ANTHRAX CONFIRMADOS COMO BANDA DE SUPORTE DOS IRON MAIDEN

A 7 de Julho de 2026, os lendários ‘thrashers’ nova-iorquinos juntam-se às lendas do heavy metal no Estádio da Luz, em Lisboa. Os lendários do thrash norte-americano ANTHRAX estão confirmados como convidados especiais na próxima passagem dos IRON MAIDEN por Portugal. O concerto, integrado na digressão Run For Your Lives Tour, promete reunir duas das formações mais influentes da história do metal numa celebração de estilos que definiram o género. Agendado para o dia 7 de Julho de 2026, no Estádio da Luz, em Lisboa, este espetáculo assinala o regresso triunfal dos IRON MAIDEN aos palcos lusos depois de terem esgotado a MEO Arena no início do Verão de 2025, com um alinhamento centrado apenas nos primeiros anos da banda — uma homenagem à era clássica e aos álbuns que transformaram o metal num fenómeno global. Com a confirmação da presença dos ANTHRAX, a noite ganha agora um peso histórico, repetindo o mesmo cartaz que, nos idos de 1990, passou pelo Pavilhão do Dramático de Cascais, durante a No Prayer On The Road Tour. Oriundos de Nova Iorque e formados em 1981, os ANTHRAX foram um dos fundadores do thrash, lado a lado com os METALLICA, SLAYER e MEGADETH, no coletivo conhecido como Big Four. Liderados pelos carismáticos Scott Ian e Charlie Benante, consolidaram o seu estatuto com álbuns como «Spreading The Disease» e «Among The Living», que redefiniram a agressividade e a técnica no metal da década de 80.  Reconhecidos pela energia contagiante e atitude sem concessões, os nova-iorquinos ANTHRAX continuam a ser uma referência incontornável no espectro da música pesada. O seu regresso aos palcos portugueses, quase uma década após terem atuado pela última vez em Portugal.  O concerto em Lisboa insere-se num momento de grande vitalidade para ambas as bandas. Os IRON MAIDEN, que continuam a celebrar cinco décadas de carreira com a digressão Run For Your Lives, reforçam o seu estatuto como uma das maiores forças do metal mundial. Por sua vez, os ANTHRAX preparam o lançamento do sucessor de «For All Kings», reafirmando a sua relevância num panorama em constante evolução. 

Larkin Poe Reavivam Rock e Blues em Noite Estonteante!

Apesar do regresso da banda das irmãs Lovell ter acontecido no bar do Coliseu dos Recreios e não na sala principal conforme anunciado, o que é facto é que isso até tornou a noite em algo mais autêntico e especial. Um ano após a sua estreia em solo português – no Palco Heineken por ocasião do XVI NOS Alive – as Larkin Poe regressaram, com o seu segundo trabalho – “Bloom” na bagagem. Com duas décadas de palco, o que é facto é que, infelizmente, as irmãs Lovell ainda são pouco conhecidas por estes palcos. Por isso, e certamente nada mais, a venda de bilhetes não superou as 500 unidades. No entanto, o que se viu em 90 minutos de espectáculo foi do mais alto nível – justificando a nomeação da banda para um Grammy na categoria de “Melhor Disco de Música Norte-americana”. A primeira parte do concerto foi precisamente uma celebração dessa mesma nomeação, apenas com músicas de “Bloom”. ‘Bluephoria’ – primeiro single desse mesmo trabalho e estreado o ano passado em Portugal – colocou os presentes a cantar em uníssono pela primeira vez na noite. Numa mistura-simbiose entre o rock e o blues catapultada pelo Electro-Liege de Megan Lovell (que é, basicamente, uma lap steel adaptada e personalizada pela própria), há que destacar a energia fosforescente que a coesão da banda gerou em cada um dos assistentes. Banda essa que foi fortemente elogiada por Rebecca Lovell no momento da suaapresentação: Lucas Pettee nos teclados, Tarka Layman no baixo e Ben Satterlee na bateria. Entre as novidades que a banda norte-americana trouxe não podia faltar o novo membro da banda, Jesse – o primeiro filho de Rebecca, de apenas três meses. Tal facto foi mencionado pela sua irmã, Megan, que assumiu admirar a bravura e a capacidade de Rebecca se desdobrar com sucesso. Mas houve direito a mais. Os presentes foram convidados a regressarem às origens das irmãs Lovell através de um set acústico de cortar a respiração de tão profundo e sublime que foi. Para a recta final estava guardada o ex-libris das provas de que a “música ao vivo consegue juntar as pessoas como mais nada consegue”, tal como proferido por Rebecca Lovell no início da actuação. ‘Pearls’ e ‘Bolt Cutters & The Family Name’ não deixaram ninguém indiferente, entre as guitarras eléctricas pujantes-vibrantes e os refrões cantadas a peito cheio por todos. Para o fim estava reservado ‘Bloom Again’, na certeza-promessa de que as Larkin Poe voltarão a Portugal. Pois, “no meio de mundo bastante sério e tecnológico, há que tirar tempo para um pouco de diversão” (segundo a vocalista) e banda norte-americana é o mote perfeito para tal. A porta fica aberta. ALINHAMENTO:NOWHERE FASTMOCKINGBIRDEASY LOVE ISUMMERTIME SUNSETBLUEPHORIAIF GOD IS A WOMANDEEP STAYS DOWN SOUTHERN CONFORT (acústico)LITTLE BIT (acústico)MAD AS A HATTER (acústico)DEVIL MUSIC (acústico) BAD SPELLPEARLSBolt Cutters & The Family Name BLOOM AGAIN Diogo Santos escreve ao abrigo do antigo Acordo Ortográfico.

