Os lendários Scorpions regressam a Portugal

Os lendários Scorpions estão de volta com a Coming Home 2026 Tour, com passagem por Portugal no dia 8 de julho, na MEO Arena. Com uma carreira que atravessa mais de seis décadas, os Scorpions continuam a ser um dos maiores nomes do rock mundial. Tudo começou nas ruas de Hannover, quando os jovens Klaus Meine, Rudolf Schenker e Matthias Jabs carregavam instrumentos e amplificadores num simples carrinho de mão, numa cidade que despertava lentamente do pós-guerra. Desde então, tornaram-se uma referência incontornável no panorama musical internacional.Ao longo dos anos, inúmeras bandas de renome — como Smashing Pumpkins, Green Day, Korn, System Of A Down ou Queensrÿche — prestaram homenagem ao grupo alemão com versões de temas icónicos. Só “Rock You Like a Hurricane” foi interpretado por mais de 150 artistas diferentes, atestando o impacto global da banda.Considerados a banda de rock número 1 da Alemanha, os Scorpions acumulam até hoje mais de 120 milhões de discos vendidos, mais de 5000 concertos realizados e uma coleção de clássicos que continuam a marcar gerações.A banda tem assim encontro marcado com o público Português no dia 8 de julho na MEO Arena.
O EVILLIVE FESTIVAL REGRESSA À MEO ARENA A 5 DE JULHO DE 2026 COM UM CARTAZ DEMOLIDOR

A edição de 2026 do EVILLIVE FESTIVAL apresenta um cartaz concentrado, com MARILYN MANSON, MEGADETH e MASTODON entre outros. O EVILLIVE FESTIVAL regressa a Lisboa a 5 de Julho de 2026, retornando ao local e ao formato que moldou a identidade do evento e consolidou a sua reputação: uma experiência concentrada e tecnicamente irrepreensível. Depois de uma edição histórica — três dias no Estádio do Restelo, em 2025, encabeçados pelos JUDAS PRIEST, KORN e SLIPKNOT — o EVILLIVE regressa à MEO Arena para uma edição especial de um único dia, desenhada para oferecer intensidade máxima e, claro, a qualidade que sempre definiu o festival. Para 2026, a organização revela agora os primeiros quatro nomes confirmados de um cartaz que será composto exclusivamente por artistas de enorme peso internacional. Entre eles destaca-se desde logo a presença do incontornável MARILYN MANSON, figura central do rock industrial, MEGADETH na sua turnê de despedida e também os MASTODON nome de referência da New Wave of American Heavy Metal. Estarão também em palco os CONVERGE, THE GATHERING e IMMINENCE. Bilhetes ainda disponíveis em primeartists.eu e nos locais habituais.
EROS RAMAZZOTTI – UM ARTISTA DO PÚBLICO!

