Xutos – Vida Malvada

Os Xutos e Pontapés subiram ao palco da MEO Arena, para um concerto memorável que celebrou os 45 anos de carreira da banda e que estava integrado na tournée “Vida Malvada”. Foi mais uma demonstração do poder e da energia que a banda portuguesa consegue transmitir ao vivo, consolidando o seu estatuto como uma das maiores bandas de rock do país. A primeira parte ficou a cargo das bandas convidadas “Conjunto!Evite” e “Meu General”, que aqueceram o ambiente e prepararam os fãs para a atração principal. O repertório do concerto foi uma mistura equilibrada entre os clássicos que marcaram décadas e os temas mais recentes do álbum “Vida Malvada”. Canções como “Homem do Leme”, “Contentores” e “A Minha Casinha” foram recebidas com enorme entusiasmo pelo público, que cantou cada palavra em uníssono. Os novos temas, como o single que dá nome à tour, “Vida Malvada”, mostraram que a banda continua a renovar-se sem perder a essência que conquistou os fãs ao longo de mais de 40 anos de carreira. A energia no palco foi contagiante, com Tim a comandar a multidão com o seu carisma habitual, Zé Pedro a marcar presença através da sua música eterna, e o resto da banda a manter o nível alto de performance. A ligação entre os Xutos e o público é sempre especial, e desta vez não foi exceção, com a MEO Arena a transformar-se num autêntico caldeirão de emoções. A produção do espetáculo esteve à altura do legado da banda, com luzes e efeitos visuais que complementaram a música sem nunca a sobreporem. O palco foi simples mas eficaz, permitindo que a música fosse o foco principal. A projeção de imagens e vídeos durante alguns temas acrescentou uma camada extra de profundidade à experiência. O público, como é habitual nos concertos dos Xutos, foi de todas as idades, provando que a banda consegue unir gerações. Desde os fãs mais antigos, que acompanham a banda desde os anos 80, até aos mais novos, que descobriram os Xutos através dos álbuns recentes, a MEO Arena estava repleta de uma energia contagiante. O ultimo concerto da tournée “Vida Malvada” foi mais uma prova de que os Xutos e Pontapés continuam a ser uma força imparável no panorama musical português. Com um setlist que honra o passado e abraça o presente, uma energia inigualável e uma ligação única com o público, a banda mostrou que o rock em Portugal está bem vivo e continua a fazer história. Para os fãs, foi mais uma noite inesquecível; para os menos familiarizados, uma prova do porquê de os Xutos serem considerados lenda. Vida longa ao rock’n’roll!

Hybrid Theory homenageiam Chester Bennington e Linkin Park com espetáculo especial na MEO Arena.

Os Hybrid Theory, os portugueses que se tornaram no maior tributo do mundo aos Linkin Park, atuam a 22 de março de 2025 na MEO Arena, em Lisboa. Será uma das maiores homenagens de sempre ao malogrado vocalista da banda, o icónico Chester Bennington, e aos próprios Linkin Park. O espetáculo vai acontecer dois dias depois daquele que seria o 49.º aniversário do músico norte-americano. Os Hybrid Theory convidaram os Grey Daze, a primeira banda de Chester Bennington, que se unem assim ao tributo, tornando esta numa noite verdadeiramente única. “É provavelmente um dos maiores eventos alguma vez feitos em memória do Chester”, sublinham os Hybrid Theory. “É um espetáculo que nos engloba a todos e estamos ali pela mesma razão, ainda por cima tão próximos de uma data tão simbólica. Em termos técnicos, de produção e audiovisuais, estamos a fazer para que seja um dos maiores espetáculos já feitos no nosso país.” Baseados em Lagos, no Algarve, os Hybrid Theory formaram-se no final de 2017 e são hoje compostos por Miguel Martins (guitarra), Ivo Rosário (voz), Pedro Paixão (voz), Nuno Bernardo (baixo), Diogo Neuparth (bateria) e Daniel Pimenta (DJ). Para os próximos meses, têm já marcados concertos no Brasil, China, Espanha e Eslováquia. A tour mundial de 2025 está neste momento a ser ultimada, mas uma das datas mais importantes será, sem dúvida, o espetáculo na MEO Arena a 22 de março.

