Os FM estão em digressão e vão passar novamente por Portugal

Os britânicos FM estão de volta a Portugal para celebrar os 40 anos do disco Indiscreet. Um clássico que vai ser tocado na integra no concerto no LAV.Formados no verão de 1984 pelos irmãos Overland, o baterista Pete Jupp o baixista Merv Goldsworthy e o teclista Didge Digital, os FM são uma referência mundial do AOR/Rock Melódico. Os discos Indiscreet e Tough it Out estão sempre nas listas dos melhores de sempre deste género musical.Mas não só, o vocalista Steve Overland aparece com assiduidade na restrita lista de algumas das melhores revistas da especialidade como um dos melhores e mais carismáticos vocalistas de Rock das últimas décadas.Uma curiosidade: o tema That girl escrita pelos FM e que aparece no disco Indiscreet tem uma versão gravada pelos gigantes Iron Maiden.Um concerto a não perder!
H.E.A.T. de novo em Portugal

Depois de terem esgotado o concerto de Lisboa em 2023 os suecos H.E.A.T estão de volta a Portugal.A banda que é mundialmente reconhecida por misturar na perfeição o Hard Rock melódico inspirado nas grandes bandas do género dos anos 80, com actuações explosivas ao vivo traz na bagagem o mais recente trabalho – Welcome to the Future.Este oitavo disco de originais da banda, que para muitos críticos é o seu melhor registo de sempre e que permitiu atingir o Top nos Charts de Hard Rock e Metal em países como Itália, Finlândia, Suíça Austrália e Alemanha conta com temas como Disaster, Bad Time for love e Running to you.Desta vez a banda liderada pelo carismático vocalista Kenny Leckremo actuará no Hard Club na cidade do Porto dia 8 e dois dias mais tarde no LAV em Lisboa e traz os espanhóis Hitten como artistas convidados.O Rock dos H.E.A.T já chegou ao Futuro e estes dois concertos em solo português vão seguramente provar o porquê dos suecos serem um dos expoentes máximos do Hard Rock melódico da actualidade.
GBH em concerto único em Lisboa

Esta semana temos GBH um dos nomes mais importantes e carismáticos da cena Punk Inglesa. Estabelecidos no final dos anos 70, desde cedo se tornaram uma influencia em várias áreas da musica extrema. Mais de 40 anos depois continuam na estrada e com eles trazem os rock n rollers Deaf Devils. A data unica em solo nacional acontece no RCA CLUB em Lisboa, no dia 7 de Março. ABERTURA DE PORTAS – 21 horas INICIO – 21h30m FINAL PREVISTO – 00h Give Me Fire… Like It Or Not!
SUEDE

Antidepressants: Dancing with the Europeans Os Suede anunciam a “Antidepressants: Dancing With The Europeans Tour” para 2026. A digressão leva pela primeira vez aos palcos o décimo álbum de estúdio, Antidepressants, com passagem na Super Bock Arena – Pavilhão Rosa Mota a 19 de março e no Sagres Campo Pequeno a 20 de março de 2026. Antidepressants, editado a 5 de setembro, foi aclamado pela crítica: a MOJO atribuiu cinco estrelas descrevendo-o como “um disco desafiador, que desafia a morte – tanto viagem de alegria como memento mori”. A Uncut considerou-o “o álbum mais intoxicante e descontrolado desde Coming Up”, a Record Collector descreveu-o como “entusiasmante e emocionante” e a Classic Pop elogiou um regresso “intensamente energético”. O single atual, “Dancing With The Europeans”, foi apontado como “eufórico” pela NME, enquanto que o single “Trance State” foi destacado por ter “um sentido de direção impressionante”, segundo o The Times. O anúncio surge após a procura fenomenal para ver os Suede ao vivo. A programação especial “Suede Takeover”, realizado em diferentes espaços do Southbank Centre, em Londres, durante agosto e setembro de 2025, esgotou por completo as seis datas. Nesta nova digressão, a banda apresenta, pela primeira vez, Antidepressants ao vivo num espetáculo imersivo e intimista, revisita o documentário The Insatiable Ones com debate ao vivo, atua com convidados especiais e encerra com o seu primeiro concerto orquestral em colaboração com a Paraorchestra. Desde o lançamento de Autofiction (2022) – o seu álbum mais bem classificado em 20 anos (#2 no UK Albums Chart) – os Suede têm tocado para as maiores audiências da sua carreira em mais de 14 países. Descritos pelo London Evening Standard como “o ato ao vivo mais visceral do planeta”, regressam agora com Antidepressants, um disco que, segundo Brett Anderson, “é música para pessoas sofridas”.
THE BATELEURS confirmados como banda de suporte das DEA MATRONA em Lisboa