Marilyn Manson no Campo Pequeno

A provocação volta à estrada com companhia à altura! O duo californiano DEAD POSEY junta-se a MARILYN MANSON no muito aguardado regresso a Portugal. O universo sombrio e altamente eletrificado dos norte-americanos DEAD POSEY vai abrir caminho para o muito aguardado regresso de MARILYN MANSON a Portugal. O espetáculo, inserido na digressão europeia One Assassination Under God Tour 2025, agendado para o dia 30 de Novembro no SAGRES Campo Pequeno, em Lisboa, já está esgotado – e promete uma noite de altíssima intensidade a nível visual e sonoro.  Formados em Los Angeles pela vocalista Danyell Souza e pelo multi-instrumentista Tony Fagenson, os DEAD POSEY têm vindo a construir um universo próprio, em que o rock alternativo se cruza com tons industriais, referências cinematográficas e uma energia bem crua, que evoca tanto o glamour decadente de Hollywood como o caos pós-moderno do século XXI. A banda chamou a atenção da imprensa e do público com temas como «Parasite», «Freak Show» ou «Sorry I’m Not Dead», que exploram uma estética provocatória e visceral que os transforma agora no complemento ideal para os espetáculos da próxima rota de MARILYN MANSON pelo Velho Continente.  Em menos de uma década, e com apenas três EPs e um longa-duração editados, os DEAD POSEY somam já mais de 42 milhões de streams e o reconhecimento de publicações de referência como a Loudwire e a Kerrang!. O seu nome figurou nos cartazes de grandes festivais como o Download, no Reino Unido, o Mad Cool e o Rockland, ambos em Espanha. Note-se ainda que esta será a primeira passagem da dupla pelo nosso país, num momento em que se preparam para apresentar novo material ao vivo e consolidar a sua reputação como uma das propostas mais ousadas do rock contemporâneo.  Após a atuação do duo norte-americano, o icónico MARILYN MANSON subirá ao palco do SAGRES Campo Pequeno para aquele que será o seu primeiro concerto em solo português em vários anos, marcando o regresso a solo luso de uma das figuras mais controversas e influentes da cultura popular das últimas três décadas. A One Assassination Under God Tour 2025 simboliza uma nova fase criativa na carreira do artista, prometendo uma encenação tão intensa como visualmente arrebatadora, onde se vão cruzar elementos religiosos, iconografia subversiva e o inconfundível magnetismo teatral que sempre definiu o seu trabalho.  O espetáculo em Lisboa faz parte de uma extensa rota que atravessará a Europa e o Reino Unido, trazendo de volta o espírito provocador e a estética desafiadora que transformaram MARILYN MANSON num ícone global desde a década de 1990. Entre temas clássicos e novas composições, o concerto no SAGRES Campo Pequeno promete revisitar um legado artístico singular, capaz de gerar fascínio e desconforto em igual medida.  Horários:Abertura Portas: 19h00  Inicio do espetáculo: 20h30 

DELFINS anunciam digressão “U OUTRO LADO”

