CAMIÕES, MOTARDS E MÚSICA: O ROCK IN RIO LISBOA CHEGA OFICIALMENTE À CIDADE

ARRANCAM HOJE AS MONTAGENS DA MAIOR EDIÇÃO DE SEMPRE DO FESTIVAL EM PORTUGAL ORGANIZAÇÃO PREPARA UM PLANO DE MOBILIDADE REFORÇADO COM O APOIO DA CARRIS E DE MAIS DEZ PARCEIROS ESTRATÉGICOS, E RECOMENDA: TRANSPORTES PÚBLICOS SÃO A MELHOR OPÇÃO PARA CHEGAR À CIDADE DO ROCK (#EUVOUDETRANSPORTES) A menos de 100 dias da maior edição de sempre do rock in rio lisboa, festival marca hoje o início das montagens da cidade do rock com o momento da chegada dos primeiros camiões; Camiões do festival e de parceiros atravessaram a ponte vasco da gama e deram a volta à cidade de lisboa em cortejo, acompanhados por um grupo de motards, num momento simbólico que marcou o arranque desta operação; Organização prepara um plano de mobilidade reforçado, com a carris a assumir a operação do shuttle estação do oriente–cidade do rock, e mais dez parceiros estratégicos que se juntam para fazer a operação de chegada e saída do público vindo de lisboa e de todo o país; #euvoudetransportes: o trânsito estará condicionado nas proximidades do recinto e não será possível chegar de carro ao festival, pelo que é recomendada a deslocação através de transportes públicos e do shuttle carris; O festival regressa à cidade do rock nos dias 20, 21, 27 e 28 de junho de 2026. Os bilhetes para os quatro dias de evento encontram-se à venda nos locais habituais. Em 2026, o Rock in Rio Lisboa cresce, com uma expansão superior a 25 mil m² na Cidade do Rock, reforçando o conforto e a experiência do público. Ao longo dos dias 20, 21, 27 e 28 de junho, o evento contará com atuações de peso no Palco Mundo, Palco Music Valley, Palco Super Bock e BacanaPlay Digital Stage, além de diversas atrações e ativações de marca, incluindo o espetáculo aéreo inédito The Flight, criado especialmente para esta edição. Lisboa volta, assim, a afirmar-se como um destino de referência no turismo de entretenimento, com um investimento reforçado em novas áreas e espaços, tanto para o público geral como para o segmento corporativo.

Rock In Rio Lisboa 2026: a pouco mais de 3 meses do inicio do festival o cartaz ainda não está fechado.

Até ao momento, o cartaz do Rock in Rio Lisboa 2026 ainda não está totalmente fechado, embora já conte com grandes confirmações para os dois fins de semana no Parque Tejo. O festival continua a anunciar novos nomes, com as atualizações mais recentes a ocorrerem em março de 2026.  Aqui estão os destaques do cartaz anunciado até agora: Recentemente, Lola Índigo foi confirmada como headliner do Palco Super Bock.  O site oficial do Rock In Rio indica que “brevemente haverá mais novidades”, sugerindo que ainda faltam preencher espaços nos palcos secundários e detalhes da programação. 

A qualidade do concerto dos SUEDE no Porto incluído na Antidepressant UK & Europe Tour, merecia um Super Bock Arena esgotado

Não foi isso que aconteceu, e os lugares vazios foram muitos, possivelmente devido a ser o dia do pai, e o FC Porto jogar na mesma cidade. Mas isso não impediu dos Suede darem tudo, e o vocalista Brett Anderson, um animal em palco, interagir com os fãs todo o concerto, descendo para a beira do público, chegando a cantar no meio deles. Apesar do auge da banda britânica ter acontecido nos anos 90, os Suede nunca deixaram de olhar para o futuro, e prova disso é o excelente álbum lançado em 2025, “Antidepressants”, que deu nome à Tour pela europa. A noite começou, sem atrasos com a banda “Swim School”, uma banda de Rock alternativo de Edimburgo, Escócia, que aqueceu o público. O concerto dos Suede começou com o tema do novo álbum “Disintegrate”, pleno de energia que acordou de imediato a sala. Brett Anderson com a sua voz inconfundível, evadiu o Super Bock Arena deixando os olhos dos fãs presos à energia do vocalista dos Suede. Seguiu-se o tema clássico “Trash” do álbum “Coming Up” de 1996. O concerto foi uma ponte entre o passado e o presente. “We are the Pigs”, “Personality Disorder” e “Sabotage”, e depois um regresso mais atrás com “New Generation”, “Filmstar” e “Can´t Get Enough”. Brett Anderson suava, deitava-se, ajoelhava-se, descia do palco, pedia aos fãs para cantar. Um espetáculo contagiante. Os Suede voltaram novamente ao novo álbum, com os excelentes temas “June Rain” e “Trance State”, nunca deixando de ter o público na sua mão. O final foi em êxtase. O Glam Rock puro, que encantou milhões de fãs em todo o mundo nos anos 90, voltou com “Still Life”, “So Young”, e “Metal Mickey”. De fora ficou o tema “She´s in Fashion”, por opção da banda. No fim, e quando as luzes se acenderam, ficou o encanto de um concerto inesquecível. Fotos: Mario Monteiro/Imagem do Som