Na quarta passagem do cantor italiano por Portugal ficou a certeza de que esteé um dos maiores nomes da música internacional da sua geração. Após quase 30 anos sem pisar solo português (após os míticos concertos no Estádio doRestelo em 1994 e 1996), Eros Ramazzotti regressou em 2023 para duas datas noPavilhão Atlântico. No fim, prometeu que voltaria em breve. E assim cumpriu. Perante um Pavilhão Atlântico bastante bem composto – embora ainda um poucolonge de esgotar, a subida ao palco do italiano ao som de ‘Taxi Story’ deixou logoevidente dois factos. Primeiro, os anos parecem não passar por Ramazzotti quemantém o seu ar e espírito joviais. E, depois, que os fãs da fila dianteira não queriamestar sentados. O mote deste concerto foi o seu novo trabalho, ‘Una Storia Importante’, LP quecelebra os 40 anos de carreira do artista, deambulando entre novos registos eregravações de temas antigos. Deste novo álbum ouviram-se apenas duas canções,‘Adesso Tu’ e o próprio tema-título. Ambas as faixas são responsáveis pelo sucesso quehoje lhe é reconhecido visto que foi através de ambas que Eros se destacou no jálongínquo Festival de Sanremo (em 1985 e em 1986). As duas horas de concerto acabaram por ser, de facto, uma viagem por quatro décadasligados à música, havendo tempo e espaço para falar de amor, desamor, guerra e paz.Mas não só. Houve tanto ou mais tempo para a banda que o acompanha mostrar todoo seu talento, em momentos escolhidos a dedo pelo próprio. Zoe Ranno deu umaprofundidade celestial a ‘I Belong To You’, Monica Hill interpretou brilhantemente‘Piu’Che Puoi’, Sara Deop mostrou todo o seu talento em ‘La Luce Buona Delle Stelle’,não esquecendo os fantásticos solos de saxofone de Marco Scipione e de guitarra deGiorgio Secco e Antonio Cirigliano (fora os do próprio Eros em ‘Stella Gemella’ e ‘SeBastasse’). Tudo suportado por (um carismático) Brian Frasier Moore na bateria,Ramón Montagner nas percussões, Alessandro Lopane nas guitarras e vocais de apoio,Paolo Costa no baixo, Christian Rigano nos teclados e Luca Scarpa no piano e direcçãomusical. No fundo, a missão de Eros Ramazzoti é simples: ser uma mais-valia paraquem o rodeia, seja quem trabalha com ele, seja público. O último facto talvez explique o inusitado que aconteceu já na recta final do concerto.Os assistentes de sala do pavilhão tinham instruções claras de que o espectáculo eracom lugares sentados e que, quem tentasse juntar-se junto ao palco, devia serreconduzido ao seu lugar – com excepção para a já citada fila dianteira. Após umadessas tentativas, Eros fez um mero sinal e o seu segurança pessoal saiu de junto doartista, dirigindo a uma das assistentes de sala pedindo para que tal reconduçãoparasse e que a aproximação do público junto do palco fosse permitida sem restrições.O que se viu a partir daí foi mágico: uma incontável troca de sorrisos, fotos,cumprimentos e todos os pedidos de palheta a serem atendidos pelo artista(literalmente todos). Eros Ramazzoti provou-comprovou ser um artista do público. À chegada do tema-maior da noite, ‘Più Bella Cosa’, não havia uma única almasentada. Havia, sim, cerca de doze mil almas completas e felizes com o que tinhampresenciado. Poderia haver melhor maneira para encerrar a digressão europeia de ‘Una StoriaImportante’? ALINHAMENTO TAXI STORY QUANTO AMORE SEI UN CUORE CON LE ALI UN’ EMOZIONE PER SEMPRE I BELONG TO YOU STELLA GEMELA ADESSO TU UNA STORIA IMPORTANTE PIU’CHE PUOI DOVE C’E’ MUSICA LA LUCE BUONA DELLE STELLE SE BASTASSE MUSICA E’ UN’ALTRA TE UN ATTIMO DI PACE TERRA PROMESSA FUOCO NEL FUOCO COSE DELLA VITA UN ANGELO DISTESO AL SOLE (solo) PIÙ BELLA COSA
CONVERGE COMPLETAM O CARTAZ DO EVILLIVƎ FESTIVAL 2026

Os expoentes máximos do metalcore norte-americano juntam-se aos MARILYN MANSON, MEGADETH, MASTODON, THE GATHERING e IMMINENCE, fechando em definitivo o alinhamento da edição de 2026. Os pesos pesados norte-americanos CONVERGE estão confirmados no cartaz da edição de 2026 do EVILLIVƎ FESTIVAL, completando assim o alinhamento definitivo do evento que terá lugar no dia 5 de julho de 2026, na MEO Arena, em Lisboa. A influente banda liderada por Jacob Bannon e Kurt Ballou junta-se assim aos anunciados MARILYN MANSON e MEGADETH, que assumem o papel de co-headliners, bem como aos muitíssimo aplaudidos MASTODON,THE GATHERING e IMMINENCE, encerrando um cartaz que reflete diferentes gerações, linguagens e abordagens dentro da música pesada.Formados em 1990, em Salem, Massachusetts, os CONVERGE são amplamente reconhecidos como uma das bandas mais importantes e inovadoras do hardcore e do metal contemporâneo.Liderado pelo vocalista Jacob Bannon e pelo guitarrista Kurt Ballou, o grupo construiu um percurso assente numa identidade artística singular, vincada por intensidade emocional extrema, uma abordagem musical exigente e uma recusa consistente em seguir fórmulas previsíveis. Ao longo de mais de três décadas, os músicos afirmaram-se como uma referênciaincontornável no espectro da música extrema, influenciando profundamente o desenvolvimento do hardcore moderno, do metalcore e de várias outras correntes do underground.O lançamento de álbuns como «Jane Doe», amplamente considerado um dos LPs mais importantes do século XXI dentro da música pesada, consolidou o estatuto da banda enquanto força criativa singular. Trabalhos posteriores como «Axe To Fall», «All We Love We Leave Behind», «The Dusk In Us» ou o novíssimo «Love Is Not Enough» reforçaram em muito a suareputação, demonstrando uma capacidade contínua de evolução sem comprometerem a intensidade e a autenticidade que definem a sonoridade da banda desde que deu os primeiros passos no início dos 90s.Por tudo isso, a presença dos CONVERGE no EVILLIVƎ FESTIVAL acrescenta uma dimensão artística essencial ao alinhamento, reforçando o compromisso do festival com uma curadoria que valoriza tanto nomes históricos como bandas que redefiniram os limites criativos da música pesada nas últimas décadas. Conhecidos pelas suas atuações intensas e fisicamente envolventes, o quarteto norte-americano traz a Lisboa um espetáculo que reflete a urgência, a energia e a profundidade emocional que sempre caracterizam a sua carreira.Recorde-se que, com esta confirmação, o cartaz da edição de 2026 do EVILLIVƎ FESTIVAL, que vai reunir no mesmo palco algumas figuras altamente influentes da história da música pesada, fica encerrado. A presença dos MARILYN MANSON e MEGADETH como co-headliners, aliada ao peso histórico dos agora confirmados CONVERGE, à relevância criativa dos conterrâneos MASTODON, à dimensão emocional dos neerlandeses THE GATHERING e à afirmação dossuecos IMMINENCE, consolida uma edição marcada pela diversidade e relevância artística.
MEGADETH CONFIRMADOS COMO ‘CO-HEADLINERS’DO EVILLIVƎ FESTIVAL 2026