A 8 de Março, a República da Música será palco do encontro entre a afirmação internacional das DEA MATRONA e a consistência crescente dos portugueses THE BATELEURS. A dupla irlandesa DEA MATRONA sobe ao palco da República da Música, em Lisboa, no próximo dia 8 de Março, para apresentar o seu álbum de estreia «For Your Sins», e fá-lo-á acompanhada pelos portugueses THE BATELEURS, que asseguram a abertura de uma noite que promete afirmar a nova geração do rock europeu, feito de riffs muito diretos, de harmonias bem trabalhadas e de uma atitude que combina irreverência com elegância. O público português teve recentemente a oportunidade de descobrir o carisma e a força do duo quando Mollie McGinn e Orlaith Forsythe subiram ao palco do LAV – Lisboa Ao Vivo, em Outubro. A receção calorosa confirmou o potencial da banda em território nacional e abriu caminho para este regresso em nome próprio. A abrir a noite estarão os THE BATELEURS, formação portuguesa que tem vindo a afirmar-se no circuito nacional da música ao vivo com uma abordagem que recupera a herança clássica do rock de inspiração setentista, filtrando-a através de uma identidade própria. Com o recente «A Light In The Darkness», a banda aprofundou essa matriz estética, revelando uma maior maturidade composicional e cuidado acrescido na construção de ambientes e dinâmicas. No final, o disco confirma a capacidade do grupo para trabalhar melodias envolventes sem abdicar da crueza das guitarras e de uma secção rítmica sólida, que sustenta um repertório que ganha ainda mais dimensão em palco. Ao longo dos últimos anos, os THE BATELEURS têm vindo a reforçar a sua presença em Portugal, afirmando-se como um dos nomes mais consistentes da nova geração rock nacional, o que torna a sua presença nesta noite na República da Música não só pertinente, mas também representativa do momento que atravessam.
DEA MATRONA European Tour

Após uma aplaudida passagem pelo LAV – Lisboa Ao Vivo com os THE DARKNESS, a dupla irlandesa retorna para uma noite de rock contagiante — direto do coração de Belfast. Depois de conquistarem o público português ao abrirem para os THE DARKNESS no LAV – Lisboa Ao Vivo no passado mês de Outubro, as DEA MATRONA regressam a Portugal para um espetáculo em nome próprio, agendado para o dia 8 de Março de 2026, na República da Música. O concerto marca o arranque oficial da nova digressão europeia do duo, que percorrerá cidades como Madrid, Barcelona, Paris, Roterdão, Bruxelas, Hamburgo, Berlim, Copenhaga, Estocolmo e Oslo. Lisboa será, assim, o primeiro ponto de encontro entre as irlandesas e o público nesse périplo europeu – e, desta vez, o palco será inteiramente delas. Formadas em Belfast por Orláith Forsythe e Mollie McGinn, as DEA MATRONA começaram como duas amigas de escola que se juntavam para tocar versões de clássicos nas ruas da cidade. Ao som de «Whole Lotta Love», dos Led Zeppelin, e «Homeward Bound», de Simon & Garfunkel, foram construindo uma ligação com o público que rapidamente ultrapassou fronteiras. Hoje em dia, já contam com mais de 250 mil seguidores nas redes sociais, uns impressionantes mais de 8 milhões de visualizações no YouTube e mais de 2 milhões de streamings no Spotify — números que provam uma ascensão que reflete tanto o talento natural que demonstram como a autenticidade de um projeto nascido da paixão pela música. E, verdade seja dita, o percurso das DEA MATRONA tem sido vertiginoso. Em 2022, embarcaram numa digressão europeia com os Eagles of Death Metal e numa série de passagens por festivais de média dimensão. No ano seguinte, a dupla irlandesa tratou então de dar um salto definitivo para o circuito internacional, participando no Eurosonic, no SXSW e no European Live Festival Awards. Pelo caminho, somaram novos fãs e o reconhecimento de pares como Chris Shiflett, guitarrista dos Foo Fighters, que acompanharam em digressão. Resultado, o que começou como um exercício de devoção ao rock’n’roll tornou-se numa afirmação artística própria. Movidas por uma garra latente, as DEA MATRONA criaram uma identidade sonora própria, que se apoia em melodias envolventes e linhas vozes cheias de carisma para evocar os grandes nomes do passado sem nunca perder a frescura contemporânea. A revista Clash descreveu-as como “um dos projetos mais vibrantes a surgir do rock britânico durante a última década” e isso ficou muito bem vincado em 2024 com a edição do muito aguardado LP de estreia, intitulado «For Your Sins», que alcançou o Top 5 da tabela ‘Indie Albums’ no Reino Unido e já vendeu mais de 2.500 cópias físicas. Canções como «So Damn Dangerous» e «Red Button» ultrapassaram já os 2 milhões de streams no Spotify, impulsionadas pela forte presença digital da banda e pela ligação constante que mantêm com o público através das redes sociais. Por tudo isto, o regresso a Lisboa afirma-se desde já como imperdível: um símbolo de afirmação num percurso em rápida ascensão, guiado pela força das guitarras, pela harmonia das vozes e por uma entrega que tem vindo a conquistar públicos por toda a Europa. A dupla, que se transforma em quarteto no palco, chega a Lisboa com a confiança de quem já provou ter algo de raro para mostrar: a capacidade de transformar heranças do passado em energia nova, viva e urgente. Entre o brilho melódico das canções e uma enormíssima dose de humildade contagiante, as DEA MATRONA prometem uma noite de proverbial comunhão rockeira, onde o entusiasmo do público encontrará certamente eco na intensidade que marca sempre as suas atuações. E, se o espetáculo de abertura para os THE DARKNESS deixou o público muito curioso, este regresso promete revelar o verdadeiro alcance daquilo que são capazes de fazer quando o palco lhes pertence por inteiro.
MOTIONLESS IN WHITE ESTREIAM-SE EM PORTUGAL