Uma Autêntica Celebração Em Família

Pela sétima vez na capital portuguesa, e pela primeira na maior sala de espectáculos do país, a banda irlandesa não defraudou as expectativas. No âmbito da digressão “Satellites World Tour”, que ineditamente começou em Portugal – mais concretamente na Feira de São Mateus, Viseu – os The Script fizeram do seu 13º concerto em Portugal uma autêntica celebração em família. Foi o escocês Tom Walker que assegurou a primeira parte do show de The Script na MEO Arena e que preparou o público para o evento principal com grande competência. Tom Walker, conhecido por hits como “Leave a Light On” e “Just You and I”, trouxe uma performance carismática e cheia de emoção, conectando-se facilmente com a audiência. Sua voz potente e cheia de soul foi um destaque, especialmente em canções mais emotivas, onde conseguiu transmitir uma profundidade genuína. No geral, Tom Walker cumpriu brilhantemente o papel de aquecer o público para The Script, deixando uma impressão positiva e mostrando por que é um dos nomes mais promissores da música atual. Sua performance foi um equilíbrio perfeito entre emoção e energia, garantindo que todos estivessem prontos para a continuação da noite. Num Pavilhão Atlântico bem composto, Glen Power foi o primeiro a subir a palco e a certificar-se que os presentes estavam acordados através de um solo de bateria precedente a “You Won’t Feel a Thing” numa bateria metalizada-transparente bem ao centro do palco. Enquanto a bateria era desmontada-retirada do palco, Danny O’Donoghue começou a cantar rompendo no meio da multidão que ansiosamente o esperava. De seguida as qualidades vocais dessa mesma multidão foram testadas através de ‘Superheroes’ e ‘Rain’. Do mais recente trabalho de originais de The Script houve oportunidade de ouvir ‘Both Ways’, (talvez) o tema mais orelhudo-vivo de todo o espectáculo. Foi com uma nova indumentária que Danny O’Donoghue tocou o coração dos presentes cantando ‘The Man Who Can’t Be Moved’, fazendo uma pausa no fim a la Taylor Swift para receber a respectiva ovação. Num alinhamento cuja espinha-dorsal se mantém mais ou menos igual – por motivos óbvios – desde a (precoce) morte de Mark Sheehan, houve tempo e espaço para lembrar a memória do fundador da banda. ‘If You Could See Me Now’ teria sido o momento emocional da noite, não fosse Camila erguer um cartaz para Danny a dizer “O Mark estaria orgulhoso de ti”. Tal gesto carinho valeu a Camila, pela primeira vez num concerto da banda, a subida a palco em ‘Never Seen Anything “Quite Like You”’. Danny e Camila lado-a-lado no piano, com a jovem fã a ter a oportunidade de cantar o refrão e tocar algumas das notas do tema ao piano. Um momento demasiado arrepiante-único para alguém ter ficado indiferente. Para romper com tal comoção, o vocalista da banda irlandesa voltou a ir cantar para o meio de um público bastante heterogéneo, dos 8 aos 80 anos, das mais variadas nacionalidades, em ‘Nothing’, num final de noite que se aproximava a passos largos. Foi também do segundo trabalho de originais – “Science & Faith” – que surgiu o último tema da noite, ‘For The First Time’, com o público de lanternas erguidas a cantar o refrão e Danny O’Donoghue a exibir o terceiro outfit da noite. No que ao encore diz respeito, estava reservada uma autêntica viagem cronológica. Do mais recente trabalho de originais – “Satellites”, através de ‘Home Is Where The Hurt Is’ até aos primórdios com ‘Breakeven’. Para o fechar das hostilidades, o tema que levou The Script até ao especto mundial, ‘Hall Of Fame’. (PARÁGRAFO) Para a história fica não um bom concerto, não quatro trocas de vestuário por parte de Danny O’Donoghue, nem tão pouco uma banda bastante coesa em palco. Fica, sim, e acima de tudo, uma feliz celebração em família, como Danny O’Donoghue apelidou – e bem – os presentes.

