ELEINE em Lisboa

«We Shall Remain tour 2025» A banda sueca de metal sinfónico ELEINE regressa a Portugal para um concerto exclusivo em Lisboa no RCA Club no sábado dia 26 de Abril, promete uma noite intensa e marcante para os fãs portugueses. Um dos nomes mais promissores e aplaudidos da actual cena de peso escandinava, os ELEINE destacaram-se rapidamente no panorama metal com a sua combinação de elementos sinfónicos, góticos e riffs pesados. Liderados pela carismática vocalista Madeleine Liljestam e pelo guitarrista Rikard Ekberg, o colectivo construiu uma sonoridade única que tem cativado fãs a nível global. Marcado uma vez mais pela poderosa mistura de vozes melódicas com passagens mais agressivas, somada a arranjos orquestrais que conferem um ambiente grandioso às suas composições, o álbum mais recente do grupo, «We Shall Remain», de 2023, afirmou-se como um sucesso. As bandas convidadas para assegurar a primeira parte são os Italianos Klogr e os Sinheresy.
Clap/-Rock.2025

A Clap/ Box apresenta no LAV-Lisboa ao Vivo, já no próximo mês de Abril, duas bandas canadianas de Hard Rock. No dia 24 os Honeymoon Suite, formados em Niagara Falls em 1981, estreiam-se em Portugal e serão acompanhados pelos portugueses Redlizzard. No dia seguinte será a vez dos Harem Scarem, que já estiveram entre nós várias vezes e cuja primeira parte ficará a cargo dos luso-britânicos GoGo.
O fenómeno britânico ENTER SHIKARI regressa a Lisboa para mais um concerto explosivo apoiado numa contagiante fusão de guitarras pesadas, sintetizadores pulsantes e grandes refrões

Os ENTER SHIKARI vão regressar finalmente a Portugal para um concerto único no LAV – Lisboa Ao Vivo, marcado para o dia 7 de Novembro. A banda britânica, conhecida pela fusão destemida de pós-hardcore, rock eletrónico e batidas de dança, promete uma noite de intensa comunhão sónica, dando aos fãs portugueses a oportunidade de experienciarem ao vivo e a cores toda a garra que caracteriza uma das bandas mais inovadoras e influentes do rock britânico contemporâneo. Para este retorno a solo luso, os ENTER SHIKARI trazem na bagagem o seu mais recente álbum, «A Kiss For The Whole World», que foi editado no dia 21 de Abril de 2023 e se tornou o primeiro disco da banda a atingir o #1 da tabela de vendas do Reino Unido. Desde a sua formação em 2003, os ENTER SHIKARI construíram uma carreira sólida, marcada por sete álbuns de estúdio que refletem a evolução criativa e a capacidade de reinvenção dos músicos de St. Albans. O vertiginoso percurso do grupo iniciou-se com a edição de «Take To The Skies», em 2007, rapidamente seguido por «Common Dreads» e pelo ambicioso «A Flash Flood Of Colour», de 2009 e 2012, que consolidaram o seu estatuto no circuito alternativo. A afirmação prosseguiu com «The Mindsweep» e «The Spark», que evidenciam a exploração de novas texturas sonoras, até ao experimentalismo conceptual de «Nothing Is True & Everything Is Possible». Para além disso, a presença constante do grupo nos principais festivais e palcos mundiais consolidou de uma vez por todas a sua reputação como uma força verdadeiramente imparável ao vivo. Por esta altura, os ENTER SHIKARI já ultrapassaram a marca dos 3.000 concertos dados em todo o mundo, incluindo três digressões como cabeças de cartaz em arenas no Reino Unido e atuações memoráveis ao lado de gigantes do rock como The Prodigy, Linkin Park ou 30 Seconds To Mars. Em 2023, foram escolhidos como cabeças de cartaz do Slam Dunk Festival, antes de partirem para uma enorme tour por terras de Sua Majestade, durante a qual atuaram pela primeira vez na Wembley Arena. O Verão de 2024 afirmou-se como mais uma prova do impacto global dos ENTER SHIKARI, com atuações nos palcos principais de festivais de renome como o Rock Am Ring e Rock Im Park na Alemanha, o Mystic Festival na Polónia e o Rock For People na República Checa. Após uma muito bem sucedida passagem pelo festival De Vilar de Mouros, em 2023, o concerto no LAV – Lisboa Ao Vivo marca a primeira atuação dos ENTER SHIKARI em nome próprio no nosso país em mais de uma década e, com um alinhamento que deverá incluir não só alguns temas do mais recente «A Kiss For The Whole World», como êxitos incontornáveis como «Sorry, You’re Not A Winner», «Juggernauts» ou «Live Outside», afirma-se desde já como uma oportunidade única para testemunhar a intensidade e todo o impacto emocional que caracterizam uma das bandas mais inovadoras da sua geração.
EXHORDER

