HAMMERFALL REGRESSAM FINALMENTE A PORTUGAL

Os lendários suecos HammerFall estão de regresso a Portugal para dois concertos imperdíveis inseridos na sua nova digressão europeia — Freedom World Crusade 2026. Já passaram mais de 10 anos desde a última atuação da banda no nosso país (2011 no Porto e 2007 em Lisboa), e a espera termina finalmente este mês. Esta tour serve de suporte ao mais recente álbum da banda, Avenge The Fallen, e traz ao palco os grandes hinos que marcaram gerações do power metal europeu, como Hearts on Fire, Renegade ou Last Man Standing, acompanhados por novos temas que consolidam ainda mais o legado da banda. Prepara-te para duas noites épicas de energia, guitarras afiadas e refrões poderosos — os HammerFall estão de volta, e mais fortes do que nunca! Os concertos estão agendados para 21 de Janeiro na República da Musica em Lisboa e no dia 22 no Hard Club do Porto Como convidados estarão os Tailgunner e Attick Demons em Lisboa e Tailgunner e Revolution Within no Porto
BORN OF OSIRIS em Portugal

Acompanhados pelos INGESTED, ENTHEOS e THE VOYNICH CODE, os norte-americanos BORN OF OSIRIS trazem pela primeira vez a sua sonoridade avassaladora a Portugal em Junho de 2025. Os porta-estandartes do metal extremo progressivo BORN OF OSIRIS vão regressar finalmente aos palcos europeus no Verão de 2025 para uma digressão que promete ser um dos momentos altos do ano para os apreciadores de música pesada debitada com virtuosismo e de forma cirúrgica. Na rota, constam duas paragens em Portugal, com o Hard Club, no Porto, a receber a banda no dia 1 de Junho, seguido pelo LAV – Lisboa ao Vivo, em Lisboa, que acolherá a formação norte-americana a 3 de Junho. Ambas as datas prometem noites tão intensas quanto memoráveis, com o público nacional a ter oportunidade de sentir de perto, e pela primeira vez, o som avassalador e a energia inigualável de uma das bandas mais inovadoras do metal contemporâneo. Os BORN OF OSIRIS não chegam, no entanto, sozinhos ao nosso país e, nesta tour, trazem consigo três bandas de renome que prometem transformar esta data-dupla numa verdadeira celebração do metal extremo. Os britânicos INGESTED, bem conhecidos pelo seu domínio do death metal na vertente slam, são famosos pela sua brutalidade sónica e presença em palco que já conquistaram fãs um pouco por todo o mundo. Liderados pela indomável Chaney Crabb, os norte-americanos ENTHEOS dão nova vida à fusão de elementos progressivos e death metal técnico, que resultam em atuações tão complexas quanto arrebatadoras. A completar o cartaz estão os portugueses THE VOYNICH CODE, cuja sonoridade intrincada, combinada com uma abordagem moderna, têm vindo a ganhar bastante reconhecimento internacional nos últimos tempos. Cabeças de cartaz desta digressão, desde a sua formação, em 2003, os BORN OF OSIRIS têm-se destacado de forma impressionante com a sua abordagem arrojada e criativa ao metal extremo e progressivo. Oriundos de Palatine, no Illinois, começaram por explorar sons mais associados ao metalcore, mas rapidamente evoluíram para uma sonoridade que mistura elementos de deathcore técnico, sintetizadores atmosféricos e composições progressivas. Com uma carreira que se estende por mais de duas décadas, a banda mantém-se fiel ao seu espírito experimental – e álbuns como «A Higher Place», «The Discovery» ou o mais recente «Angel Or Alien», de 2021, cimentaram o seu lugar como uma das formações mais respeitadas do género. Recentemente, singles como «Torchbearer» e «A Mind Short Circuiting» têm demonstrado que a criatividade dos BORN OSIRIS não tem fronteiras e, apoiados em atuações eletrizantes, os músicos oferecem uma experiência que vai além do espetáculo musical. As suas apresentações ao vivo combinam uma precisão técnica arrebatadora com uma componente visual imersiva, que cria uma atmosfera de intensidade sem grandes precedentes. Como se isto tudo não bastasse, a presença dos INGESTED, ENTHEOS e THE VOYNICH CODE eleva ainda mais as expectativas para a digressão que chega a Portugal em Junho. Cada uma das quatro bandas traz uma perspectiva única ao metal contemporâneo, garantindo alinhamento diversificado e uma sequência de atuações memoráveis para o público.
Hammerfall em Portugal