Uma noite de clássicos e emoção no RCA Club com Geoff Tate

Apesar da noite chuvosa, em que apetecia mais ficar no conforto do lar, o RCA Club registou grande afluência de público para assistir ao concerto de Geoff Tate, lendário vocalista e cofundador dos Queensrÿche Para acompanhar Geoff Tate na sua digressão “The Big Rock Show Tour” estiveram os Ivory Lake que é o projeto a solo do britânico  Josh Watts que já foi baterista de Geoff.  Josh Watts optou por um formato acústico, trazendo uma atmosfera mais tranquila e emocional ao início da noite. Acompanhado apenas por uma guitarra acústica, o seu desempenho foi marcado por uma voz poderosa e cheia de nuances, capaz de transmitir emoção e profundidade. A atuação acústica de Josh Watts foi um destaque subtil da noite, mostrando uma faceta mais intimista e emocional do vocalista dos Ivory Lake. Foi uma escolha arriscada, mas que funcionou bem, preparando o público para o que estava por vir sem competir com a energia dos actos seguintes. O concerto de Geoff Tate, antigo vocalista dos Queensrÿche, no RCA Club em Lisboa, foi uma noite repleta de nostalgia e qualidade musical, revisitando clássicos da era dourada da banda e demonstrando o talento inegável de um dos maiores nomes do rock progressivo e metal dos anos 80 e 90. A performance de Tate, aos 66 anos, continua impressionante. A sua voz, embora com algumas limitações naturais devido à idade, mantém a potência e a emotividade que o tornaram uma lenda. A sua presença de palco é carismática, e a ligação com o público foi evidente ao longo de toda a noite. A banda que acompanhou Geoff Tate mostrou-se à altura, com músicos talentosos que conseguiram captar a essência do som clássico dos Queensrÿche. A produção foi simples, sem grandes efeitos visuais ou pirotecnias, o que permitiu que a música fosse o centro das atenções. Geoff Tate trouxe ao palco um setlist focado nos álbuns mais icónicos do Queensrÿche, como Operation: Mindcrime (1988) e Empire (1990), que são considerados obras-primas do género. Canções como “Silent Lucidity”, “Jet City Woman”, “Another Rainy Night”, “Empire”, “I Don’t Believe in Love”,  “Walk in the Shadows” ou “Queen of the Reich” foram os pontos altos do concerto, recebidas com enorme entusiasmo pelo público composto maioritariamente por fãs fiéis, muitos dos quais cresceram a ouvir os álbuns clássicos dos Queensrÿche A energia e a presença de palco de Geoff Tate, aliadas à qualidade técnica da sua banda, proporcionaram aos fãs uma noite memorável e uma viagem no tempo repleta de emoção e nostalgia. Apesar de já não fazer parte da formação original da banda, Geoff Tate provou que continua a ser uma figura central na história do rock progressivo e metal. Para os presentes, foi uma noite de homenagem a um legado musical que continua a inspirar gerações. Um concerto que, apesar de não trazer grandes novidades, cumpriu o seu propósito: celebrar a música que marcou uma era.

Geoff Tate regressa a Lisboa

Geoff Tate, mais conhecido como vocalista original dos Queensrÿche e nomeado para um Grammy, vai atuar em Lisboa, no RCA Club, na segunda-feira, 10 de março de 2025.O concerto contará com músicas de todos os álbuns dos Queensrÿche, incluindo faixas lendárias como “Silent Lucidity”, “Jet City Woman”, “Eyes of a Stranger”, “Another Rainy Night (Without You)”, “Empire”, “I Don’t Believe in Love”, “Walk in the Shadows”, juntamente com algumas surpresas selecionadas.Geoff Tate foi cofundador dos Queensrÿche no início da década de 1980, no estado de Washington, EUA.Durante a década seguinte, a banda tornou-se conhecida como pioneira do metal progressivo, com o seu álbum conceptual Operation: Mindcrime e os subsequentes Empire e Promised Land a alcançarem sucesso comercial e artístico.Ao longo de quatro décadas, os Queensrÿche venderam mais de 20 milhões de álbuns e lançaram uma vasta gama de músicas que se tornaram clássicas, que serão apresentadas durante a próxima digressão Big Rock Show de Geoff Tate.