«Defectum Omnium Iberian tour» Os lendários Exhorder vão regressar a Portugal para um concerto exclusivo, em Lisboa no RCA RCA CLUB no dia 11 de Abril. Na bagagem, a banda de New Orleans traz o seu mais recente álbum de estúdio, intitulado «Defectum Omnium» A primeira parte estará a cargo dos nacionais 605 Forte e dos MASS DISORDER O início dos concertos está previsto para as 21:00
LENNY KRAVITZ

Blue Electric Light Tour 2025 Lenny Kravitz, o icónico artista vencedor de quatro prémios GRAMMY®, acaba de anunciar novas datas à aclamada digressão mundial “Blue Electric Light“, com passagem garantida em Portugal a 8 de abril na MEO Arena. A digressão “Blue Electric Light Tour 2025” continua o que a Billboard chama de “Lennaissance”, um período de sucesso global para Kravitz, que lançou o seu 12º álbum de estúdio aclamado pela crítica, Blue Electric Light, em maio deste ano. A Associated Press descreveu o projeto como “glorioso… o melhor do rocker em anos”, enquanto a NPR considerou-o um “caleidoscópio de rock exuberante, funk psicadélico, soul suave e mais” Em 2024, Kravitz foi homenageado com uma estrela na Hollywood Walk of Fame, o prémio “Music Icon” nos People’s Choice Awards, o “Best Rock Award” nos Video Music Awards e o prémio “Fashion Icon” da CFDA. Em junho, Kravitz conquistou a Europa com a digressão “Blue Electric Light Tour 2024”, apresentando atuações imperdíveis de temas do seu mais recente álbum, bem como os clássicos da sua vasta carreira. O icónico artista marca passagem na MEO Arena em abril 2025, com um concerto imperdível e há muito esperado pelos fãs portugueses.
Uma Noite de Rock Intenso: Sevi e Hardline brilham no Casino Estoril

No passado sábado, 15 de março de 2025, o Salão Preto e Prata do Casino Estoril foi palco de uma noite memorável de rock, com as atuações das bandas Sevi e Hardline. A noite começou com a banda búlgara Sevi, liderada pela carismática vocalista Svetlana Sevi Bliznakova. A banda descreve o seu género musical como “heart rock”, nome dado ao seu estilo, devido ao conteúdo emocional e sincero e à mensagem das suas canções. A versatilidade vocal de Sevi foi um dos pontos altos, permitindo-lhe navegar entre baladas emotivas e temas mais energéticos com destaque para o seu ultimo trabalho “Genesis”. Conhecidos por temas como “Am I Alive?”, “Dark Knight” e “World That Doesn’t Fit” — este último nomeado para um Grammy em 2024 na categoria de “Melhor Performance de Música Alternativa” —, os Sevi aqueceram o público com uma performance energética e cativante, demonstrando a razão pela qual têm vindo a ganhar notoriedade no panorama internacional. Seguiram-se os norte-americanos Hardline, formados em 1991 pelos irmãos Gioeli, que trouxeram ao público português a sua “Hands of Time Tour 2025”, mas que se apresentaram desfalcados do seu habitual teclista Alessandro Del Vecchio. Com um repertório repleto de clássicos, a banda presenteou os fãs com interpretações poderosas de hits como “Hot Cherie”, “Everything” e “Rhythm from a Red Car”. O vocalista Johnny Gioeli destacou-se pela sua presença de palco magnética e entrega apaixonada, cativando a audiência e reforçando o estatuto da banda como uma referência no hard rock contemporâneo. O público, composto principalmente por fãs de rock, mostrou-se bastante envolvido, com coros e aplausos intensos. A atmosfera foi de celebração, com muita energia e nostalgia. Ambos os concertos ofereceram experiências distintas, mas igualmente memoráveis. Enquanto Sevi encantou com a sua sensibilidade e versatilidade vocal, Hardline conquistou com a sua energia e poder sonoro. O Casino Estoril provou, mais uma vez, ser um palco versátil, capaz de acolher estilos musicais diversos e proporcionar momentos de alta qualidade artística.
Gavin Friday estreia-se em Portugal

