Concerto dos ELECTRIC CALLBOY encontra-se esgotado.

A WORLD TOUR 2025/2026 tem passagem marcada por Portugal, para um espetáculo único, agendado para 25 de Janeiro de 2026, na Sala Tejo da MEO ARENA, em Lisboa. Conhecidos por esgotarem grandes salas em todo o mundo, os ELECTRIC CALLBOY vão oferecer ao seu público uma experiência inesquecível, onde batidas pulsantes, riffs eletrizantes e uma valente dose de energia avassaladora empurram os limites do que é a música ao vivo. “Mal podemos esperar para nos fazermos de novo à estrada e levarmos este grande espetáculo aos nossos fãs em todo o mundo”, declaram os ELECTRIC CALLBOY. “Todos os concertos desta próxima digressão vão ser uma enorme celebração e estamos entusiasmados por tornar cada noite inesquecível. Temos trabalhado arduamente em material novo e em surpresas especiais, e estamos prontos para fazer desta a nossa maior e mais eletrizante digressão de sempre.” Após terem visto os seus planos de conquista global adiados pela pandemia, os afoitos ELECTRIC CALLBOY canalizaram a sua criatividade no estúdio. A banda, conhecida pelo seu bom humor e entusiasmo, lançou-se a criar novos singles e a renovar alguns dos seus temas mais conhecidos. Apresentaram também um novo vocalista, Nico Sallach, ex-To The Rats and Wolves, e o EP «MMXX», lançado no dia 11 de Setembro de 2020, revelou-se um sucesso estrondoso, recuperando as doses de diversão e irreverência dos primeiros tempos do coletivo e transformando o a sua visão do metalcore injetado de eletrónica numa autêntica festa. Entre os temas deste renascimento está o explosivo «Hypa Hypa», que acumulou até ao momento mais 50 milhões de streams nas principais plataformas e 44 milhões de visualizações no YouTube, números que continuam a crescer diariamente. Com um impulso renovado, os ELECTRIC CALLBOY aproveitaram este sucesso para se reinventarem, mudando a designação de Eskimo Callboy para ELECTRIC CALLBOY em 2022. Esta transformação culminou naquele que é, até agora, mais recente álbum do grupo, intitulado «TEKKNO», uma proverbial explosão de energia que oferece uma poderosa coleção de dez faixas, incluindo os populares singles «We Got The Moves» e «Pump It». Em 2024, os ELECTRIC CALLBOY tornaram-se novamente virais com o lançamento de «Ratatata», um tema concebido e gravado em colaboração com as Babymetal, e, agora, com a WORLD TOUR 2025/2026, estão a preparar-se para transformar cada noite numa daquelas memórias para mais tarde recordar. À semelhança do que fizeram na edição de 2024 do EVIL LIVE FESTIVAL, vão certamente “incendiar” a Sala Tejo com a sua energia contagiante.

