DURAN DURAN – Free To Love Tour passa por Lisboa

Com mais de quatro décadas de carreira, mais de 100 milhões de discos vendidos e um legado que continua a influenciar gerações de artistas e fãs em todo o mundo, a banda britânica é uma das mais importantes e duradouras da música contemporânea. Autores de clássicos como Hungry Like The Wolf, Rio, Ordinary World, The Reflex e Come Undone, os Duran Duran construíram um repertório que atravessa décadas e permanece relevante até aos dias de hoje. Em 2022, foram distinguidos com a entrada no Rock & Roll Hall of Fame, reforçando um percurso marcado pela constante reinvenção artística. A relação da banda com Portugal remonta a 1982, ano das suas primeiras atuações no país. Quarenta anos depois, regressaram como cabeças de cartaz do Rock in Rio Lisboa, protagonizando um dos momentos mais marcantes da edição. Agora, voltam a encontrar-se com o público português para um espetáculo exclusivo na maior sala de concertos do país. Uma oportunidade rara para assistir ao vivo a uma das bandas mais icónicas da história da música, num concerto que reúne alguns dos temas mais marcantes das últimas décadas e continua a conquistar públicos de todas as gerações. Fotos: Facebook Duran Duran
Um Silencioso-bonito Tributo A Carlos Tê

Menos de um ano depois Rui Veloso regressou ao Campo Pequeno para dizer um ‘até já’ ao público que o traz diariamente no coração. Após celebrar os 45 anos de carreira no Campo Pequeno com a Orquestra Sinfónica da GNR conduzida por John Beasley, o artista portuense regressou à mítica sala lisboeta numa noite memorável. Num palco em formato 360 graus incorporando a tecnologia adoptada por Ed Sheeran aquando da sua “360º Tour” onde o artista estava de frente para tudo e todos – embora aqui numa rotação mais lenta – Rui Veloso subiu a palco no seu ‘Cavaleiro Andante’ acompanhado de um trio luxuoso (luxuoso poderá ser pouco) de músicos: Alexandre Manaia (guitarras acústicas), Eduardo Espinho (baixo, guitarra e cavaquinho acústicos) e João Caetano (percussões). Os concertos intimistas e de cariz mais acústico não são novidade para aquele que é o Pai do Blues em Portugal. Poucas serão as famílias que não têm/tiveram na sua estante o mítico trabalho ao vivo “O Concerto Acústico”. As aparições de Rui Veloso em formato trio também já são um costume com meia dezena de anos. Mais do que as bonitas harmonias vocais e instrumentais, este formato minimalista privilegia a palavra dotando-a de uma beleza-profundidade que tocam na alma. Palavras essas que foram escritas noutro século por Carlos Tê na mais bem-sucedida colaboração deste género em Portugal. Palavras essas entoadas a uma só voz em temas como ‘Primeiro Beijo’ ou ‘Porto Sentido’ num Campo Pequeno praticamente lotado. E se o ‘Prometido É Devido’, também é certo que Rui Veloso permanece alguém com sentido de humor e com gratidão para com os seus. Fez, por isso, questão de trazer o nome de Carlos Tê a palco, numa salva de palmas tocante. Tocante foi, também, a menção a Luís Represas e a Jorge Palma por parte do já eterno ‘Chico Fininho’. Afinal de contas, agora ‘Há Estrelas No Céu’. Nos tempos mais próximos Rui Veloso vai recolher-se. Tal também não é novidade nem a primeira vez. Para preencher o vazio que o hiato irá criar existe sempre a ‘Paixão (Segundo Nicolau da Viola)’ e a memória de uma noite onde só faltou o ‘Postal dos Correios’ ter sido entregue a horas. Alinhamento:Cavaleiro AndanteAfuradaBairro Do OrienteSaiu Para A RuaSei De Uma CamponesaPorto CôvoA Explicação Das EstrelasNunca Me Esqueci De TiCanção De AlternePrimeiro BeijoPorto SentidoA Gente Não LêO Prometido É DevidoTodo O Tempo Do MundoJá Não Há Canções De AmorUm Trolha D’areosaBeirãLado LunarAs Meninas Da Ribeira Do SadoChico Fininho Encore:Má FortunaNão Me MintasNão Há Estrelas No CéuA Paixão (Segundo Nicolau Da Viola) Texto: Diogo Santos Fotos: Facebook Rui Veloso Oficial
Que Se Brinde A Djavan!