A lendária banda liderada por Dave Mustaine “aterra” em Lisboapara um dos concertos da sua digressão de despedida. Os lendários thrashers norte-americanos MEGADETH estão confirmados como co-headlinersda edição de 2026 do EVILLIVƎ FESTIVAL, acrescentando um peso histórico incontornável a umalinhamento que já incluía também os conterrâneos MARILYN MANSON e MASTODON, osneerlandeses THE GATHERING e os suecos IMMINENCE. O concerto a 5 de julho de 2026, naMEO Arena, em Lisboa, integra oficialmente a última digressão de uma das bandas maisinfluentes e respeitadas da história da música pesada.Portugal assume, assim, um papel de enorme destaque neste adeus definitivo – e o concertodos MEGADETH no EVILLIVƎ FESTIVAL promete desde já ficar marcado para sempre namemória coletiva dos fãs nacionais. Mais não fosse, porque se trata de um momento histórico,sem possibilidade de repetições, num contexto que reforça também a dimensão internacionaldo evento. Depois de 43 anos a definirem, reinventarem e elevarem o thrash à escala global, osMEGADETH entraram recentemente no derradeiro capítulo de uma carreira absolutamentesem igual. Fundada e liderada por Dave Mustaine, a banda foi uma das criadoras do género,uma parte indiscutível do lendário ‘Big Four’, ao lado dos METALLICA, SLAYER e ANTHRAX, eresponsável por um catálogo que moldou gerações inteiras de músicos e de fãs. Milhões dediscos vendidos, temas que se tornaram hinos universais e uma identidade musicalinconfundível consolidaram o estatuto do quarteto enquanto instituição maior da músicapesada.Como tal, esta derradeira atuação dos MEGADETH em Lisboa promete uma viagem definitivapor toda a carreira do grupo, apoiada num alinhamento que vai atravessar dos grandesclássicos que ajudaram a definir o thrash desde os anos 80 até à atualidade. Este espetáculoservirá igualmente de apresentação ao décimo sétimo e último álbum assinado por DaveMustaine e companhia, o homónimo «Megadeth», lançado no passado dia 23 de Janeiro eque se assume como o capítulo final de uma discografia lendária, encerrando – de formasimbólica e definitiva – o ilustre percurso de uma das bandas mais lendárias de todos ostempos no espectro da música pesada.Com esta confirmação, o EVILLIVƎ FESTIVAL reforça um cartaz já marcado pela diversidadeestética, pelo peso histórico e pela relevância artística. A presença renovada do shock rockerMARILYN MANSON, o rigor progressivo dos MASTODON, a dimensão emocional do regressodos THE GATHERING aos palcos com Anneke van Giersbergen e também a afirmação dosIMMINENCE, um dos nomes em maior ascensão no cenário moderno da música de pesoeuropeia, encontram agora nos MEGADETH o seu eixo central e definitivo. Num formatoconcentrado de um só dia, em 2026 o festival lisboeta apresenta-se com um alinhamento denível internacional e uma proposta artística clara, reunindo passado, presente e umadespedida histórica numa noite única.
O EVILLIVƎ FESTIVAL REGRESSA À MEO ARENA A 5 DE JULHO DE 2026 COM UM CARTAZ DEMOLIDOR

