de contacto com a Smart City of Rock 2026, iniciativa desenvolvida em parceria com a Liquid Innovation Co. e que se assume-se como uma ferramenta essencial para viver a experiência do festival ao máximo e acompanhar todas as novidades desta edição. Nos dias 20, 21, 27 e 28 de junho, o trânsito nas imediações da Cidade do Rock estará fortemente condicionado pela PSP, com circulação reservada exclusivamente a moradores e lojistas, pelo que é recomendada a deslocação através de transportes públicos e do Shuttle CARRIS, que parte da Gare do Oriente, em direção à Estação da Cidade do Rock. Quer venha do Norte, do Centro ou do Sul, o Rock in Rio Lisboa preparou um Plano de Mobilidade para a 11ª edição do festival, que vai ajudar todos aqueles que queiram chegar à Cidade do Rock, com opções de transportes e horários alargados, para viver a melhor experiência de sempre, sem pressas, trânsito ou preocupações em estacionar. Esta é a melhor forma de garantir que todos os visitantes cheguem com todo o conforto e a horas de assistir aos concertos dos seus artistas preferidos! Com o objetivo de diminuir os constrangimentos de circulação verificados na 10ª edição do Rock in Rio Lisboa, e facilitar a circulação viária no decurso do evento, a organização do Rock in Rio Lisboa colaborou com a Câmara Municipal de Lisboa, Junta de Freguesia do Parque das Nações, Câmara Municipal de Loures, Junta de Freguesia de Loures e PSP-DT para efetuar alterações de trânsito durante os dias de evento, com a implementação de fortes restrições à circulação de entrada na zona Norte da freguesia do Parque das Nações, designadamente nas artérias adjacentes ao Parque Papa Francisco, e na Urbanização Real Forte, em Sacavém, durante os dias de festival. No interior da Cidade do Rock, estarão disponíveis, mediante disponibilidade, cadeiras de rodas, tanto manuais como motorizadas, bem como outros produtos de apoio através do parceiro TotalMobility, com o objetivo de facilitar a deslocação de pessoas com mobilidade condicionada entre as diferentes áreas do recinto. A entrada dedicada ao público com mobilidade condicionada será efetuada através do Welcome Center, devidamente preparado para garantir um acesso cómodo e assistido.