Na atmosfera intimista dos teatros e auditórios, os Delfins convidam o público a embarcar numa viagem por canções menos conhecidas, mas que carregam a mesma força e identidade que definiu a sua trajectória. Em 1988, os Delfins editavam U Outro Lado Existe, um manifesto pop que não só cravou no cancioneiro nacional temas como 1 Lugar ao Sol, Aquele Inverno e Bandeira, mas também serviu como declaração de princípios: há sempre um outro lado, um lado B menos óbvio, mais íntimo, onde reside a verdadeira essência de uma banda.Se na altura o Delfim chamava a atenção para a existência e preservação de um caminho pop-rock alternativo à música ligeira, hoje essa premissa nunca foi tão evidente. Em 2025, os Delfins voltam a esse ponto de fuga, onde os acordes esquecidos ganham nova vida e as entrelinhas da sua discografia se tornam protagonistas. Depois da grande celebração dos 40 anos de canções – com concerto no Meo Arena, Super Bock Arena, Multiusos de Guimarães, Rock in Rio, Vilar de Mouros e um extenso percurso por festivais e festas de norte a sul do país – os Delfins, como monges do seu próprio destino, recolhem à intimidade dos teatros e auditórios para uma digressão singular, onde muitos dos temas que normalmente ficam de fora das playlists ganham um novo fôlego. “U Outro Lado” será, assim, um espaço único de reencontros e proximidade por excelência, convidando o público a imergir nas memórias futuristas da dinâmica inconfundível que sempre caracterizou o percurso da banda. Acontece por tempo limitado, num espaço onde a proximidade não é apenas física, mas emocional. Como tudo o que é raro. E indispensável.A digressão arranca em Lisboa a 1 de Dezembro, passando por Coimbra, Braga e Porto, e chegando a Aveiro em Janeiro de 2026.1 Dez – Lisboa – Teatro BBVA 5 Dez – Coimbra – Convento São Francisco 12 Dez – Braga – Forum Braga 27 Dez – Porto – Casa da Música 17 Jan – Aveiro – Teatro AveirenseOs bilhetes estão disponíveis na Ticketline e nas bilheteiras dos diferentes espaços de apresentação. Caso raro de longevidade e reinvenção, os Delfins preparam-se para uma nova viagem com U Outro Lado, a digressão que promete dar brilho às canções menos óbvias, mas igualmente marcantes, do seu repertório.

TAXI comemoram 45 anos de carreira

Os TAXI, banda incontornável do rock português, com uma história marcada por vanguardismo e sucesso, são um marco na música portuguesa desde os anos 80. Nascidos no Porto, consolidaram-se em 1981 com o lançamento do seu primeiro disco homónimo, que viria a tornar-se o primeiro disco de ouro do Rock Português. Em 1982, lançaram o álbum “Cairo”, também disco de ouro, cuja icónica capa em lata rapidamente se tornou um objeto de culto. Ao longo da carreira, a banda gravou cinco álbuns de originais, com temas emblemáticos como “Chiclete”, “TV WC”, “TAXI”, “Vida de Cão”, “Lei da Selva”, “Rosete”, “Cairo”, “Fio da Navalha” e “Sozinho” – músicas que continuam a fazer parte do imaginário musical dos portugueses. Os TAXI mantêm-se uma referência intemporal, inspirando novas gerações e continuando a escrever a história da música portuguesa. Para comemorar os 45 anos da história os TAXI vão dar dois concertos, no dia 8 de Novembro no Coliseu de Lisboa e dia 14 no Coliseu do Porto.

Helloween novamente em Lisboa

As lendas germânicas regressam a Portugal já no próximo dia 13 de Novembro e vão celebrar os 40 anos de carreira no Sagres Campo Pequeno. O grupo entra em mais uma fase marcante da sua carreira com a digressão “40 Years Anniversary Tour”, que celebra quatro décadas de existência, legado e impacto no mundo do metal. A turné começou no passado dia 17 no Luxemburgo e passa por várias cidades europeias para depois rumar ao continente asiático. A banda de apoio serão os finlandeses Beast in Black.

“Escape To Europe” dos ONE REPUBLIC tem passagem por Lisboa.

