XI ROCK IN RIO LISBOA – DIA I

A edição XI do Rock in Rio iniciou-se na certeza de que, infeliz e tristemente, seria aprimeira edição a não contemplar qualquer artista ou banda portuguesa no PalcoMundo. Com lotação há muito lotada, os Calema abriram as hostilidades do Palco Mundo. Se éverdade que os irmãos Fradique alcançaram o sucesso por mérito próprio, também éverdade que terem alguns grandes sucessos radiofónicos não significa que um públicofestivaleiro e internacional os queira ver. Nem tão pouco que esses sucessosradiofónicos funcionem num festival como o Rock In Rio Lisboa. Pois, de facto, foi dasaberturas menos aclamadas-memoráveis do festival. Na primeira edição sem Ivete Sangalo no Palco Mundo, a representação brasileiraesteve a cargo de Pedro Sampaio. Em termos musicais, pouco ou nada há a discutirpois está-se perante um DJ set. Mas a envolvência que Pedro Sampaio consegue com opúblico é autêntica e vende os bilhetes que, talvez, Ivete Sangalo actualmente nãovenda no contexto deste festival. De seguida, Nena subiu ao Palco no Music Valley. Contrariamente ao ensaio de sommatinal, a cantora portuguesa mostrou-se extraordinariamente nervosa, nãoconseguindo expulsar tal estado-de-espírito ao longo dos 45 minutos de actuação. Ofacto de actuar ao entardecer, e por consequência, à hora em que o público foi jantar,não ajudou. Ainda assim, houve tempo e espaço para Nena mostrar que ‘E Se’, é, delonge, a música mais completa, rica e bela do seu repertório, apesar do público quasea desprezar. E, ainda, para Carolina de Deus subir de forma fugaz ao palco. Falando em mulheres portuguesas talentosas, o terceiro palco do Rock In Rio Lisboarevelou-se demasiado pequeno para o talento, irreverência e paixão que BárbaraBandeira deposita no que faz. Num autêntico desfilar de singles, há que destacar ofacto de, cerca de dez anos depois de ter pisado um palco neste festival pela primeiravez, a artista consiga construir um alinhamento que a audiência praticamente conheçado início ao fim. E, claro está, o regresso especial de ‘Larga-me Essas’, o single viral daadolescência de Bárbara Bandeira que há muito deixou de constar dos seusespectáculos. Para fechar a noite, Katy Perry regressou a um palco onde havia sido feliz em 2018.Tinha como missão superar a profundidade e comoção que Charlie Puth havia aligerado minutos antes. A artista norte-americana começou a todo o gás, apresentando a consequênciaavassaladora de ‘Californian Gurls’, ‘Teenage Dream’ e ‘Last Friday Night (T.G.I.F.)’ –todas em versões encurtadas. No entanto, o seu novo espectáculo também se reveloumeio desequilibrado e até musicalmente destruturado em alguns dos seus temas maisconhecidos – o refrão de ‘Hot N Cold’ não fez jus, nem de perto nem de longe, aopoder e força que a música, na sua versão original, tem. Um pouco à semelhança doque aconteceu com Camila Cabello na edição de 2024. A diferença entre as duassituações é somente única: experiência. E isso Katy Perry tem para dar e vender.Especialmente na forma de chegar e falar com o público, mesmo que seja através demensagens e ideologias que a sua carreira não corrobora em pleno. Fotos: Jorge Pereira/Imagem do Som A actuação terminou com ‘Fireworks’ onde houve tudo menos… fogo-de-artifício. Alokencerrou as portas do festival com um DJ set neste primeiro dia da XI edição. Texto de Diogo Santos.

Cidade do Rock apresentada à imprensa

O Rock In Rio abriu as portas à comunicação social para dar a conhecer os bastidores e algumas das novidades preparadas para a sua maior edição de sempre em Lisboa. O evento decorreu na passada 5ª feira no Parque Tejo e contou com a presença, entre outras individualidades, de Roberta Medina e Carlos Moedas que destacaram a importância do Rock In Rio na projeção internacional de Lisboa. Portanto quase tudo a postos para o evento que decorre nos dias 20, 21, 27 e 28 de Junho.