Gavin Friday é um cantor, compositor, ator e pintor irlandês, mais conhecido como membro fundador do grupo pós-punk Virgin Prunes.Na biblioteca de paredes vermelhas da casa de Gavin Friday, no centro da cidade de Dublin, um coração sagrado está pendurado no teto branco. O totem de vidro foi um presente de boas-vindas quando Friday regressou ao centro da cidade há cerca de dois anos; ela preside ali como uma lembrança do seu passado e uma atração para o seu futuro. Friday, hoje com 64 anos, começou a questionar o catolicismo há mais de meio século, quando se questionou sobre o porquê de os professores da sua rigorosa escola católica, os chamados servos de Deus, lhe baterem a ele e aos colegas. Isto foi pouco antes de testemunhar a ascensão do glam e do punk, antes de ver os Joy Division pela primeira vez ou de atravessar o Mar da Irlanda para ver David Bowie em Londres. Isto também foi pouco antes de fundar os Virgin Prunes, a sua banda pós-punk canonicamente transgressiva que confundia as perceções de género. E isto foi pouco antes dos atos de rebeldia e questionamento que criaram a sua carreira singular como cantor, compositor, artista visual e ator se fundirem numa vida surpreendentemente criativa. Mas há alguns símbolos e algumas histórias que não consegue ultrapassar – ou que não quer mesmo ultrapassar. “Talvez não tenha crescido”, diz sob o sagrado coração, piscando os olhos. ‘Ou talvez eu esteja a crescer.’Esta alternância e tensão animam Ecce Homo, o primeiro álbum de Friday em 13 anos e um clímax cativante da vida que viveu e da vida que está agora determinado a construir para si próprio. Movido alternadamente por uma música eletrónica estrondosa que lembra o poder dos Prunes e uma acústica requintada que reflete a beleza do seu último trabalho a solo e bandas sonoras, Ecce Homo é uma expressão extática e sem barreiras de raiva e independência, de nos separarmos dos estereótipos do que deveríamos ser, ao mesmo tempo que reconhecemos que as nossas batalhas mais difíceis são muitas vezes as coletivas. Há canções de amor e canções de luta, reflexões sobre perdas e devaneios de nostalgia, hinos à solidariedade e críticas aos poderosos. Friday considera que este é o álbum mais honesto que já fez; é também o mais fascinante.
Uma noite de clássicos e emoção no RCA Club com Geoff Tate

Apesar da noite chuvosa, em que apetecia mais ficar no conforto do lar, o RCA Club registou grande afluência de público para assistir ao concerto de Geoff Tate, lendário vocalista e cofundador dos Queensrÿche Para acompanhar Geoff Tate na sua digressão “The Big Rock Show Tour” estiveram os Ivory Lake que é o projeto a solo do britânico Josh Watts que já foi baterista de Geoff. Josh Watts optou por um formato acústico, trazendo uma atmosfera mais tranquila e emocional ao início da noite. Acompanhado apenas por uma guitarra acústica, o seu desempenho foi marcado por uma voz poderosa e cheia de nuances, capaz de transmitir emoção e profundidade. A atuação acústica de Josh Watts foi um destaque subtil da noite, mostrando uma faceta mais intimista e emocional do vocalista dos Ivory Lake. Foi uma escolha arriscada, mas que funcionou bem, preparando o público para o que estava por vir sem competir com a energia dos actos seguintes. O concerto de Geoff Tate, antigo vocalista dos Queensrÿche, no RCA Club em Lisboa, foi uma noite repleta de nostalgia e qualidade musical, revisitando clássicos da era dourada da banda e demonstrando o talento inegável de um dos maiores nomes do rock progressivo e metal dos anos 80 e 90. A performance de Tate, aos 66 anos, continua impressionante. A sua voz, embora com algumas limitações naturais devido à idade, mantém a potência e a emotividade que o tornaram uma lenda. A sua presença de palco é carismática, e a ligação com o público foi evidente ao longo de toda a noite. A banda que acompanhou Geoff Tate mostrou-se à altura, com músicos talentosos que conseguiram captar a essência do som clássico dos Queensrÿche. A produção foi simples, sem grandes efeitos visuais ou pirotecnias, o que permitiu que a música fosse o centro das atenções. Geoff Tate trouxe ao palco um setlist focado nos álbuns mais icónicos do Queensrÿche, como Operation: Mindcrime (1988) e Empire (1990), que são considerados obras-primas do género. Canções como “Silent Lucidity”, “Jet City Woman”, “Another Rainy Night”, “Empire”, “I Don’t Believe in Love”, “Walk in the Shadows” ou “Queen of the Reich” foram os pontos altos do concerto, recebidas com enorme entusiasmo pelo público composto maioritariamente por fãs fiéis, muitos dos quais cresceram a ouvir os álbuns clássicos dos Queensrÿche A energia e a presença de palco de Geoff Tate, aliadas à qualidade técnica da sua banda, proporcionaram aos fãs uma noite memorável e uma viagem no tempo repleta de emoção e nostalgia. Apesar de já não fazer parte da formação original da banda, Geoff Tate provou que continua a ser uma figura central na história do rock progressivo e metal. Para os presentes, foi uma noite de homenagem a um legado musical que continua a inspirar gerações. Um concerto que, apesar de não trazer grandes novidades, cumpriu o seu propósito: celebrar a música que marcou uma era.
Geoff Tate regressa a Lisboa