EVILLIVƎ FESTIVAL regressa à MEO Arena em 2026 com dois dias essenciais para quem leva música pesada a sério. 4 de julho, Sala TejoEVILLIVƎ WARM-UP com TRIVIUM e um momento histórico: Cavalera Plays Chaos A.D., onde Max e Igor revisitam na íntegra um dos álbuns mais influentes de sempre. Com participação dos portugueses OKKULTIST. 5 de julho, MEO ArenaMARILYN MANSON e MEGADETH (na sua farewell tour) lideram um cartaz que junta MASTODON, CONVERGE, THE GATHERING com Anneke e IMMINENCE.Este ano o festival regressa ao indoor numa experiência e num alinhamento mais concentrado e impactante.
TRIVIUM, CAVALERA E OKKULTIST CONFIRMADOS NO EVILLIVƎ WARM-UP

Concerto especial realiza-se a 4 de julho, na Sala Tejo da MEO Arena, e marca o arranque oficial da edição de 2026 do EVILLIVƎ FESTIVAL. O EVILLIVƎ FESTIVAL reforça a sua programação de 2026 com a criação do EVILLIVƎ WARMUP, uma noite de concertos que assinala o arranque oficial da edição deste ano e que terá lugar a 4 de julho, na Sala Tejo da MEO Arena, em Lisboa. Concebido como o momento inaugural da experiência EVILLIVƎ em 2026, o cartaz reúne os TRIVIUM e CAVALERA, dois nomes de enorme destaque na música pesada contemporânea, e os OKKULTIST, uma das propostas emergentes mais aplaudidos dos últimos anos na cena de peso nacional. A liderar o alinhamento estarão os norte-americanos TRIVIUM, uma das bandas mais influentes e consistentes do metal moderno. Liderados pelo incomparável Matt Heafy, o grupo construiu uma carreira exemplar ao longo de mais de duas décadas, num percurso marcado por uma capacidade singular de equilibrar agressividade, sofisticação técnica e um enorme alcance melódico. Com álbuns fundamentais como «Ascendancy», «Shogun» ou «In The Court Of The Dragon», o grupo norte-americano afirmou-se como referência incontornável da sua geração, conquistando uma base de seguidores global e mantendo uma presença regular nos principais palcos internacionais. A noite contará igualmente com um momento de enorme relevância histórica protagonizado pelos irmãos CAVALERA, que apresentam o espetáculo especial Cavalera Plays Chaos A.D., dedicado a um dos álbuns mais influentes de sempre da música pesada. Originalmente editado em 1993 pelos SEPULTURA, o «Chaos A.D.» marcou de forma inegável uma transformação profunda na linguagem do metal, introduzindo novas abordagens rítmicas, maior densidade conceptual e uma identidade estética que viria a influenciar gerações. Neste concerto, Max Cavalera e Igor Cavalera vão revisitar integralmente este disco fundamental, celebrando o legado com a intensidade e autenticidade que definiram o seu percurso e reafirmando o papel que desempenham enquanto figuras centrais na história do género. A completar o alinhamento estarão os portugueses OKKULTIST, uma das propostas mais relevantes da nova geração do metal extremo luso. Com um som que alia agressividade contemporânea a uma forte identidade estética e performativa, a banda tem vindo a afirmarse progressivamente dentro e fora de Portugal, conquistando reconhecimento pela consistência das suas edições e pela intensidade das suas atuações ao vivo. Por tudo isso, a realização do EVILLIVƎ WARM-UP na véspera do festival reforça a dimensão global da edição de 2026, que terá lugar a 5 de julho, na MEO Arena, e contará com os MARILYN MANSON e MEGADETH como co-headliners, para além de atuações dos MASTODON, CONVERGE, THE GATHERING e IMMINENCE. Em conjunto, estes dois dias de programação apresentam um retrato abrangente da vitalidade e diversidade da música pesada contemporânea, cruzando nomes históricos com alguns dos projetos mais relevantes da atualidade.
5 SECONDS OF SUMMER

EVERYONE’S A STAR World Tour Os 5 Seconds of Summer regressam a Portugal para um concerto imperdível no MEO Arena, em Lisboa, no dia 3 de maio de 2026. Formados em Sydney, Austrália, em 2011, os 5 Seconds of Summer evoluíram de um grupo de amigos de escola para uma das maiores bandas do século XXI. Ao longo de 14 anos de carreira, o grupo multi-platina vendeu mais de 18 milhões de álbuns, contabilizou mais de 10 mil milhões de streams, esgotou mais de seis milhões de bilhetes em todo o mundo e alcançou três estreias consecutivas no topo da Billboard 200, além de conquistar diversos prémios ARIA, MTV EMAs e MTV VMAs. Composto por Luke Hemmings, Michael Clifford, Calum Hood e Ashton Irwin, o quarteto é conhecido pela sua energia em palco, colaborações inovadoras e capacidade de se reinventar a cada novo projeto. O concerto em Lisboa fará parte da digressão mundial de apresentação do seu muito aguardado sexto álbum, EVERYONE’S A STAR, o primeiro editado pela Republic Records, que inclui os explosivos singles “NOT OK”, “Boyband” e “Telephone Busy”.
EROS RAMAZZOTTI