Motionless In White em Lisboa: O Pesadelo Perfeito

A Sala Tejo da MEO Arena transformou-se no epicentro do metalcore moderno. Os concertos de Motionless in White, Dayseeker e Make Them Suffer no passado sábado, 7 de março de 2026, marcaram uma noite histórica para o metal moderno em Lisboa, com lotação praticamente esgotada e ambiente de euforia constante. A abertura coube aos australianos Make Them Suffer, que transformaram a curiosidade inicial num envolvimento genuíno. O grande trunfo dos Make Them Suffer continua a ser o contraste dinâmico: os guturais viscerais de Sean Labinsky cruzam-se com a elegância melódica de Alex Reade nos teclados e vozes, conseguindo, em pouco mais de meia hora, conquistar a sala e gerar os primeiros momentos de verdadeira afinidade com o público . Seguiram-se os californianos Dayseeker, cuja ascensão no cenário do pós-hardcore se tornou evidente. Rory Rodriguez entregou uma das melhores performances vocais que a Sala Tejo já viu. Desde os primeiros acordes de “Pale Moonlight”, ficou claro que o público conhecia profundamente o repertório, cantando em uníssono refrões de temas como “Crawl Back to My Coffin”, “Sleeptalk” e “Neon Grave”. O clímax da noite chegou com a actuação dos Motionless In White, banda americana de metalcore originária de Scranton, Pensilvania, formada em 2004 pelo vocalista Chris “Motionless” Cerulli, o único membro original da banda. O espetáculo dos Motionless In White é uma experiência imersiva: luzes, fogo, estética gótica e um som que funde o metalcore com o industrial de forma impecável. A banda, que fez a sua estreia em Portugal, trouxe a produção completa da digressão, com um palco de vários níveis, enormes painéis visuais, pirotecnia e a presença das Cherry Bombs, que adicionou uma camada teatral e provocadora ao espetáculo e que com as suas rebarbadoras espalharam faíscas pelos quatro cantos do palco. O concerto arrancou com “Meltdown”, “Sign of Life” e “A.M.E.R.I.C.A.”, num alinhamento que equilibrou temas mais recentes com clássicos como “City Lights”.  Chris é um frontman magnético, mantendo o público na palma da mão tanto nos momentos mais intensos como “Slaughterhouse”, como nos hinos mais emocionais como “Nothing Ever After”. No final, o concerto confirmou-se como um momento memorável, um espetáculo completo, combinando sonoridade industrial, estética sombria e teatral e uma produção visual poderosa, transformando a Sala Tejo num cenário digno de cinema de terror moderno.

KREATOR “Krushers Of The World Tour” vem a Lisboa

No dia 20 de Março, a Sala Tejo da MEO Arena recebe a única data portuguesa da digressão “Krushers Of The World Tour” Um encontro raro que reúne num mesmo cartaz quatro nomes de referência que ajudaram a moldar e continuam a redefinir o som extremo. Os alemães Kreator, os britânicos Carcass, os norte-americanos Exodus e Nails representam não apenas diferentes geografias, mas também distintas fases da evolução do género, criando um alinhamento que atravessa mais de quatro décadas de história musical.