A força mais cinematográfica do metal moderno sobe finalmente a um palco nacional durante o primeiro trimestre do próximo ano. Pela primeira vez em solo português, os MOTIONLESS IN WHITE vão atuar na Sala Tejo da MEO Arena, em Lisboa, no dia 7 de Março de 2026, e apresentar um espetáculo que promete marcar a memória dos fãs nacionais com uma experiência sonora e visual arrebatadora. Com uma estética sombria e teatral que atravessa transversalmente os universos do rock/metal industrial, da música pop de contornos góticos e de uma iconografia visual profundamente inspirada pelo cinema de terror, os norte-americanos MOTIONLESS IN WHITE são uma das propostas mais singulares e mais provocadoras do rock pesado contemporâneo. Desde os primeiros passos em Scranton, na Pensilvânia, até à aclamação a nível global, o quinteto liderado pelo carismático Chris Motionless construiu uma base de seguidores fervorosa e muito dedicada, conquistando palcos e audiências um álbum de cada vez. O percurso, por esta altura, é sobejamente impressionante: são já mais de mil milhões de streams e visualizações acumuladas nas principais plataformas digitais, quatro estreias consecutivas no Top 5 das tabelas de vendas ‘Top Hard Rock Albums’ e ‘Top Rock Albums’ da reputada Billboard, e uma sucessão de álbuns que redefinem os limites do som da banda. De «Reincarnate», de 2014, a «Graveyard Shift» e «Disguise», de 2017 e 2019, respetivamente, os MOTIONLESS IN WHITE têm vindo a refinar uma linguagem própria, culminando no aclamado «Scoring The End Of The World», lançado em 2022, que estreou no #12 da Billboard 200. Este último LP, que representou uma maturidade artística e conceptual sem precedentes, inclui o single «Masterpiece», primeiro tema do grupo a atingir o #1 na ‘Active Rock Radio’ norte-americana. Mais do que um simples êxito, a canção simboliza bem o alcance e a relevância dos MOTIONLESS IN WHITE num universo onde a música pesada se cruza com a emoção crua e a ambição visual. Em 2025, os MOTIONLESS IN WHITE entram numa nova fase da sua carreira – mais intensa, mais desafiante e mais monumental que nunca. A digressão europeia de 2026 marca não só a extensão dessa visão como também um momento histórico para todos os fãs portugueses, que finalmente vão testemunhar ao vivo a intensidade de um espetáculo onde o som e a imagem se fundem numa experiência para mais tarde recordar. A formação atual do grupo conta com Chris Motionless na voz, Ricky Olson e Ryan Sitkowski nas guitarras, Justin Morrow no baixo e Vinny Mauro na bateria – um coletivo coeso e explosivo que promete incendiar a Sala Tejo da MEO Arena com uma atuação inesquecível. Com uma estética visual marcada por elementos góticos, cyberpunk e horror, os MOTIONLESS IN WHITE já são mais do que uma banda — são um universo. A figura de Chris Motionless, sempre envolta em mistério e intensidade, tornou-se um ícone para milhares de fãs que veem no grupo não apenas música, mas uma forma de expressão identitária. No primeiro trimestre de 2026, o nosso país vai testemunhar então o fenómeno ao vivo e a cores, com a estreia nacional de uma das forças mais singulares do metal moderno. Para os que seguem os MOTIONLESS IN WHITE há anos, e para todos os curiosos que querem viver uma experiência única, o dia 7 de Março do próximo ano será uma data para marcar já a negro no calendário.
ALL TIME LOW estreiam-se em Portugal