AMON AMARTH REGRESSAM A PORTUGAL

AMON AMARTH regressam a Portugal em 2026 com a digressão THE ALLFATHER AWAKENS:  EUROPE & UKALINHAMENTO 100% SUECO COM “SUPORTE” DOS ORBIT CULTURE E SOILWORK  Uma noite de metal melódico e peso contemporâneo na Sala Tejo, com AMON MARTH, ORBIT CULTURE e SOILWORK. A saga dos AMON AMARTH volta a cruzar o continente europeu em 2026 e Lisboa está inscrita no itinerário. Portugal prepara-se assim para receber a nova investida dos lendários suecos, que regressam ao nosso país no próximo ano como parte da monumental The Allfather Awakens: Europe & UK. A 15 de Novembro de 2026, a Sala Tejo do MEO Arena recebe o grupo liderado por Johan Hegg, numa data que marca o regresso amplamente aguardado de um dos nomes mais influentes do death metal melódico moderno. Como se isso não bastasse, esta celebração torna-se ainda um pouco mais marcante ao reunir três nomes que definem, cada um à sua maneira, diferentes capítulos da evolução do som pesado escandinavo durante as últimas décadas, com os anfitriões AMON AMARTH acompanhados pelos emergentes ORBIT CULTURE e pelos veteranos SOILWORK na digressão The Allfather Awakens: Europe & UK. Famosos pela forma colossal como conduzem o seu imaginário viking em palco, os suecos AMON AMARTH têm vindo a consolidar uma reputação como protagonistas de um “espetáculo total”, onde a produção visual, a precisão instrumental e a presença enorme, e impactante, do vocalista Johan Hegg convergem para experiências sensoriais e auditivas de grande intensidade. A digressão de 2026 promete elevar ainda mais essa fasquia, apoiada num alinhamento que vai atravessar os álbuns essenciais da banda e reafirmar o seu papel central na definição do death metal melódico contemporâneo. Para esta jornada europeia, que assinala o regresso do grupo aos palcos como cabeças de cartaz no Velho Continente, depois de um Verão em que dividiram palcos com os Slayer, em Cardiff e Londres e fizeram uma incursão pelos Estados Unidos ao lado dos Pantera, os AMON AMARTH prometem uma produção cénica totalmente renovada, reforçada e, acima de tudo, feita e pensada para ampliar a dimensão teatral que se tornou imagem de marca das suas atuações, trazendo a Portugal um espetáculo especialmente concebido e desenhado para esta digressão. A The Allfather Awakens: Europe & UK arranca no dia 9 de Outubro em Manchester, e percorre o Reino Unido e a Europa ao longo de mais de um mês, culminando precisamente com a data em Lisboa. Recorde-se que, antes do anúncio desta digressão europeia, os AMON AMARTH revelaram o single «We Rule The Waves», acompanhado por um vídeo-clip que reafirmou o vigor da banda. Este lançamento sucedeu a um período prolongado sem música nova e serviu de antevisão para o próximo álbum do grupo, cuja edição está prevista para o final de 2026. Descrito como “cravado em sal e aço, ecoando através dos oceanos”, o sucessor de «The Great Heathen Army» promete a mesma escala épica e intensidade sonora que têm definido o grupo ao longo dos anos. Segundo o comunicado oficial disponibilizado, a The Allfather Awakens: Europe & UK assume- se como uma “invasão sueca”, reforçada pela presença dos ORBIT CULTURE, que continuam a impor-se como uma das propostas mais energéticas e inovadoras do metal moderno, e dos veteranos SOILWORK, cuja longa carreira continua a exercer impacto profundo sobre o death metal melódico europeu. Com três bandas que representam diferentes eras e abordagens dentro do universo do metal sueco, esta passagem dos AMON AMARTH por Lisboa configura- se já como um dos eventos mais esperados do calendário de concertos da segunda metade de 2026. Os bilhetes para o espetáculo custam entre 50 e 55 euros, à venda a partir da próxima sexta- feira, 28 de Novembro, pelas 09:00, em amonamarth.com/tour, primeartists.eu e nos locais habituais.