Apenas dois anos depois de fechar a IV edição do Festival Jardins do Marquês, Djavan voltou a Lisboa para “Djavanear Só Sucessos” numa noite feliz e de guardar na memória. Logo no início do concerto o artista fez questão de dizer que Portugal era a sua “segunda pátria”. Não há muitos artistas brasileiros com longas carreiras que se possam efectivamente “gabar” disso: Caetano Veloso, Chico Buarque, Gal Costa, Gilberto Gil, Ivete Sangalo e Titãs (na sua formação original). Apesar da língua-comum, a travessia radiofónico-atlântica não é algo propriamente comum. Em ambos os sentidos. A comemorar 50 anos de carreira, Djavan mostrou ser uma dessas raras e bonitas excepções. Num Pavilhão Atlântico absolutamente lotado – literalmente a “abarrotar” – houve direito a 110 minutos de clássicos intemporais naquilo que podia ter sido uma noite perfeita. Mas não foi. À semelhança do que acontecera aquando da passagem de Eros Ramazzotti pela maior sala de espectáculos do país, e exactamente pela mesma razão, a segurança voltou a ter um comportamento digno de reflexão… O artista convida o público a levantar-se, dançar e chegar-se perto, a segurança contraria e anda, desenfreada e continuamente, a tentar sentar cada um dos espectadores. Para visível incómodo do próprio artista que, já na recta final do espectáculo, reiterou a sua vontade de ver o público levantado e perto dele. O público, entre o desejo de celebrar a carreira do artista brasileiro e a saturação de ser perturbado pela segurança, aderiu em massa, restando à segurança a rendição. As normas fazem falta. Mas havendo civismo, quão ilógico é contrariar o apelo do único motivo para a reunião de toda uma multidão – o artista? Entre a ‘Boa Noite’ que, apesar de tudo, se estava a viver, Djavan deixou, igualmente, para reflexão a questão política vivida no seu país (Brasil), pedindo para se “defender a democracia”. Apesar de ‘Meu Bem Querer’ e ‘Oceano’ tocadas a solo por Djavan terem tocado no coração dos presentes, ‘Um Brinde’ tem de ser feito à banda que acompanha o artista: Rafael Rocha (trombone), Jessé Sadoc (trompete), Marcello Martins (saxofones e flauta), Paulo Calasans (piano), Renato Fonseca (teclados), Torcuato Mariano (guitarra), Felipe Alves (bateria) e Marcelo Mariano (baixo). Pintada em tons encantadores de ‘Lilás’, o ‘Amor Puro’ do cantor septuagenário por Portugal foi comprovado quando este convidou Mariza para subir ao palco e cantar este tema lançado no virar do século. Gostar da obra de Djavan pode ser uma mera ‘Sina’. Mas, ‘Se…’ o é, é uma sina vibrantemente feliz. Que mais se pode querer? Texto e Fotos: Diogo Santos
Ron Wood Desfilou Em Lisboa Sem Ficar Na Memória

