North Festival – Dia 2

O segundo dia do North Festival começou com a artista brasileira Liniker, que deu oúltimo concerto da Tour na Europa. Muitos músicos e cantores no palco, que animaramo público presente com uma alegria contagiante. Liniker entrou com um fato de treinorosa, dançando e puxando pelo público.Liniker desfilou as suas músicas que variam entre o MPB, Soul. “Papo reto”, “Fazassim”, “Caju”, entre outras fez as delícias dos fãs presentes. Fotos: Mario Monteiro/Imagem do Som Com lotação esgotada no terceiro dia para assistir aos The Cure, a segunda noite tevemais público que a primeira. The Waterboys foram segunda banda atuar na noite.Fundados pelo vocalista e guitarrista escocês Mike Scott, fizeram muito sucesso nosanos 80 com os álbuns “This The Sea” e “Fisherman’s Blues”. A sonoridade Rock,Country, misturadas com a energia de piano e órgão fazem com que os Waterboystenham uma sonoridade única.Mas os Waterboys não vivem apenas de revivalismos e dos êxitos dos anos 80. O grupotocou algumas faixas do álbum editado em 2024 “Life, Death and Dennis Hopper” e oseu último single “Don’t Even Have to Say His Name”, editado há cerca de um mês.The Waterboys vão deixar saudades no público português. Fotos: Mario Monteiro/Imagem do Som E o último grupo da noite, e cabeças de cartaz do segundo dia eram os Europe,uma banda de rock formada em 1979 na Suécia pelo vocalista Joey Tempest eguitarrista John Norum. A banda de Hard Rock não defraudou os milhares de fãs que sedescolaram á Cidade da Maia. Energia, profissionalismo, músicas que nos fizeramviajar para o passado com a voz de Joey Tempest ao comando segura e poderosa, sendoo maestro da banda.“The Final Countdown” foi a última música que os Europe tocaram, e ao deixar para ofim um dos maiores Hit’s dos anos 80, e o maior da banda, não é por acaso. Os fãs ficamaté ao fim do concerto e a banda desfilou antes outras grandes músicas, como“Cherokee”, “Superstitious” e “Carrie”. O público estava com os olhos colados aopalco, hipnotizados por esta grande banda, que não se limita ao seu maior êxito. Quandoagradeceram e saíram do palco deixaram já saudades. Grande concerto. Fotos: Mario Monteiro/Imagem do Som
The Waterboys actuam no Porto

Os The Waterboys, banda de culto escocesa, liderada pelo carismático cantor e guitarrista Mike Scott, regressam a Portugal para um concerto único no dia 12 de dezembro, na Super Bock Arena, no Porto. Reconhecidos como uma das melhores bandas ao vivo, do mundo, os The Waterboys apresentam-se com uma formação de luxo: dois teclistas — Brother Paul, de Memphis, e James Hallawell, da Cornualha —, e uma potente secção rítmica, composta pelos irlandeses Aongus Ralston (baixo) e Eamon Ferris (bateria). Em palco, reconfiguram temas de todas as fases da carreira: desde a era “big music” de The Whole Of The Moon e do clássico álbum This Is The Sea, à fase mais folk de Fisherman’s Blues, sem esquecer os discos mais recentes, que exploram soul, funk e country-rock com a liberdade criativa que sempre os definiu. Em 2025, os The Waterboys estão na estrada com o seu audacioso novo álbum, Life, Death And Dennis Hopper — editado pela lendária Sun Records —, inspirado na vida do icónico ator americano. Mas os grandes clássicos da banda não vão faltar: A Girl Called Johnny (1983), The Whole of the Moon (1985), Fishermans Blues (1988) ou How Long Will I Love You (1990) entre muitos outros. Os espetadores podem contar com uma noite repleta de clássicos, novas sonoridades, improvisação e uma energia inigualável, como promete Mike Scott: “Os Waterboys vivem para a experiência de tocar ao vivo, de sentir a nossa música evoluir e crescer a cada apresentação. Nada nos faz mais felizes do que ver uma longa lista de datas de concertos. Como é que a música irá mudar? O que acontecerá que nunca aconteceu antes? Quão divertido e emocionante pode ser, para nós e para o público? Só quem vier ver, é que vai saber.”