Os lendários Scorpions regressam a Portugal

Os lendários Scorpions estão de volta com a Coming Home 2026 Tour, com passagem por Portugal no dia 8 de julho, na MEO Arena.  Com uma carreira que atravessa mais de seis décadas, os Scorpions continuam a ser um dos maiores nomes do rock mundial. Tudo começou nas ruas de Hannover, quando os jovens Klaus Meine, Rudolf Schenker e Matthias Jabs carregavam instrumentos e amplificadores num simples carrinho de mão, numa cidade que despertava lentamente do pós-guerra. Desde então, tornaram-se uma referência incontornável no panorama musical internacional.Ao longo dos anos, inúmeras bandas de renome — como Smashing Pumpkins, Green Day, Korn, System Of A Down ou Queensrÿche — prestaram homenagem ao grupo alemão com versões de temas icónicos. Só “Rock You Like a Hurricane” foi interpretado por mais de 150 artistas diferentes, atestando o impacto global da banda.Considerados a banda de rock número 1 da Alemanha, os Scorpions acumulam até hoje mais de 120 milhões de discos vendidos, mais de 5000 concertos realizados e uma coleção de clássicos que continuam a marcar gerações.A banda tem assim encontro marcado com o público Português no dia 8 de julho na MEO Arena.

IRON MAIDEN em Lisboa

A “Run For Your Lives World Tour 2026” dos lendários IRON MAIDEN está cada vez mais próxima de Portugal. Dia 07 de Julho, no Estádio da Luz, os gigantes do hevay metal vão dar o maior concerto da sua carreira no nosso país. A primeira parte do espetáculo ficará a cargo dos norte-americanos ANTHRAX.

O EVILLIVE FESTIVAL REGRESSA À MEO ARENA A 5 DE JULHO DE 2026 COM UM CARTAZ DEMOLIDOR

A edição de 2026 do EVILLIVE FESTIVAL apresenta um cartaz concentrado, com MARILYN MANSON, MEGADETH e MASTODON entre outros. O EVILLIVE FESTIVAL regressa a Lisboa a 5 de Julho de 2026, retornando ao local e ao formato que moldou a identidade do evento e consolidou a sua reputação: uma experiência concentrada e tecnicamente irrepreensível. Depois de uma edição histórica — três dias no Estádio do Restelo, em 2025, encabeçados pelos JUDAS PRIEST, KORN e SLIPKNOT — o EVILLIVE regressa à MEO Arena para uma edição especial de um único dia, desenhada para oferecer intensidade máxima e, claro, a qualidade que sempre definiu o festival. Para 2026, a organização revela agora os primeiros quatro nomes confirmados de um cartaz que será composto exclusivamente por artistas de enorme peso internacional. Entre eles destaca-se desde logo a presença do incontornável MARILYN MANSON, figura central do rock industrial, MEGADETH na sua turnê de despedida e também os MASTODON nome de referência da New Wave of American Heavy Metal. Estarão também em palco os CONVERGE, THE GATHERING e IMMINENCE. Bilhetes ainda disponíveis em primeartists.eu e nos locais habituais.

Evil Live está aí e começa com um “warm up”

Entramos em contagem decrescente para o WARM-UP do Evil Live Festival e falta menos de um mês para uma noite de concertos que assinala o arranque oficial da edição deste ano Dia 04 de Julho, na Sala Tejo da MEO Arena, um cartaz que reúne TRIVIUM e CAVALERA, dois nomes de enorme destaque na música pesada contemporânea, e os OKKULTIST, uma das propostas emergentes mais aplaudidos dos últimos anos na cena de peso nacional. Ainda há bilhetes à venda em primeartists.eu e nos locais habituais.

LX EXTREME – “Death Fest”

O LX Extreme regressa já em junho com a edição “Death fest”. O evento terá lugar no RCA Club, em Lisboa, apresentando-se num formato alargado de dois dias consecutivos 12 e 13 de junho. No primeiro dia, os KRISIUN assumem o papel de cabeças de cartaz, reconhecidos como verdadeiros embaixadores do death metal brasileiro, são uma das forças mais respeitadas do gênero a nível mundial. A eles juntam-se as bandas portuguesas UNDERSAVE, TVMVLO e SKINNING. O segundo dia do festival contará com as brasileiras CRYPTA como cabeças de cartaz, reconhecidas pela sua abordagem feroz e pelo rigor técnico que define a sua identidade criativa, as CRYPTA têm vindo a afirmar-se como um dos nomes mais relevantes da nova geração do death metal mundial. A elas juntam-se as bandas portuguesas DESTROYERS OF ALL, CRUCIVORE e LAST PISS BEFORE DEATH. Os bilhetes diários encontram-se já disponíveis pelo valor de 25€, enquanto o passe para os dois dias, em quantidade limitada, está disponível por 45€.