Os OneRepublic anunciam a digressão “Escape to Europe”, com passagem na MEO Arena no dia 16 de novembro. A banda norte-americana contará com Ella Henderson na primeira parte do concerto, cujo single de estreia #1 no Reino Unido foi co-escrito pelo vocalista dos OneRepublic, Ryan Tedder. Este verão, os OneRepublic lançaram o seu sexto álbum de estúdio, Artificial Paradise, que inclui grandes êxitos como “RUNAWAY” e “I Ain’t Worried” (presente no filme Top Gun: Maverick e com mais de 3 mil milhões de streams). O álbum também inclui a mais recente colaboração com David Guetta, “I Don’t Wanna Wait,” que já acumulou quase mil milhões de streams desde o seu lançamento. Nomeados para os GRAMMY, os OneRepublic são Ryan Tedder (cantor/compositor e vocalista), os Zach Filkins (guitarrista), Drew Brown (guitarrista), Brian Willett (teclista), Brent Kutzle (baixista e violoncelista) e Eddie Fisher (baterista). A banda lançou seu álbum de estreia Dreaming Out Loud em 2007, que incluía o sucesso “Apologize”. Em 2009, lançaram Waking Up com os hits “All the Right Moves”, “Secrets” e “Good Life”. Em 2013, o álbum de platina Native trouxe o sucesso “Counting Stars”. Até hoje, acumulam mais de 5 bilhões de streams no Spotify. Em 2021, lançaram Human, com singles como “Someday” e “Rescue Me”. Em 2023, lançaram “Dear Santa” e “Runaway”, entre outros. Em colaboração com David Guetta, lançaram “I Don’t Wanna Wait”, além de “Fire” com Meduza e Leony para o UEFA Euro 2024.

Larkin Poe, a dupla de rock sulista vem apresentar o novo álbum, Bloom, junto dos fãs portugueses no dia 12 de novembro de 2025 no Coliseu dos Recreios, em Lisboa.

Larkin Poe são uma banda norte-americana formada pelas irmãs Rebecca e Megan Lovell, naturais de Atlanta, Geórgia. Conhecidas por seu som poderoso que mistura blues rock, roots e influências do sul dos Estados Unidos, as duas irmãs destacam-se pelo virtuosismo instrumental — especialmente com a guitarra slide — e pelos vocais intensos e harmoniosos. Desde o início da carreira, Larkin Poe conquistou reconhecimento por reinventar o blues tradicional com uma pegada moderna e autêntica, lançando álbuns aclamados como Venom & Faith (2018) e Self Made Man (2020). Depois de estarem no NOS Alive de 2024 as manas Lovell estarão novamente entre nós em concerto próprio no Coliseu de Lisboa no próximo dia 12 de Novembro

The Hives de novo em Lisboa

Os “The Hives” são uma banda de rock sueca formada em 1993 na cidade de Fagersta. Conhecidos pela sua energia explosiva em palco, visual marcante em preto e branco e som cru influenciado pelo punk e pelo garage rock dos anos 1960 e 1970, o grupo ganhou destaque internacional no início dos anos 2000 com o álbum Veni Vidi Vicious (2000), que inclui o hit “Hate to Say I Told You So”. Liderada pelo carismático vocalista Howlin’ Pelle Almqvist, a banda é famosa por suas apresentações intensas e cheias de atitude, consolidando-se como um dos nomes mais empolgantes do rock contemporâneo. Nesta world Tour 2025 estão a promover o seu recente trabalho “The Hives Forever Forever the Hives” onde se destacam a faixa que dá nome ao album e também “Enough Is Enough”. Os The Hives actuam no Sagres Campo Pequeno no dia 4 de Novembro.

Depois de quase 7 anos de ausência, Marilyn Manson volta a actuar em Lisboa

Marilyn Manson, nome artístico de Brian Hugh Warner, é um cantor, compositor, actor e artista visual norte-americano, nascido em 5 de janeiro de 1969. Tornou-se famoso nos anos 1990 pelo seu visual chocante, performances provocativas e críticas à religião e à cultura americana. Com álbuns marcantes como Antichrist Superstar (1996) e Mechanical Animals (1998), Manson consolidou-se como um dos nomes mais controversos do rock alternativo e do metal industrial. A sua estética sombria e teatral, combinada com letras provocantes, fez dele um símbolo de rebeldia e de expressão artística extrema. Ao longo da carreira, também se envolveu em artes visuais e atuou em filmes, mantendo sempre uma imagem polêmica e enigmática. Depois de ter actuado em 2018 no Campo Pequeno, Marilyn Manson volta á mesma sala a 30 de Novembro para um concerto integrado na “One Assassination Under God Tour”.