Pela primeira vez em nome próprio Ron Wood tocou em Portugal. No entanto, não há como esconder que lhe faltou o charme que só junto dos The Rolling Stones consegue ter. Há coincidências que dão que pensar. Um Rolling Stone estrear-se em Portugal no dia de aniversário de Zé Pedro, um dos maiores fãs da banda? Sim, aconteceu. Talvez por isso entre os presentes estivessem João Cabeleira, Kalú e Eduardo Nunes (roadie de Zé Pedro durante 22 anos). Mas desengane-se quem pense que o recinto estava lotado. Longe disso. Muito longe disso. A audiência presente caberia no clubbing do Coliseu – e, em abono da verdade, teria sido bem mais interessante ver um concerto de rock em pé do que sentado – mas o estatuto de Ron Wood assim não o permitiu. Na impossibilidade dos The Rolling Stones seguirem em tournée neste ano – trabalho novo e vontade de o apresentar havia, mas a política de bilheteira que alguns promotores tentaram impor impediu que essa vontade se materializasse em palco – Ron Wood decidiu apresentar-se a solo com o mote de assinalar a data de 60 anos a pisar palcos. Aproveitar para viajar com a família pelo globo de forma mais pacata, trabalhar com alguns amigos de longa data – Andy Newmark (bateria), Johnny Lee Schell (guitarra), Andy Wallace (teclados), Willie Weeks (baixo) e Imelda May e Chanel Haynes nas vozes – e tocar alguns temas que raras vezes tem possibilidade de tocar. Mas “pouco mais” que isso. Com um mero pano de fundo com o cartaz da digressão e jogando à defesa na disposição do palco a ser em tudo igual à utilizada pelos-nos The Rolling Stones (inclusive a configuração da bateria), a verdade é que o guitarrista não sabe ser frontman. E tal foi gritantemente visível nas músicas da banda que integra desde 1981. O alinhamento em si reflectiu a sua carreira-prestígio não só na supra citada banda britânica mas também nos The Faces, bem como as influências blues & soul do septuagenário com Imelda e Chanel a brilharem vocalmente nas versões escolhidas de Jimmy Reed, Tina Turner, Aretha Franklin e Willie Dixon. Em suma, a última data europeia da digressão “Fearless” foi uma noite em que se assistiu a um belo desfile de canções e de músicos, embora tal não tenha significado um concerto para ficar na memória. Alinhamento:It’s Only Rock ‘n’ Roll (but I Like It) (The Rolling Stones)Am I Grooving YouTake It EasyFlying (Faces)Hey Negrita (The Rolling Stones)Seven DaysRemember (Walking in the Sand) (The Shangri‐Las cover)You’re So FineBaby What You Want Me to Do (Jimmy Reed cover)Show Me (Johnny Winter cover)Mystifies MeRiver Deep, Mountain High (Tina Turner cover)Country Honk (The Rolling Stones)Chain of Fools (Aretha Franklin cover)Boogie Disease (Doctor Ross cover)Spoonful (Willie Dixon cover)Ooh La La (Faces)Can’t You Hear Me Knocking (The Rolling Stones) Outlaws Encore:Dust My Room | Black Limo | Beats | Plynth | Gasoline | (solo)Stay With Me (Faces) Fotos: Facebook Ronnie Wood Texto: Diogo Santos
MYRATH Wilderness of Mirrors

Os tunisinos Myrath regressam a Lisboa para apresentar a digressão “Wilderness of Mirrors – Second Strike”, num espetáculo que promete uma fusão arrebatadora entre metal progressivo e sonoridades do Médio Oriente. Reconhecidos pela sua identidade única e cinematográfica, os Myrath constroem verdadeiras paisagens sonoras onde riffs poderosos, melodias orientais e uma produção visual envolvente se unem numa experiência imersiva.Com uma carreira internacional consolidada e presença regular nos maiores festivais europeus, a banda traz à República da Música no próximo dia 22 de Outubro um concerto intenso e teatral, onde técnica, emoção e exotismo se cruzam num espetáculo hipnótico. Uma noite imperdível para fãs de metal progressivo e para todos os que procuram algo verdadeiramente diferente e memorável.A dar início à noite, vamos ter os Roses of Thieves. Com uma sonoridade moderna que cruza metal melódico, elementos progressivos e uma forte componente atmosférica, os Roses of Thieves têm vindo a afirmar-se como uma das bandas emergentes mais interessantes da nova geração do metal europeu.
BRYAN ADAMS – ROLL WITH THE PUNCHES