UNA STORIA IMPORTANTE Eros Ramazzotti e a sua nova digressão mundial, “UNA STORIA IMPORTANTE WORLD TOUR”, promete ser uma celebração da sua carreira e uma viagem íntima ao coração do público com passagem por Portugal no dia 6 de maio de 2026, na MEO Arena. A estreia oficial da tour aconteceu a 14 de fevereiro de 2026 na Accor Arena, em Paris, dando início a uma rota global que irá atravessar 30 países em 4 grandes etapas: Itália, Europa, América do Norte (incluindo Canadá) e América Latina. Produzida e distribuída por Friends & Partners – Eventim e Radiorama, esta nova digressão reafirma a ligação profunda de Eros com o seu público internacional. Cada espetáculo será uma oportunidade única de reviver grandes sucessos e descobrir novas emoções, num espetáculo pensado para tocar o coração dos fãs, onde quer que estejam no mundo. “UNA STORIA IMPORTANTE WORLD TOUR” será mais do que uma série de concertos – será um tributo à música, às histórias vividas e ao amor partilhado entre Eros Ramazzotti e o seu público ao longo de décadas. Una Storia Importante torna-se o título de uma digressão que fala da profunda ligação entre Eros e o seu público, uma ligação autêntica e duradoura que atravessa o tempo, as fronteiras e as gerações. Uma história feita de música, emoções e trocas, que continua a ser escrita com a mesma força de sempre, impulsionada por mais de 80 milhões de discos vendidos e mais de 9,3 mil milhões de streams globais. Dia 6 de maio de 2026 será o encontro com o público português na MEO Arena, em Lisboa.
Motionless In White em Lisboa: O Pesadelo Perfeito

A Sala Tejo da MEO Arena transformou-se no epicentro do metalcore moderno. Os concertos de Motionless in White, Dayseeker e Make Them Suffer no passado sábado, 7 de março de 2026, marcaram uma noite histórica para o metal moderno em Lisboa, com lotação praticamente esgotada e ambiente de euforia constante. A abertura coube aos australianos Make Them Suffer, que transformaram a curiosidade inicial num envolvimento genuíno. O grande trunfo dos Make Them Suffer continua a ser o contraste dinâmico: os guturais viscerais de Sean Labinsky cruzam-se com a elegância melódica de Alex Reade nos teclados e vozes, conseguindo, em pouco mais de meia hora, conquistar a sala e gerar os primeiros momentos de verdadeira afinidade com o público . Seguiram-se os californianos Dayseeker, cuja ascensão no cenário do pós-hardcore se tornou evidente. Rory Rodriguez entregou uma das melhores performances vocais que a Sala Tejo já viu. Desde os primeiros acordes de “Pale Moonlight”, ficou claro que o público conhecia profundamente o repertório, cantando em uníssono refrões de temas como “Crawl Back to My Coffin”, “Sleeptalk” e “Neon Grave”. O clímax da noite chegou com a actuação dos Motionless In White, banda americana de metalcore originária de Scranton, Pensilvania, formada em 2004 pelo vocalista Chris “Motionless” Cerulli, o único membro original da banda. O espetáculo dos Motionless In White é uma experiência imersiva: luzes, fogo, estética gótica e um som que funde o metalcore com o industrial de forma impecável. A banda, que fez a sua estreia em Portugal, trouxe a produção completa da digressão, com um palco de vários níveis, enormes painéis visuais, pirotecnia e a presença das Cherry Bombs, que adicionou uma camada teatral e provocadora ao espetáculo e que com as suas rebarbadoras espalharam faíscas pelos quatro cantos do palco. O concerto arrancou com “Meltdown”, “Sign of Life” e “A.M.E.R.I.C.A.”, num alinhamento que equilibrou temas mais recentes com clássicos como “City Lights”. Chris é um frontman magnético, mantendo o público na palma da mão tanto nos momentos mais intensos como “Slaughterhouse”, como nos hinos mais emocionais como “Nothing Ever After”. No final, o concerto confirmou-se como um momento memorável, um espetáculo completo, combinando sonoridade industrial, estética sombria e teatral e uma produção visual poderosa, transformando a Sala Tejo num cenário digno de cinema de terror moderno.