Os lendários suecos HammerFall estão de regresso a Portugal para dois concertos imperdíveis inseridos na sua nova digressão europeia — Freedom World Crusade 2026. Depois de actuarem no nosso país em 2007 em Lisboa, em 2011 no Porto e 2017 em Vagos a espera termina finalmente em janeiro de 2026: 21 de Janeiro — Republica da Musica, Lisboa 22 de Janeiro — Hard Club, Porto Esta tour serve de suporte ao mais recente álbum da banda, Avenge The Fallen, e traz ao palco os grandes hinos que marcaram gerações do power metal europeu, como Hearts on Fire, Renegade ou Last Man Standing, acompanhados por novos temas que consolidam ainda mais o legado da banda. Prepara-te para duas noites épicas de energia, guitarras afiadas e refrões poderosos — os HammerFall estão de volta, e mais fortes do que nunca!
Gavin Friday estreia-se em Portugal

Gavin Friday é um cantor, compositor, ator e pintor irlandês, mais conhecido como membro fundador do grupo pós-punk Virgin Prunes.Na biblioteca de paredes vermelhas da casa de Gavin Friday, no centro da cidade de Dublin, um coração sagrado está pendurado no teto branco. O totem de vidro foi um presente de boas-vindas quando Friday regressou ao centro da cidade há cerca de dois anos; ela preside ali como uma lembrança do seu passado e uma atração para o seu futuro. Friday, hoje com 64 anos, começou a questionar o catolicismo há mais de meio século, quando se questionou sobre o porquê de os professores da sua rigorosa escola católica, os chamados servos de Deus, lhe baterem a ele e aos colegas. Isto foi pouco antes de testemunhar a ascensão do glam e do punk, antes de ver os Joy Division pela primeira vez ou de atravessar o Mar da Irlanda para ver David Bowie em Londres. Isto também foi pouco antes de fundar os Virgin Prunes, a sua banda pós-punk canonicamente transgressiva que confundia as perceções de género. E isto foi pouco antes dos atos de rebeldia e questionamento que criaram a sua carreira singular como cantor, compositor, artista visual e ator se fundirem numa vida surpreendentemente criativa. Mas há alguns símbolos e algumas histórias que não consegue ultrapassar – ou que não quer mesmo ultrapassar. “Talvez não tenha crescido”, diz sob o sagrado coração, piscando os olhos. ‘Ou talvez eu esteja a crescer.’Esta alternância e tensão animam Ecce Homo, o primeiro álbum de Friday em 13 anos e um clímax cativante da vida que viveu e da vida que está agora determinado a construir para si próprio. Movido alternadamente por uma música eletrónica estrondosa que lembra o poder dos Prunes e uma acústica requintada que reflete a beleza do seu último trabalho a solo e bandas sonoras, Ecce Homo é uma expressão extática e sem barreiras de raiva e independência, de nos separarmos dos estereótipos do que deveríamos ser, ao mesmo tempo que reconhecemos que as nossas batalhas mais difíceis são muitas vezes as coletivas. Há canções de amor e canções de luta, reflexões sobre perdas e devaneios de nostalgia, hinos à solidariedade e críticas aos poderosos. Friday considera que este é o álbum mais honesto que já fez; é também o mais fascinante.