All Time Low tem estreia absoluta em Portugal – 17 de fevereiro no LAV-Lisboa ao Vivo– inserido na sua nova e muito aguardada digressão mundial “Everyone’s Talking!”. Com quase duas décadas de carreira, os norte-americanos All Time Low tornaram-se um verdadeiro fenómeno global do pop punk e do rock alternativo, com uma legião de fãs apaixonados em todo o mundo. A banda soma cinco álbuns consecutivos no Top 10 da Billboard, múltiplas certificações de ouro, platina e multi-platina, e êxitos incontornáveis como “Monsters”, que bateu o recorde de semanas em #1 na Billboard Alternative Airplay Chart. A sua presença é constante nos maiores palcos e programas de televisão do planeta, com atuações marcantes no The Late Late Show with James Corden, Jimmy Kimmel Live!, Ellen ou Good Morning America, para além de festivais como Bonnaroo e Firefly. Este será, sem dúvida, um dos concertos mais mediáticos da temporada e promete uma noite absolutamente memorável, com uma atuação explosiva e um ambiente à altura da estreia de uma das maiores bandas do seu género em território nacional. O cartaz será ainda reforçado por um excelente conjunto de bandas suporte, onde se incluem Mayday Parade e Taylor Acorn elevando ainda mais a experiência do público neste evento absolutamente imperdível.
Mayhem, Marduk e Immolation juntos em Lisboa

No próximo 14 de fevereiro, o LAV – Lisboa ao Vivo recebe a noite mais sombria e devastadora do ano: Mayhem, Marduk e Immolation unem forças na digressão “Death Over Europe”. Com quatro décadas de carreira e um legado inigualável, os noruegueses Mayhem continuam a redefinir os limites do Black Metal. A banda prepara-se para abrir um novo capítulo da sua história, com um futuro álbum a caminho, que será antecipado de forma especial nesta tour. Os fãs terão a primeira oportunidade de experimentar ao vivo o que está para vir – uma promessa de caos e intensidade como só os Mayhem sabem entregar. A acompanhá-los, os suecos Marduk, mestres do Black Metal blasfemo e impiedoso, regressam a Lisboa prontos para espalhar destruição sonora. E, a completar este cartaz de luxo, os lendários norte-americanos Immolation, uma das mais respeitadas forças do Death Metal mundial, garantem um ataque brutal que fará tremer o LAV do início ao fim. Uma noite imperdível, onde três colossos do metal extremo se juntam para celebrar a escuridão em toda a sua glória.
Os UHF no UNDERGROUND

E o que significa isto? Um desafio que está a empolgar a banda, um acto único que fique registado para memória futura. Em 1979, na sequência da edição do EP “Jorge Morreu”, António Sérgio, o radialista guru que todos esperávamos por ouvir quando a noite já era um manto, introdutor das novidades do eixo Manchester/Londres e de uma boa parte do besouro sedeado na Greenwich Village, qualificava o primeiro 3 canções dos UHF de underground português, sem aspas. Descobriu o António ali uma nova linguagem literária e musical, saída da periferia da margem esquerda do Tejo. Dura de realidade e crua de meios. Passa um pouco mais dos 47 anos sobre esse mês de Novembro de 1978, o Ano Um dos UHF. Centenas de quilómetros de cordas de guitarras volvidos, por aqui e por todo o ali, a ‘locomotiva de Almada’, como alguns lhe chamaram no início, vai realizar um concerto único, que é um desafio (outro, que a rotina incomoda), e chamaram-lhe UNDERGROUND-UHF. Mas o que é esta coisa musical? Um repertório virgem, que a banda anda vigorosamente a discutir, e que somará 22 canções nunca antes tocadas ao vivo, ou que, por engano, um dia uma ou outra se ouviu. Aceitando levantar a cortina, ouvimos a Caçada (1979), Concerto (1982), Lisboa Hotel (1993), ou Quero Sair Vivo (deste mundo menor) (2023). Mas será assim? Este é um concerto de UMA SÓ NOITE. Abertura de Portas: 20h30Início do espectáculo: 21h30