Perante um Super Bock Arena lotado, Morrissey foi igual a si próprio. Irreverente, os seus concertos nunca são iguais aos anteriores, entrando num diálogo constante com o público que o adora. O concerto do Porto não foi diferente. Com um alinhamento diferente dos espetáculos anteriores, talvez por ser o encerramento da Tour, a sua voz, que parece eterna, levou-nos ao passado quando era vocalista dos “The Smiths”.













Não deixou de cantar os seus maiores êxitos, nem de deixar a sua mensagem forte contra as touradas, através da passagem de imagens chocantes. Depois de duas passagens por Portugal, este foi o seu melhor concerto, e vai deixar muitas saudades. O encore, como quase sempre foi o eterna “There Is a Light That Never Goes Out”, que terminou com uma pequena evasão do palco por alguns fãs.












Eis o alinhamento deste espectáculo, muito, muito especial, organizado pela Lasttour:
1. Billy Budd
2. The Youngest Was the Most Loved
3. First of the Gang to Die
4. Shoplifters of the World Unite (The Smiths cover)
5. How Soon Is Now? (The Smiths cover)
6. Now My Heart Is Full
7. Kerching Kerching
8. A Rush and a Push and the Land Is Ours (The Smiths cover)
9. Make-Up Is a Lie
10. Zoom Zoom the Little Boy
11. Life Is a Pigsty
12. Sure Enough, the Telephone Rings
13. The Bullfighter Dies
14. I Know It’s Over (The Smiths cover)
15. Piano instrumental
16. Everyday Is Like Sunday
17. The Monsters of Pig Alley
18. Suedehead
19. Irish Blood, English Heart
20. Jack the Ripper
21. There Is a Light That Never Goes Out (The Smiths cover)
Fotos e texto: Mário Rui Monteiro