Geoff Tate, mais conhecido como vocalista original dos Queensrÿche e nomeado para um Grammy, vai atuar em Lisboa, no RCA Club, na segunda-feira, 10 de março de 2025.O concerto contará com músicas de todos os álbuns dos Queensrÿche, incluindo faixas lendárias como “Silent Lucidity”, “Jet City Woman”, “Eyes of a Stranger”, “Another Rainy Night (Without You)”, “Empire”, “I Don’t Believe in Love”, “Walk in the Shadows”, juntamente com algumas surpresas selecionadas.Geoff Tate foi cofundador dos Queensrÿche no início da década de 1980, no estado de Washington, EUA.Durante a década seguinte, a banda tornou-se conhecida como pioneira do metal progressivo, com o seu álbum conceptual Operation: Mindcrime e os subsequentes Empire e Promised Land a alcançarem sucesso comercial e artístico.Ao longo de quatro décadas, os Queensrÿche venderam mais de 20 milhões de álbuns e lançaram uma vasta gama de músicas que se tornaram clássicas, que serão apresentadas durante a próxima digressão Big Rock Show de Geoff Tate.
Os GREEN LUNG e os UNTO OTHERS chegam com a Heathen Neverlands Tour

Nos tempos que correm, os britânicos GREEN LUNG e os norte-americanos UNTO OTHERS estão definitivamente entre as mais brilhantes propostas que o rock pesado contemporâneo tem para oferecer e, com álbuns novos para promover na bagagem, estas duas muito aplaudidas bandas vão fazer-se à estrada numa digressão conjunta no Inverno de 2025. Denominada Heathen Neverlands Tour, a rota vai colocá-los em périplo pela Europa e tem uma paragem assegurada em Portugal, para um espetáculo único, a decorrer no dia 28 de Fevereiro do próximo ano, na Sala 2 do LAV – Lisboa Ao Vivo. Aquela que será uma oportunidade única para rever os UNTO OTHERS e assistir há muitíssimo esperada estreia dos GREEN LUNG em solo português conta também com os SATAN’S SATYRS na primeira parte. Conhecidos pela sua fusão única de doom, heavy metal e elementos psicadélicos, os GREEN LUNG são uma das propostas mais emocionantes do panorama do rock’n’roll atual, tendo conquistado a crítica e o público de forma surpreendentemente consensual. Naturais de Londres, os músicos deram os primeiros passos em 2017 e destacaram-se rapidamente com o LP de estreia «Woodland Rites», de 2019. Com «Black Harvest» e «This Heathen Land», de 2021 e 2023, respetivamente, o quinteto composto por Tom Templar na voz, Scott Black na guitarra, John Wright no órgão, Joseph Ghast no baixo e Matt Wiseman na bateria consolidou ainda mais o seu lugar na cena musical, apresentando uma produção um pouco mais refinada e composições marcantes, que se traduzem em concertos carregados de energia vibrante e uma paixão contagiante em palco. A partilhar a cabeça de cartaz da digressão, temos os UNTO OTHERS, banda de Portland, Oregon, nos Estados Unidos, que tem atraído a atenção global com o seu estilo distinto que combina o rock gótico e o heavy metal. Criado originalmente sob a designação Idle Hands, o coletivo rebatizou-se em 2020 e lançou o aclamado álbum «Strength» nesse mesmo ano. Apoiados em riffs intensos e na dose certa de melodias hipnotizantes e refrões orelhudos, o quarteto composto por Gabriel Franco na voz e guitarra, Sebastian Silva na guitarra, Brandon Hill no baixo e Colin Vranizan na bateria, prepara-se para lançar um novo LP, intitulado «Never, Neverland», no dia 20 de Setembro. Com uma estética que evoca a nostalgia dos anos 80, misturada com a modernidade do metal, os músicos prometem um concerto memorável. A primeira parte dos espetáculos da Heathen Neverlands Tour ficará a cargo dos também norte-americanos SATAN’S SATYRS, um grupo de Herndon, na Virgínia, que mistura rock’n’roll, stoner e psicadelismo como ninguém, e que tem vindo a ganhar grande notoriedade no underground desde a sua criação em 2010. Com um som profundamente enraizado na tradição do rock mais clássico e canónico, a banda liderada pelo muito talentoso vocalista e guitarrista Clayton Burgess, consegue incorporar influências que vão do punk ao heavy metal, mantendo sempre os níveis de energia no vermelho. O mais recente álbum do grupo, com o título «Saints & Sinners», foi editado em 2021 e, recebido com aclamação, solidificou a sua posição como uma das bandas de referência dentro do género em que se movem.