O rockeiro canadiano Bryan Adams anunciou uma nova série de datas de digressão europeia, em apoio ao seu aclamado álbum de 2025, Roll With The Punches. O cantor e compositor multi-platina levará o seu característico espetáculo ao vivo, cheio de energia, a arenas por toda a Europa a partir de 27 de setembro. Recém-lançado pela Bad Records, Roll With The Punches volta a provar porque é que Adams continua a ser um dos artistas mais dinâmicos do mundo. Nomeado para o JUNO Award de 2026 na categoria de Álbum de Rock do Ano, o álbum apresenta a sua inconfundível mistura de rock antemático, riffs de guitarra intensos e composição emotiva, combinando temas marcantes e cheios de ritmo com momentos de reflexão que captam a resiliência e o espírito que definiram a sua carreira. As novas músicas já começam a ganhar lugar no alinhamento dos concertos, ao lado de clássicos intemporais como “Summer of ’69”, “Heaven”, “Run to You” e “(Everything I Do) I Do It For You”, prometendo aos fãs um setlist que atravessa gerações. Com décadas de êxitos no topo das tabelas, digressões esgotadas e atuações ao vivo inesquecíveis, Bryan Adams continua a apresentar um espetáculo de arena que une fãs de todo o mundo. Esta digressão europeia promete noites memoráveis com novas músicas, temas raros e as canções que já fazem parte do ADN musical global. Pacotes VIP especiais também estarão disponíveis para os fãs que queiram ficar mesmo perto da ação. Os benefícios incluem os melhores bilhetes da sala, acesso a uma sessão de perguntas e respostas antes do espetáculo com Bryan Adams, uma visita exclusiva aos bastidores da produção, uma edição VIP em vinil autografada e muito mais. O artista passará por Portugal nos dias 17 e 18 de novembro na Super Bock Arena e 20 e 21 de novembro na MEO Arena
ANASTACIA

#NTK Tour passa por Lisboa Anastacia dá concerto em nome próprio no Sagres Campo Pequeno, no próximo ano, a 27 de outubro de 2026 com a #NTK Tour. Dotada de uma das vozes mais poderosas e reconhecíveis da história da música, a ícone internacional Anastacia iniciou a sua carreira em 1999, tornando-se apenas dois anos depois na “Artista Pop Feminina Estreante Mais Vendida do Mundo”. A voz lendária por detrás de êxitos multiplatinados como “I’m Outta Love”, “Paid My Dues” e “Left Outside Alone” vendeu mais de 30 milhões de discos em todo o mundo, somando mais de 225 prémios em 31 países e #1 em 19 territórios ao longo da sua notável trajetória. Após celebrar o 22.º aniversário do seu single de estreia “I’m Outta Love”, Anastacia embarcou na digressão europeia “I’m Outta Lockdown – The 22nd Anniversary Tour”, que esgotou salas por toda a Europa e no Reino Unido. Em 2023, a artista deu início a um novo capítulo com o lançamento de “Our Songs”, um tributo pessoal às maiores melodias alemãs que descobriu ao longo das suas tournées pela Alemanha — um país que sempre a recebeu de braços abertos, onde já vendeu mais de 3 milhões de álbuns.
JUNGLE no MEO Arena em Lisboa