MALEVOLENCE estreia em Portugal em nome próprio

Depois de conquistarem os grandes festivais de Verão e de partilharem palcos com bandas como Trivium e Parkway Drive, os britânicos MALEVOLENCE regressam a Portugal para apresentar a novidade «Where Only The Truth Is Spoken», no LAV – Lisboa ao Vivo, a 30 de Maio de 2026. Os MALEVOLENCE regressam por fim a Portugal para o seu primeiro concerto em nome próprio, um acontecimento que promete destacar-se como um dos grandes momentos do calendário do som pesado durante o primeiro semestre de 2026. Vindos de Sheffield e reconhecidos como uma das forças mais sólidas e inovadoras do panorama contemporâneo, os britânicos apresentam-se no LAV – Lisboa ao Vivo, a 30 de Maio de 2026, prontos para oferecer ao público português uma noite de intensidade sem concessões, marcada por altas doses de energia, peso e emoção em estado puro. Esta será também a primeira oportunidade para os fãs nacionais testemunharem ao vivo a força de «Where Only The Truth Is Spoken», o mais recente álbum da banda, lançado pela Nuclear Blast Records e já apontado como um dos marcos mais relevantes da sua carreira. Conhecidos pela intensidade das suas atuações, os MALEVOLENCE transformam cada espetáculo numa experiência coletiva em que a música funciona como catalisador de comunhão entre a banda e a audiência. A ascensão do grupo tem sido notória e imparável. De um primeiro concerto vespertino no palco principal do Bloodstock Festival em 2021 a um lugar de destaque no cartaz do mesmo evento em 2024, os músicos britânicos demonstraram que o trabalho árduo e a coerência artística ainda têm retorno. A sua reputação ao vivo já lhes garantiu lugar nos maiores festivais e digressões tanto deste como do outro lado do Atlântico, sendo hoje sinónimo de espetáculos tão abrasivos quanto inesquecíveis. Com o lançamento de «Where Only The Truth Is Spoken» a banda britânica entra agora num novo patamar da sua carreira. Gravado na Califórnia, no lendário Studio 606 de Dave Grohl, o quarto álbum dos MALEVOLENCE foi captado através da icónica mesa de som responsável pelo clássico «Nevermind», dos Nirvana. Produzido por Josh Wilbur (famoso pelo seu trabalho com os Lamb of God, Gojira e Trivium, entre outros), o disco revelou um grupo no auge da sua criatividade, mais preciso na composição, mas sem perder um grama do peso demolidor que sempre o distinguiu. Em palco, essa força ganha uma dimensão ainda mais intensa, sendo que o alinhamento previsto para o concerto de regresso a solo luso deve refletir a energia e diversidade de «Where Only The Truth Is Spoken», cruzando novos temas com faixas que, por esta altura, já são clássicos recentes do fundo de catálogo da banda. O espetáculo contará com a participação especial dos belgas Nasty e dos portugueses Fear Of The Lord. O promotor fez ainda saber que devido à elevada procura para o espetáculo que o mesmo foi transferido para a Sala 1 do LAV-Lisboa ao vivo.