KREATOR em Lisboa

QUATRO GERAÇÕES DO METAL EXTREMO UNEM-SE NUMA SÓ NOITE EM LISBOA A KRUSHERS OF THE WORLD TOUR chega Portugal em Março de 2026 com KREATOR, CARCASS, EXODUS e NAILS No dia 20 de Março de 2026, a Sala Tejo da MEO Arena, em Lisboa, recebe a única data portuguesa da digressão Krushers Of The World Tour, um encontro raro que reúne num mesmo cartaz quatro nomes de referência que ajudaram a moldar e continuam a redefinir o som extremo. Os alemães KREATOR, os britânicos CARCASS, os norte-americanos EXODUS e NAILS representam não apenas diferentes geografias, mas também distintas fases da evolução do género, criando um alinhamento que atravessa mais de quatro décadas de história musical. Nesta ocasião, os lendários KREATOR regressam uma vez mais a Portugal como cabeças de cartaz, trazendo consigo não apenas o legado de mais de quarenta anos de carreira, mas também novo material. Na sequência do explosivo «Hate Über Alles», lançado em 2022, o quarteto liderado por Mille Petrozza prepara-se para editar o seu muito aguardado novo álbum de estúdio, intitulado «Krushers Of The World», em Janeiro de 2026, que vai estar no centro da tour. Esta será, portanto, uma oportunidade única para o público luso ouvir pela primeira vez ao vivo algumas das novas canções, ao lado de clássicos como «Pleasure to Kill», «Phobia» ou «Violent Revolution». “Estamos extremamente entusiasmados por começar o novo ano com o lançamento do nosso mais recente álbum, «Krushers Of The World», que chega a 16 de Janeiro de 2026!”, diz Mille Petrozza. “Mas isso não é tudo! No dia 20 de Março, arrancamos para a estrada com a maior produção que alguma vez tivemos. Será uma noite de metal implacável, com a participação dos nossos irmãos de armas Carcass, Exodus e também os poderosos Nails. Este momento marca o início de um novo e entusiasmante capítulo para a banda, e mal podemos esperar para que experienciem os novos temas ao vivo, juntamente com uma seleção de clássicos antigos e recentes. Hail to the hordes! \m/”. Ao lado de Petrozza e companhia surgem os CARCASS, referência indiscutível do metal britânico e precursores de várias linguagens extremas. Desde a brutalidade crua de «Symphonies Of Sickness» até ao estatuto de fundadores do death metal melódico com «Heartwork», Jeff Walker e Bill Steer são um caso único de reinvenção contínua. Após o regresso com «Surgical Steel», lançado em 2013, e a confirmação da vitalidade artística com o aplaudido «Torn Arteries», de 2021, o grupo continua a oferecer concertos que percorrem toda a sua história, equilibrando a visceralidade do grindcore inicial com a sofisticação melódica que lhes trouxe reconhecimento mundial. A presença da dupla de fundadores mantém intacta a identidade inconfundível de uma banda que marcou várias gerações. Pioneiros da infame cena thrash da Bay Area, os EXODUS regressam a Portugal numa fase criativa renovada. Depois da edição do colossal «Persona Non Grata», de 2021, o grupo trocou novamente de vocalista e prepara-se para editar um novo disco em 2026, cujas primeiras faixas de avanço vão certamente fazer parte do alinhamento interpretado nesta digressão. Esta será, portanto, uma rara oportunidade para assistir a um concerto que conjuga as raízes históricas de «Bonded by Blood» com a vitalidade do novo material. Com Gary Holt, uma figura essencial tanto desta banda como do legado dos Slayer, ao leme, o grupo continua a ser um dos símbolos mais consistentes do género. A abrir a noite estarão os “brutalistas” norte-americanos NAILS, cuja sonoridade incisiva, intensa e abrasiva redefiniu o peso extremo durante a última década. Conhecidos por temas que raramente ultrapassam os dois minutos, condensam elementos de hardcore, grind e death metal num estilo próprio, que encontrou no contundente «You Will Never Be One Of Us», editado em 2016, o seu manifesto mais brutal. A estreia da banda liderada pelo guitarrista/vocalista Todd Jones por cá é aguardada com particular expectativa, dando a este cartaz um olhar sobre a nova geração do metal extremo. Resultado, o encontro destes quatro nomes em Lisboa permite traçar uma linha de continuidade que vai do thrash europeu e norte-americano à sofisticação do death metal melódico britânico e à vitalidade do hardcore/metal contemporâneo. Para o público português, o concerto assume ainda uma dupla dimensão: por um lado, o reencontro com bandas que já deixaram marca em passagens anteriores pelo nosso país; por outro, a estreia aguardada de material inédito dos novos álbuns dos KREATOR e EXODUS. Essa combinação entre a intemporalidade dos clássicos e a apresentação de novas composições confirma que estas bandas não se limitam apenas a revisitar a sua herança, mas permanecem ativamente apostadas em expandir os limites da música extrema, mantendo-a atual e projetada para o futuro com a mesma urgência criativa que definiu a sua origem.

