TATE MCRAE – 7 DE MAIO MEO ARENA

TATE MCRAE ANUNCIA O TÃO ESPERADO TERCEIRO ÁLBUM *SO CLOSE TO WHAT* E A TOUR MUNDIAL DE 2025: ‘MISS POSSESSIVE TOUR’ COM ESPETÁCULO EM PORTUGAL A 7 DE MAIO NA MEO ARENA A artista pop sensação multi-platina Tate McRae anuncia o seu tão aguardado terceiro álbum, *So Close To What*, que será lançado dia 21 de fevereiro pela RCA Records. Através de letras sinceras e emoções intensas, *So Close To What* representa a jornada de amadurecimento quando o caminho à frente parece infinito e o destino cada vez mais incerto. É uma exploração introspetiva de autodescoberta, amor e busca por equilíbrio em momentos de incerteza. A nova música de Tate, “2 hands”, juntamente com o videoclipe, será lançada hoje às 00h PT. Segue o sucesso irresistível de “It’s ok I’m ok”, que marcou a maior estreia de Tate no Billboard Hot 100 e já acumulou mais de 165 milhões de streams globais até ao momento. No próximo ano, Tate dará início à sua tour mundial *Miss Possessive Tour*, com 50 datas em toda a América do Sul, Europa, Reino Unido e América do Norte. Produzida pela Live Nation, a tour começa no dia 18 de março na Cidade do México, no Pepsi Center, com espetáculos em São Paulo, Londres, Amsterdão, Praga, Nova York, Nashville e muitas outras cidades, encerrando em Los Angeles no Kia Forum, dia 26 de setembro. Benee será a atração de apoio em todas as datas na Europa e no Reino Unido, enquanto Zara Larsson acompanhará Tate em todos os espetáculos nos EUA e no Canadá. Informações sobre a venda de bilhetes e a digressão completa estão abaixo. Portugal, receberá a artista no dia 7 de Maio de 2025 na MEO Arena. Os bilhetes estarão à venda no próximo dia 22 de Novembro, pelas 09h00 em meoblueticket.pt, lojas MEO, See Tickets e locais habituais. Um concerto que terá o apoio da Rádio Comercial. A tour também terá um pacote VIP, permitindo que os fãs levem a sua experiência deste espetáculo a outro nível. O pacote inclui bilhetes premium, acesso ao soundcheck antes do espetáculo + sessão de perguntas e respostas, item de merchandise VIP, entrada antecipada e muito mais. Para mais informações, entra no site www.vipnation.com. Sobre Tate McRae: Cantora, compositora e bailarina, Tate McRae é um verdadeiro talento triplo que acumulou mais de 11,6 mil milhões de streams ao longo da sua carreira e diversos hits em primeiro lugar nas tabelas. Recebeu inúmeras distinções, incluindo Artista do Ano nos JUNO Awards de 2024, nomeações para três MTV VMAs, dois Billboard Music Awards, múltiplos People’s Choice Awards e iHeartRadio Music Awards, entre outros. Tate foi destacada na lista Power of Young Hollywood de 2022 da Variety, na lista 21 Under 21 da Billboard durante quatro anos consecutivos e na lista 30 Under 30 de 2021 da Forbes, onde foi a mais jovem artista musical a ser incluída. O single de Tate, certificado 4x Platina pela RIAA, “You Broke Me First”, acumulou mais de 2,3 mil milhões de streams desde o seu lançamento em 2020. Ela colaborou com diversos artistas, incluindo Regard & Troye Sivan no sucesso de dança “You”, Khalid na faixa “Working”, Tiësto em “10:35” e Jeremy Zucker no seu single viral “That Way”. O seu álbum de estreia em 2022, *I Used To Think i Could Fly*, alcançou o primeiro lugar na tabela Global Top Álbuns do Spotify e entrou no Top 10 de vários países. Com o seu single certificado Platina “She’s All i Wanna Be”, o impressionante álbum foi elogiado por publicações como a Billboard, que afirmou que “Tate McRae torna-se uma estrela no seu muito aguardado álbum de estreia”, enquanto a GRAMMY.com declarou que “…cada faixa demonstra que McRae está pronta para ser uma das estrelas mais genuínas da sua geração”. No ano passado, a artista de Calgary lançou o seu muito aguardado segundo álbum, *THINK LATER*, que a catapultou para o estrelato pop. O álbum estreou em 4o lugar na tabela de álbuns da Billboard e acumulou mais de 3,8 mil milhões de streams em todo o mundo. Repleto de atratividade pop e melodias cativantes, o álbum inclui o single certificado 3x Platina “Greedy”, que levou Tate ao primeiro lugar na tabela Global 200 da Billboard, na Global Excl. US, na tabela Global do Spotify, e ao primeiro lugar nas rádios de Top 40. O Los Angeles Times declarou que ela está “pronta para o estrelato pop”, enquanto a Vogue afirmou que ela está a “dominar o mundo”. A sua versatilidade como performer tem cativado audiências em todo o mundo. Quer seja ao oferecer uma performance vocal poderosa ou ao executar uma coreografia de alta energia, Tate traz uma combinação única de arte e autenticidade a cada palco.
Bilhetes para Iron Maiden