Os GREEN LUNG e os UNTO OTHERS chegam com a Heathen Neverlands Tour

Nos tempos que correm, os britânicos GREEN LUNG e os norte-americanos UNTO OTHERS estão definitivamente entre as mais brilhantes propostas que o rock pesado contemporâneo tem para oferecer e, com álbuns novos para promover na bagagem, estas duas muito aplaudidas bandas vão fazer-se à estrada numa digressão conjunta no Inverno de 2025. Denominada Heathen Neverlands Tour, a rota vai colocá-los em périplo pela Europa e tem uma paragem assegurada em Portugal, para um espetáculo único, a decorrer no dia 28 de Fevereiro do próximo ano, na Sala 2 do LAV – Lisboa Ao Vivo. Aquela que será uma oportunidade única para rever os UNTO OTHERS e assistir há muitíssimo esperada estreia dos GREEN LUNG em solo português conta também com os SATAN’S SATYRS na primeira parte. Conhecidos pela sua fusão única de doom, heavy metal e elementos psicadélicos, os GREEN LUNG são uma das propostas mais emocionantes do panorama do rock’n’roll atual, tendo conquistado a crítica e o público de forma surpreendentemente consensual. Naturais de Londres, os músicos deram os primeiros passos em 2017 e destacaram-se rapidamente com o LP de estreia «Woodland Rites», de 2019. Com «Black Harvest» e «This Heathen Land», de 2021 e 2023, respetivamente, o quinteto composto por Tom Templar na voz, Scott Black na guitarra, John Wright no órgão, Joseph Ghast no baixo e Matt Wiseman na bateria consolidou ainda mais o seu lugar na cena musical, apresentando uma produção um pouco mais refinada e composições marcantes, que se traduzem em concertos carregados de energia vibrante e uma paixão contagiante em palco. A partilhar a cabeça de cartaz da digressão, temos os UNTO OTHERS, banda de Portland, Oregon, nos Estados Unidos, que tem atraído a atenção global com o seu estilo distinto que combina o rock gótico e o heavy metal. Criado originalmente sob a designação Idle Hands, o coletivo rebatizou-se em 2020 e lançou o aclamado álbum «Strength» nesse mesmo ano. Apoiados em riffs intensos e na dose certa de melodias hipnotizantes e refrões orelhudos, o quarteto composto por Gabriel Franco na voz e guitarra, Sebastian Silva na guitarra, Brandon Hill no baixo e Colin Vranizan na bateria, prepara-se para lançar um novo LP, intitulado «Never, Neverland», no dia 20 de Setembro. Com uma estética que evoca a nostalgia dos anos 80, misturada com a modernidade do metal, os músicos prometem um concerto memorável. A primeira parte dos espetáculos da Heathen Neverlands Tour ficará a cargo dos também norte-americanos SATAN’S SATYRS, um grupo de Herndon, na Virgínia, que mistura rock’n’roll, stoner e psicadelismo como ninguém, e que tem vindo a ganhar grande notoriedade no underground desde a sua criação em 2010. Com um som profundamente enraizado na tradição do rock mais clássico e canónico, a banda liderada pelo muito talentoso vocalista e guitarrista Clayton Burgess, consegue incorporar influências que vão do punk ao heavy metal, mantendo sempre os níveis de energia no vermelho. O mais recente álbum do grupo, com o título «Saints & Sinners», foi editado em 2021 e, recebido com aclamação, solidificou a sua posição como uma das bandas de referência dentro do género em que se movem.

NERVOSA de novo em Portugal

As NERVOSA estarão de regresso a Portugal para atuarem no MMOA 2025. A banda liderada por Prika Amaral trará o seu thrash/death metal a Pindelo dos Milagres para uma atuação que promete ser arrebatadora.

EPICA & AMARANTHE ARCANE DIMENSIONS TOUR 2026 

EPICA e AMARANTHE trazem a Arcane Dimensions Tour a Portugal! A 1 de Fevereiro de 2026, o Coliseu dos Recreios, em Lisboa, recebe dois gigantes do metal sinfónico. Os mestres do metal sinfónico EPICA e os titãs do metal moderno AMARANTHE preparam-se para unir forças numa digressão europeia de grande escala. A Arcane Dimensions Tour, que arrancará em Janeiro de 2026, levará ambas as bandas a 26 cidades em 13 países do Velho Continente, com paragem garantida em Lisboa a 1 de Fevereiro do próximo ano, para um espetáculo imperdível no Coliseu dos Recreios. Com atuações em regime de co-headlining e alinhamentos rotativos, esta será a primeira grande digressão europeia dos EPICA em apoio ao seu novo álbum de estúdio, «Aspiral», com lançamento marcado para o próximo dia 11 de Abril. Descrito pelos próprios como “uma aula magistral de narrativa, grandiosidade e melodias intemporais”, o sucessor do muito aplaudido «Omega», de 2021, promete elevar ainda um pouco mais o estatuto da banda no panorama mundial. Inspirados pelo sucesso das experiências imersivas The Symphonic Synergy e pela memorável digressão de 2023 ao lado dos METALLICA, Simone Simons e companhia prometem uma produção renovada e um concerto à altura da sua reputação como um dos nomes mais imponentes do metal sinfónico. Por sua vez, os suecos AMARANTHE continuam a afirmar-se como uma força imparável no metal moderno. Desde a sua formação, em 2008, a banda tem-se destacado pela sua fusão inconfundível de metal melódico, eletrónica e refrões viciantes, conquistando uma base de fãs global. O seu mais recente álbum, «The Catalyst», reforçou a identidade sonora do grupo, combinando a energia de três vocalistas e uma produção arrojada. Com mais de mil milhões de streams já acumulados nas principais plataformas e 500.000 discos vendidos, a banda chega a Lisboa pronta para provar, uma vez mais, porque é considerada de forma unânime uma referência no género em que se move. A noite será ainda abrilhantada pela talentosa presença de CHARLOTTE WESSELS’ THE OBSESSION. A ex-vocalista dos DELAIN lançou recentemente o seu primeiro álbum a solo, intitulado «The Obsession», via Napalm Records, marcando uma nova fase na sua carreira. Com uma sonoridade envolvente e emocionalmente carregada, a artista holandesa tem assinado atuações memoráveis, e certamente vai tornar este evento ainda mais especial. Resultado: a 1 de Fevereiro de 2026, o Coliseu dos Recreios vai ser lugar de uma noite épica. Com uma combinação de metal sinfónico, modernidade eletrónica e talento vocal de três das mais aplaudidas vozes no espectro da música pesada, este será certamente um espetáculo incontornável para os fãs do género. Os bilhetes para o concerto custam 37€, à venda a partir da próxima sexta-feira, dia 14 de Fevereiro, às 09:00, em primeartists.eu e nos locais habituais.