Os FM estão em digressão e vão passar novamente por Portugal

Os britânicos FM estão de volta a Portugal para celebrar os 40 anos do disco Indiscreet. Um clássico que vai ser tocado na integra no concerto no LAV.Formados no verão de 1984 pelos irmãos Overland, o baterista Pete Jupp  o baixista Merv Goldsworthy e o teclista Didge Digital, os FM são uma referência mundial do AOR/Rock Melódico. Os discos Indiscreet e Tough it Out estão sempre nas listas dos melhores de sempre deste género musical.Mas não só, o vocalista Steve Overland aparece com assiduidade na restrita lista de algumas das melhores revistas da especialidade como um dos melhores e mais carismáticos vocalistas de Rock das últimas décadas.Uma curiosidade: o tema That girl escrita pelos FM e que aparece no disco Indiscreet tem uma versão gravada pelos gigantes Iron Maiden.Um concerto a não perder!

H.E.A.T. de novo em Portugal

Depois de terem esgotado o concerto de Lisboa em 2023 os suecos H.E.A.T estão de volta a Portugal.A banda que é mundialmente reconhecida por misturar na perfeição o Hard Rock melódico inspirado nas grandes bandas do género dos anos 80, com actuações explosivas ao vivo traz na bagagem o mais recente trabalho – Welcome to the Future.Este oitavo disco de originais da banda, que para muitos críticos é o seu melhor registo de sempre e que permitiu atingir o Top nos Charts de Hard Rock e Metal em países como Itália, Finlândia, Suíça Austrália e Alemanha conta com temas como Disaster, Bad Time for love e Running to you.Desta vez a banda liderada pelo carismático vocalista Kenny Leckremo actuará no Hard Club na cidade do Porto dia 8 e dois dias mais tarde no LAV em Lisboa e traz os espanhóis Hitten como artistas convidados.O Rock dos H.E.A.T já chegou ao Futuro e estes dois concertos em solo português vão seguramente provar o porquê dos suecos serem um dos expoentes máximos do Hard Rock melódico da actualidade.

GBH em concerto único em Lisboa

Esta semana temos GBH um dos nomes mais importantes e carismáticos da cena Punk Inglesa. Estabelecidos no final dos anos 70, desde cedo se tornaram uma influencia em várias áreas da musica extrema. Mais de 40 anos depois continuam na estrada e com eles trazem os rock n rollers Deaf Devils. A data unica em solo nacional acontece no RCA CLUB em Lisboa, no dia 7 de Março. ABERTURA DE PORTAS – 21 horas INICIO – 21h30m FINAL PREVISTO – 00h Give Me Fire… Like It Or Not!

SUEDE

Antidepressants: Dancing with the Europeans Os Suede anunciam a “Antidepressants: Dancing With The Europeans Tour” para 2026. A digressão leva pela primeira vez aos palcos o décimo álbum de estúdio, Antidepressants, com passagem na Super Bock Arena – Pavilhão Rosa Mota a 19 de março e no Sagres Campo Pequeno a 20 de março de 2026. Antidepressants, editado a 5 de setembro, foi aclamado pela crítica: a MOJO atribuiu cinco estrelas descrevendo-o como “um disco desafiador, que desafia a morte – tanto viagem de alegria como memento mori”. A Uncut considerou-o “o álbum mais intoxicante e descontrolado desde Coming Up”, a Record Collector descreveu-o como “entusiasmante e emocionante” e a Classic Pop elogiou um regresso “intensamente energético”. O single atual, “Dancing With The Europeans”, foi apontado como “eufórico” pela NME, enquanto que o single “Trance State” foi destacado por ter “um sentido de direção impressionante”, segundo o The Times. O anúncio surge após a procura fenomenal para ver os Suede ao vivo. A programação especial “Suede Takeover”, realizado em diferentes espaços do Southbank Centre, em Londres, durante agosto e setembro de 2025, esgotou por completo as seis datas. Nesta nova digressão, a banda apresenta, pela primeira vez, Antidepressants ao vivo num espetáculo imersivo e intimista, revisita o documentário The Insatiable Ones com debate ao vivo, atua com convidados especiais e encerra com o seu primeiro concerto orquestral em colaboração com a Paraorchestra. Desde o lançamento de Autofiction (2022) – o seu álbum mais bem classificado em 20 anos (#2 no UK Albums Chart) – os Suede têm tocado para as maiores audiências da sua carreira em mais de 14 países. Descritos pelo London Evening Standard como “o ato ao vivo mais visceral do planeta”, regressam agora com Antidepressants, um disco que, segundo Brett Anderson, “é música para pessoas sofridas”.