NOS ALIVE’26 REGRESSA NOS DIAS 9, 10 E 11 DE JULHO

É já nos dias 9, 10 e 11 de julho que o NOS Alive 2026 regressa ao Passeio Marítimo de Algés para celebrar a 18.ª edição. Numa edição repleta de grandes nomes da música mundial, e a pouco mais de 50 dias do seu início, o cartaz do NOS Alive’26 conta já com nomes como Foo Fighters, Nick Cave & The Bad Seeds, Twenty One Pilots, Florence + The Machine, Buraka Som Sistema, Lorde, Teddy Swims e entre muitos outros. Os dias 10 e 11 de julho encontram-se esgotados, restando ainda bilhetes disponíveis para o primeiro dia do Festival, 9 de julho. Nesta edição, o rock assume um papel de destaque nos vários palcos do festival, sem nunca deixar de lado a diversidade musical que caracteriza o NOS Alive. Do pop de Zara Larsson e Alessi Rose ao indie de Matt Berninger e The Royston Club, passando pelo soul e R&B de Don West e pela eletrónica de Xinobi, Polo & Pan e TOMORA, o festival promete três dias de concertos memoráveis e experiências únicas.2026 marca ainda o aguardado regresso dos Buraka Som Sistema aos palcos. Dez anos depois, a icónica banda portuguesa volta a reunir-se para um espetáculo exclusivo e único.Os fãs de música e do festival encontram, assim, muitas e boas razões para regressarem ao Passeio Marítimo de Algés, às 11 horas de música e espetáculos contínuos num NOS Alive que continua a afirmar-se como um dos melhores festivais da Europa, onde se vive a música, a emoção e a magia com o Melhor Cartaz, Sempre! Este ano, o NOS Alive volta a associar-se ao programa GrassEUts, um programa que permite a novos talentos europeus pisarem os palcos de alguns dos grandes festivais da Europa Sziget (Hungria), NOS Alive (Portugal), EXIT Festival (Servia), e o Jazz Festival of Carthage (Tunísia). Os vencedores da edição de 2026 são: no dia 9 de julho apresentam-se WIRES, no Palco Heineken, e Maria Lui e Soudeni no Palco WTF Clubbing. Como já é tradição, a vencedora da edição de 2026 do Festival Termómetro, Rita Cortezão, atua no Palco Heineken no dia 11 de julho. Mais uma vez, o Palco Coreto conta com curadoria da Arruada, que aponta, tal como nas edições anteriores, para a música contemporânea portuguesa, incluindo diferentes géneros e subgéneros artísticos nos nomes escolhidos.No dia 9 de julho, o primeiro dia do festival, ao Palco Coreto sobe a banda Deixa Rolá, a electro-pop dos Neon Soho, os muito aplaudidos Duques do Precariado, o noise demolidor dos Hetta e a seleção musical muito especial da DJ Rita Maia.A 10 de julho, o espaço contempla a indie-pop de Picas, a abordagem diferenciada de Inês Sousa, bem como o registo entre eletrónica e a canção de Constança Quintero. No mesmo dia o palco recebe a viagem entre rock e a língua portuguesa dos Mutu e o DJ set de Ellis Ferrére.Para o encerramento do festival, no dia 11, o Coreto recebe as canções intemporais de Esteves Sem Metafísica, o violino em formato canção de Suzana Frances, Razy com abordagens neo-soul e jazz, o espaço sideral de Redoma e ainda a viagem eletrónica do DJ set de Sheri Vari. O palco Galp Fado Café um espaço dedicado à celebração e promoção da cultura portuguesa através de algumas das vozes mais marcantes do Fado. No dia 9 de julho, o Galp Fado Café recebe duas vozes das vozes mais marcantes da nova geração do fado:  Diana Vilarinho, uma jovem cantora que tem vindo a destacar no panomara fadista, e Geadas, uma das vozes mais promissoras da nova geração fadista. A abrir a programação do dia estará a Orquestra Maré do Amanhã, projeto criado no complexo da Maré. Reconhecida como uma das mais relevantes iniciativas socioculturais do Brasil na democratização do acesso à educação musical, a orquestra conta com o apoio da Fundação Galp. No segundo dia de festival, dia 10 de julho, sobem a palco a fadista Ana Sofia Varela, que levará ao Festival uma homenagem à mulher e à Guitarra Portuguesa. Nessa mesma noite sobe também ao palco o grupo Fado Máfia. No dia 11 de julho, o último do festival, contará com a presença da Beatriz Felício, uma das futuras promessas da nova geração do Fado e a estreia da Valéria no Festival. Considerada por muitos uma das fadistas mais carismáticas da sua geração e promete marcar a história do fado. No dia 10 e 11 de julho, o Galp Fado Café recebe ainda a estreia absoluta de “Playback – Paião por Tigerman” no NOS Alive 2026. O espetáculo leva ao palco o universo musical criado por The Legendary Tigerman para “Playback – Um Filme Sobre Carlos Paião”, o biopic realizado por Sérgio Graciano, que estreia nos cinemas a 27 de agosto.Convidado por Sérgio Graciano a assumir a produção musical do filme, The Legendary Tigerman mergulhou no universo criativo de Carlos Paião para construir uma nova abordagem sonora às canções que marcaram gerações. A partir desse desafio, Paulo Furtado criou novos arranjos e sonoridades para os temas do artista, desenvolvendo uma identidade musical contemporânea para o filme.Assim nasce “Playback – Paião por Tigerman”, banda responsável pela banda sonora do filme e que se estreia na 18.ª edição do NOS Alive. Em palco, Rafael Ferreira — protagonista do filme e intérprete de Carlos Paião — dá nova vida às canções do músico, numa viagem emocional e musical pela obra e legado de um dos artistas mais irreverentes e criativos da música portuguesa.Sobre este projeto, The Legendary Tigerman destaca a importância de Rafael Ferreira no processo criativo e a liberdade de revisitar o imaginário musical de Carlos Paião, explorando novas influências sonoras entre o pós-punk, os ambientes cinematográficos de Angelo Badalamenti e Ennio Morricone, e sonoridades synth lo-fi, mantendo intacta a essência artística do músico português.Em palco, The Legendary Tigerman estará acompanhado por Mike Ghost, Sara Badalo e João Cabrita. O Palco Comédia, nesta 18.ª edição do NOS Alive, recebe um elenco de luxo, com grandes humoristas e novos talentos que prometem arrancar as maiores gargalhadas ao público presente como tem vindo a ser hábito neste palco único no panorama nacional. O dia 9 de julho conta com a presença de Curto e Grosso (Eduardo Madeira e Jel), Beatriz Gosta, Vasco Pereira Coutinho, Bolinha Nunes, Rui Mirama, Rui Baptista, João Nuno Gonçalo e Na Wall convida Francisco Reis e Rafael Jesus, com o host João Maria. No segundo dia de festival, a 10 de julho, sobem ao palco Gilmário