Jungle estão de passagem em Portugal com um concerto marcado para o dia 24 de outubro, na MEO Arena, em Lisboa. Este espetáculo integra a nova digressão mundial do grupo, que passará por várias cidades da Europa, América do Norte e Austrália. A acompanhar o anúncio, chega também a confirmação do novo álbum: Sunshine, lançado em Agosto e que inclui o single “Carry On”. A nova tour surge num momento de forte afirmação da banda, que tem vindo a esgotar grandes salas como a The O2 Arena e a marcar presença em festivais de referência como o Coachella e o All Points East. Entre os temas mais populares do grupo destacam-se “Volcano” e o seu maior êxito, “Back On 74”. Formados em 2013, em Londres, por Tom McFarland e J Lloyd, aos quais se juntou Lydia Kitto em 2024, os Jungle destacam-se por uma sonoridade que cruza disco moderno, soul e hip-hop, aliada a uma forte componente visual. O álbum de estreia homónimo, lançado em 2014, entrou diretamente para o Top 10 do Reino Unido, feito que voltaram a alcançar com For Ever (2018) e Loving In Stereo (2021). O regresso à capital portuguesa promete, assim, um espetáculo vibrante e cheio de energia, num dos maiores palcos do país.
A Tournée “A Placebo 30th Annivesary” começou na Super Bock Arena, espetáculo há muito esgotado

Os Placebo começaram a digressão dos 30 anos de carreira no Porto. A banda comandada por Brian Molko apresentou um alinhamento centrado nos primeiros anos, com músicas retiradas principalmente dos álbuns “Placebo” e “Without You I´m Nothing”. O concerto incluiu o novo tema “Hellen Keller”, lançado no dia do espetáculo, em estreia mundial ao vivo. Além dos seus êxitos, tocaram também os temas “I Feel You” dos Depeche Mode e “Running Up That Hill” de Kate Bush. Fora do Super Bock Arena alguns cartazes a proibir o uso de telemóveis para fotografar ou filmar. Dentro do recinto também alguns avisos, mas houve sempre algumas tentativas de filmagem, como era de esperar. Alguns fãs foram colocados fora da sala. A banda foi formada em Londres pelo vocalista e guitarrista Brian Molko, figura andrógena e pelo guitarrista e baixista Stefan Olsdal em 1994. Em 1996 lançam o álbum “Placebo”, e alcançam um sucesso imediato, principalmente na Europa. Em 1999 regravam “Without You I´m Nothing” com David Bowie, tocando-a juntos ao vivo em Nova Iorque. Bowie foi crucial para o grupo ganhar visibilidade mundial, e Brian Moko refere-se a ele como “um grande amigo e mentor que moldou a sua visão artística”. Moko tem “Bowie” tatuado no braço direito, numa alusão ao álbum “BlackStar”, numa homenagem ao artista falecido em 2016. O concerto foi enérgico e intenso, maravilhando os milhares de fãs. Antes dos aguardados Placebo, Elisabeth Elektra aqueceu o público, e foi uma boa surpresa. A artista escocesa com um Rock simples, com uma forte presença visual no palco encantou os fãs dos Placebo. Alinhamento do concerto no Porto: -Pure Morning-Come Home-You Don’t Care About Us-Teenage Angst-Bionic-Without You I’m Nothing-Allergic (to Thoughts of Mother Earth)-36 Degrees-I Know-Brick Shithouse-Scared of Girls-My Sweet Prince-Hellen Keller-Lady of the Flowers-Bruise Pristine-Nancy Boy Encore-Every You Every Me-I Feel You (Depeche Mode)-Running Up That Hill (A Deal With God) – Kate Bush Fotos e textos: Mário Rui Monteiro @imagemdosom
NEVERMORE REGRESSAM A PORTUGAL EM 2027!

Um dos regressos mais aguardados do metal chega finalmente a Portugal. No dia 22 de maio de 2027, os NEVERMORE sobem ao palco da República da Música, em Lisboa, integrados na Liminal Spaces European Tour 2027. Depois do regresso aos palcos europeus em 2026, Jeff Loomis e Van Williams trazem agora os Nevermore de volta numa extensa digressão em nome próprio, enquanto a banda trabalha também num novo álbum. A acompanhá-los estarão os RIVERS OF NIHIL, como special guests, e os britânicos URNE, para uma noite que reúne três forças distintas do metal contemporâneo. NEVERMORE + RIVERS OF NIHIL + URNE 22 MAIO 2027 · REPÚBLICA DA MÚSICA · LISBOA