KREATOR de novo em Portugal

QUATRO GERAÇÕES DO METAL EXTREMO UNEM-SE NUMA SÓ NOITE EM LISBOA A KRUSHERS OF THE WORLD TOUR chega Portugal em Março de 2026 com KREATOR, CARCASS, EXODUS e NAILS No dia 20 de Março de 2026, a Sala Tejo da MEO Arena, em Lisboa, recebe a única data portuguesa da digressão Krushers Of The World Tour, um encontro raro que reúne num mesmo cartaz quatro nomes de referência que ajudaram a moldar e continuam a redefinir o som extremo. Os alemães KREATOR, os britânicos CARCASS, os norte-americanos EXODUS e NAILS representam não apenas diferentes geografias, mas também distintas fases da evolução do género, criando um alinhamento que atravessa mais de quatro décadas de história musical. Nesta ocasião, os lendários KREATOR regressam uma vez mais a Portugal como cabeças de cartaz, trazendo consigo não apenas o legado de mais de quarenta anos de carreira, mas também novo material. Na sequência do explosivo «Hate Über Alles», lançado em 2022, o quarteto liderado por Mille Petrozza prepara-se para editar o seu muito aguardado novo álbum de estúdio, intitulado «Krushers Of The World», em Janeiro de 2026, que vai estar no centro da tour. Esta será, portanto, uma oportunidade única para o público luso ouvir pela primeira vez ao vivo algumas das novas canções, ao lado de clássicos como «Pleasure to Kill», «Phobia» ou «Violent Revolution». “Estamos extremamente entusiasmados por começar o novo ano com o lançamento do nosso mais recente álbum, «Krushers Of The World», que chega a 16 de Janeiro de 2026!”, diz Mille Petrozza. “Mas isso não é tudo! No dia 20 de Março, arrancamos para a estrada com a maior produção que alguma vez tivemos. Será uma noite de metal implacável, com a participação dos nossos irmãos de armas Carcass, Exodus e também os poderosos Nails. Este momento marca o início de um novo e entusiasmante capítulo para a banda, e mal podemos esperar para que experienciem os novos temas ao vivo, juntamente com uma seleção de clássicos antigos e recentes. Hail to the hordes! \m/”. Ao lado de Petrozza e companhia surgem os CARCASS, referência indiscutível do metal britânico e precursores de várias linguagens extremas. Desde a brutalidade crua de «Symphonies Of Sickness» até ao estatuto de fundadores do death metal melódico com «Heartwork», Jeff Walker e Bill Steer são um caso único de reinvenção contínua. Após o regresso com «Surgical Steel», lançado em 2013, e a confirmação da vitalidade artística com o aplaudido «Torn Arteries», de 2021, o grupo continua a oferecer concertos que percorrem toda a sua história, equilibrando a visceralidade do grindcore inicial com a sofisticação melódica que lhes trouxe reconhecimento mundial. A presença da dupla de fundadores mantém intacta a identidade inconfundível de uma banda que marcou várias gerações. Pioneiros da infame cena thrash da Bay Area, os EXODUS regressam a Portugal numa fase criativa renovada. Depois da edição do colossal «Persona Non Grata», de 2021, o grupo trocou novamente de vocalista e prepara-se para editar um novo disco em 2026, cujas primeiras faixas de avanço vão certamente fazer parte do alinhamento interpretado nesta digressão. Esta será, portanto, uma rara oportunidade para assistir a um concerto que conjuga as raízes históricas de «Bonded by Blood» com a vitalidade do novo material. Com Gary Holt, uma figura essencial tanto desta banda como do legado dos Slayer, ao leme, o grupo continua a ser um dos símbolos mais consistentes do género. A abrir a noite estarão os “brutalistas” norte-americanos NAILS, cuja sonoridade incisiva, intensa e abrasiva redefiniu o peso extremo durante a última década. Conhecidos por temas que raramente ultrapassam os dois minutos, condensam elementos de hardcore, grind e death metal num estilo próprio, que encontrou no contundente «You Will Never Be One Of Us», editado em 2016, o seu manifesto mais brutal. A estreia da banda liderada pelo guitarrista/vocalista Todd Jones por cá é aguardada com particular expectativa, dando a este cartaz um olhar sobre a nova geração do metal extremo. Resultado, o encontro destes quatro nomes em Lisboa permite traçar uma linha de continuidade que vai do thrash europeu e norte-americano à sofisticação do death metal melódico britânico e à vitalidade do hardcore/metal contemporâneo. Para o público português, o concerto assume ainda uma dupla dimensão: por um lado, o reencontro com bandas que já deixaram marca em passagens anteriores pelo nosso país; por outro, a estreia aguardada de material inédito dos novos álbuns dos KREATOR e EXODUS. Essa combinação entre a intemporalidade dos clássicos e a apresentação de novas composições confirma que estas bandas não se limitam apenas a revisitar a sua herança, mas permanecem ativamente apostadas em expandir os limites da música extrema, mantendo-a atual e projetada para o futuro com a mesma urgência criativa que definiu a sua origem. Os bilhetes para o espetáculo custam entre 45€ (bancada) e 50€ (plateia), e vão estar disponíveis numa pré-venda exclusiva em www.kreator-terrorzone.de a partir da próxima sexta-feira, 26 de Setembro, às 09:00. A venda ao público em geral arranca na segunda-feira, dia 29 de Setembro, também às 09:00, em primeartists.eu e nos locais habituais.

BAD RELIGION – Punk Is Not Dead!

No passado domingo, 11 de Maio, a Sala Tejo da MEO Arena foi palco de uma celebração histórica do punk rock: 45 anos de carreira dos Bad Religion. O evento, que se prolongou por várias horas, fazia parte da digressão ibérica “45 Years Doing What You Want” e que para além dos lendários Bad Religion reuniu ainda os Crim, Belvedere, Trinta & Um, Strung Out e Agnostic Front.   Os espanhóis Crim foram os primeiros a actuar, envolvendo o publico com o seu enérgico punk melódico, cantado em catalão  e aquecendo o ambiente para o resto da noite. Galeria completa aqui: Seguiram-se os canadianos Belvedere, uma das surpresas da noite, com um skate punk rápido e técnico. A banda manteve o ritmo acelerado e técnica apurada conquistando a plateia com composições rápidas, harmonias bem trabalhadas e cativantes, mostrando porque continuam a ser referência no género Galeria completa aqui: Em representação do nosso país estiveram os Trinta & Um, banda de Linda-a-Velha com atitude irreverente e a cantar na língua de Camões. Com a habitual energia que os caracteriza, os Trinta & Um conectam-se bem com os fãs, ofereceram o seu som directo com influências clássicas demonstrando assim que o punk nacional “is not dead”! Galeria completa aqui: Desconhecidos de muitos mas já com mais de 30 anos de carreira, os californianos Strung Out foram os senhores que se seguiram. Com uma fusão de Melodic Hardcore e Punk Metal, os Strung Out foram um dos pontos altos da noite provocando grande adesão do público, mantendo um ritmo elevado, riffs intensos, bateria acelerada e uma sonoridade única. Galeria completa aqui: A seguir actuaram os lendários Agnostic Front, considerados por muitos como os pioneiro do crossover trash,  demonstraram em Lisboa a intensidade  e energia do hardcore nova-iorquino. Liderados por Roger Miret e pelo carismático Vincent “Vinnie Stigma” Capuccio, os Agnostic Front quase “incendiaram” a sala, praticamente cheia, com um set recheado de clássicos e uma energia inesgotável. Actuação intensa e forte ligação ao público com moshpit que duraram praticamente todo o concerto. Para muitos foi o ponto alto da noite. Galeria completa aqui: Os cabeças de cartaz, Bad Religion, encerraram a noite com uma atuação que percorreu quase toda a sua discografia. Iniciaram com “Recipe for Hate” e ‘Supersonic” passando ainda por temas como “Generator”, “Sorrow” ou “American Jesus”. Os comandados do Dr. Greg Graffin (antropologia e geologia), apesar dos 45 anos de carreira, continuam com uma vitalidade assinalável, rendendo o publico do principio ao fim com uma performance muito profissional provando porque são considerados uma das maiores bandas de punk rock de todos os tempos. Em suma este evento confirmou a forte ligação entre os Bad Religion e um publico português intergeracional, que apreciou tanto o punk como o hardcore fazendo desta tarde/noite uma verdadeira festa. Galeria completa aqui:

BLASTED MECHANISM: 30 Anos Luz

Na noite de 12 de abril de 2025, a Sala Tejo da MEO Arena, em Lisboa, foi palco de uma celebração épica: os Blasted Mechanism comemoraram 30 anos de carreira com um concerto inesquecível A noite começou com Jazzy Moon, natural de Cascais, a cantora que se deu a conhecer em 2021 começou cedo na música, ou não fosse filha de um músico (Valdjiu, dos Blasted Mechanism), trouxe uma sonoridade R&B alternativo, hipnótico e experimental. Galeria completa aqui: Ás 21,30h a Sala Tejo da MEO Arena estava quase cheia e ansiosa pela entrada em cena dos Blasted Mechanism. Formada em 1995 por Valdjiu e Karkov para ser uma  banda diferente no espectro musical português e definem-se como um projecto artístico de música tocada por seres de outro mundo!! A banda é conhecida pela sua fusão única de rock, eletrónica e elementos de músicas tradicionais, proporcionou uma experiência sensorial intensa, marcada por visuais futuristas e uma energia contagiante. Os Blasted Mechanism entraram em palco com uma explosão de energia, com os seus trajes futuristas, máscaras extravagantes e coreografias robóticas. A mistura de ritmos tribais, guitarradas pesadas e eletrónica manteve o público em movimento constante. O espectáculo contou com os antigos membros Karkov e Winga, para recordar os primeiros 30 anos de vida, transformando o evento num reencontro histórico que reforçou o impacto dos Blasted Mechanism no panorama musical nacional .​ O concerto começou com “Battle of Tribes” do álbum “Sound In Light” de 2007  seguindo-se “Believe” e “Are you Ready”. O palco estava transformado num cenário futurista e psicadélico onde não faltou fogo intenso capaz de assar dezenas de leitões! Foram revisitados praticamente todos os álbuns e além das músicas emblemáticas que marcaram as últimas três décadas a banda apresentou o novo single “Come With Us”, antecipando o álbum previsto para 2025. Valdjiu (bambuleco, calachacra, guitarras), Ary (baixo), Guitshu (voz, teclados), Fred Stone (bateria) e, mais recentemente, Riic Wolf (voz) ajudados pelos já citados Karkov e Winga tornaram a noite especial para o publico, composto por fãs fieis e curiosos, jovens e menos jovens, deixando, a quem compareceu na Sala Tejo uma sensação de ter viajado para outra dimensão. Venham mais 30?! Galeria completa aqui:

Blasted Mechanism | Sala Tejo

Nascidos em 1995, os Blasted Mechanism são uma banda atualmente composta por Valdjiu, Guitshu, Fred Stone, Riic Wolf e Ary. Com mais de uma dezena de discos editados, já conquistaram um Globo de Ouro e foram distinguidos com três nomeações para o MTV Best Portuguese Act. Pisaram os maiores palcos nacionais e passaram por tantos outros lá fora, como o do emblemático festival de Glastonbury. Incontornáveis na música portuguesa, fundem rock com electrónica e elementos de diversas músicas tradicionais do mundo. São um projeto original de fusão, com uma identidade vincada, que muito se reflete nas performances marcantes, que são verdadeiras experiências de catarse. Os Blasted Mechanism são sinónimo de power, representam uma força vanguardista e inesgotável de entretenimento, um modo inconformado de se estar na vida. Agora é tempo de celebrar o legado e de construir novas páginas de história. Contudo, no horizonte está, acima de tudo, um concerto especial de comemoração de 30 anos de carreira, marcado para 2025. Os Blasted Mechanism sempre se destacaram pelas suas performances disruptivas e contagiantes, são uma banda de palco. Os preparativos começam agora, ao som de “Come With Us”, em torno do qual reúnem os fiéis rebeldes aos quais chamam família.