The Script voltam a Portugal com a Satellites World Tour

The Script anunciam a Satellites World Tour com passagem em Portugal em 2025. A banda irlandesa traz dois concertos em nome próprio: 14 de março na MEO Arena, em Lisboa e dia 15 de março na Super Bock Arena – Pavilhão Rosa Mota, no Porto. Após 10 mil milhões de streams, 12 milhões de vendas de álbuns, seis álbuns n.º 1 no Reino Unido e dois singles com certificação de Platina nos EUA, os The Script estão de regresso com o novo álbum Satellites, editado a 16 de agosto de 2024. “Both Ways”, o primeiro single deste novo trabalho, mostra a banda irlandesa a avançarem com uma nova energia cheia de confiança, com ritmos vibrantes de hip-hop e funk a proporcionarem uma vibração irresistível de pista de dança, complementando a qualidade vocal de Danny. O resultado é freneticamente divertido, um cocktail explosivo diferente de tudo o que os The Script lançaram até agora. Glen Power afirma: “‘Both Ways’ tem muita energia, e talvez não seja o que as pessoas esperariam de nós. Mas nós somos os The Script, e agora temos algo a provar: que há vida e luz após a escuridão. É por isso que estamos a chegar com tanta força com esta música.” Prometendo homenagear o seu amigo (Mark Sheehan) ao continuar a banda que construíram juntos, o vocalista Danny O’Donoghue regressou ao estúdio e experimentou de várias formas: usando 808s e explorando sons inspirados no R&B, focando-se em sonoridades mais alegres, e co-escrevendo com produtores de êxito como Steve Robson (Rascal Flatts, Take That) e Wayne Hector (One Direction, Nicki Minaj), bem como com o companheiro de banda Glen Power. O resultado foi Satellites, uma coleção de canções profundamente inspiradora que forja um novo futuro para a banda, ao mesmo tempo que lembra que, embora Mark já não esteja presente, ele continua a ser uma parte vital de tudo o que fazem. Danny explica: “A capa do álbum são silhuetas minhas, do Glen e do Ben Sargeant, o nosso baixista, que está connosco desde o início. Depois temos uma silhueta encapuçaada, porque o espírito do Mark ainda está presente. Sempre estará, mas também é uma saudação ao futuro. Nunca será o mesmo Script. Estamos apenas a tentar continuar e fazer o que achamos que é o próximo passo certo a tomar: continuar a fazer mais boa música.” Depois de se reunirem para alguns concertos em 2023, num luto coletivo e uma comunhão de alegria com a família The Script, a banda está prestes a regressar aos grandes palcos a partir deste outono. Esta digressão irá levá-los a tocar para mais de 2 milhões de fãs em todo o mundo este ano, com passagem em Portugal em 2025: 14 de março na MEO Arena, em Lisboa e 15 de março na Super Bock Arena – Pavilhão Rosa Mota, no Porto. 14 MAR 2025 MEO Arena Abertura de Portas: 18h30 Início do Espectáculo: 20h00 CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M/6 BILHETES Golden Circle – 60€ Plateia em pé – 42€ Balcão 1 (s/ marcação) – 52€ Balcão 2 (s/ marcação) – 38€ Mobilidade condicionada (c/ marcação) – 38€ 15 MAR 2025 Super Bock Arena – Pavilhão Rosa Mota Abertura de Portas: 19h00 Início do Espectáculo: 20h00 CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: M/6 BILHETES Plateia em pé – 42€ Balcão 0 (c/ marcação) – 52€ Balcão 1 (c/ marcação) – 52€ Balcão 1 (visibilidade reduzida s/ marcação) – 40€ Balcão 2 (c/ marcação) – 38€ Mobilidade condicionada (c/ marcação) – 38€