Um número limitado de bilhetes para a digressão mundial Run For Your Lives dos Iron Maiden foi disponibilizado!Estes bilhetes incluem concertos que estavam esgotados incluindo o de dia 6 de Julho, no MEO Arena!
Hybrid Theory e Grey Daze homenageiam Chester Bennington no MEO Arena

Os concertos de Grey Daze e de Hybrid Theory no passado sábado na MEO Arena em Lisboa foram eventos bastante aguardados pelos fãs do rock e nu-metal dos anos 2000. Intitulado “Hybrid Theory & Grey Daze – Tribute a Chester“, reuniu os portugueses Hybrid Theory, reconhecidos como o maior tributo mundial aos Linkin Park, e os Grey Daze, primeira banda do lendário Chester Bennington. A noite teve início com a atuação dos Grey Daze, banda de rock alternativo de Phoenix, Arizona, formada em 1993 e que também são conhecidos por serem uma das primeiras bandas do vocalista dos Linkin Park, Chester Bennington. Apresentaram temas do seu repertório original, proporcionando ao público uma viagem nostálgica às raízes musicais de Chester . Canções como “Holding You” e “Sometimes” trouxeram a intensidade vocal característica de Chester, com o vocalista Cris Hodges a fazer um tributo respeitoso ao seu estilo. A performance foi marcada por uma energia emotiva, refletindo a essência do som que influenciou o percurso inicial do vocalista. Galeria completa em Seguiram-se os Hybrid Theory, que, com uma execução fiel e apaixonada, recriaram os maiores sucessos dos Linkin Park. A banda algarvia, cujo primeiro concerto aconteceu em Janeiro de 2018, no bar Bafo de Baco em Loulé, confessaram que no inicio o objectivo era juntar algum dinheiro para comprar equipamento extra para a banda de originais que tentavam criar na altura, os Zeroh. Agora são conhecidos em todo o mundo como a melhor banda de tributo a LInkin Park e por onde passam esgotam salas, desde a China á Austrália, da Rússia á India (onde são idolatrados) passando pelo MEO Arena. Os Hybrid Theory trouxeram a nostalgia explosiva de Linkin Park, com um setlist cheio de clássicos. Temas como “What I´ve Done” , com que iniciaram o concerto, passando por “No More Sorrow”, “In The End”, “Breaking The Habit”, Bleed It Out”, “Numb”, “Papercut” ou “One Step Closer” incendiaram o público. O ponto alto da noite ocorreu quando da interpretação de “One More Light”, prestando uma sentida homenagem ao legado de Chester Bennington. Este momento simbólico reforçou a união entre os músicos e os fãs na celebração da vida e obra do artista. A semelhança vocal de Ivo Rosário com Bennington impressiona e a banda recriou fielmente os riffs eletrônicos e distorções de Linkin Park reforçando a autenticidade do tributo. A produção do espetáculo destacou-se pela qualidade técnica e pelos elementos audiovisuais, criando uma atmosfera imersiva que enalteceu a experiência musical. O evento, realizado dois dias após o que seria o 49.º aniversário de Bennington, foi uma experiência inesquecível para os fãs, honrando de forma digna a memória de Chester Bennington e reafirmando a influência duradoura da sua música. Galeria completa no
GHOST

Skeletour World Tour 2025 Os GHOST anunciaram a sua maior digressão mundial com até à data, a Skelatour World Tour 2025, com passagem na MEO Arena, em Lisboa, no dia 29 de abril de 2025. É praticamente impossível exagerar o quão longe os GHOST chegaram desde que foram concebidos na imaginação de Tobias Forge no início do século XXI. Ao longo de quase 20 anos desde a sua criação em Linköping, Suécia, os GHOST tornaram-se muito mais do que a maior exportação do rock teatral da Escandinávia. As conquistas e prémios acumulados pela discografia da banda incluem quase 10 mil milhões de streams, cinco nomeações para os GRAMMYs (incluindo uma vitória em 2016 na categoria de Melhor Performance de Metal com Cirice), um single de platina certificado pela RIAA (Mary on a Cross), um American Music Award e um iHeart Radio Music Award (ambos para Melhor Álbum de Rock com IMPERA, que alcançou o primeiro lugar das tabelas internacionais em 2022). As ambições dos GHOST continuaram a crescer exponencialmente, culminando recentemente no evento de cinema de rock mais lucrativo da história da América do Norte, com a estreia do seu filme RITE HERE RITE NOW. À medida que a banda fortalece os laços com a sua legião global de almas gémeas, que se reúnem nos seus rituais ao vivo, não é exagero descrever os GHOST — e a conexão única e intensa que se forma entre os fiéis seguidores e o universo criado por Forge — como um fenómeno global singular. Depois de passar os últimos anos a cativar os seus devotos seguidores numa digressão extensa — que se estendeu desde antes do lançamento de IMPERA em março de 2022 até ao grandioso final nos EUA, a 11 e 12 de setembro de 2023, no Kia Forum em Los Angeles (documentado no sucesso de bilheteira RITE HERE RITE NOW) — a próxima direção criativa dos GHOST revelou-se uma jornada profundamente introspectiva. Este mergulho interior no processo criativo de Forge resultou em SKELETÁ: uma coleção de 10 novas músicas que cortam tão profundamente quanto (in)humanamente possível. Produzido por Gene Walker e misturado por Andy Wallace e Dan Malsch, SKELETÁ é o trabalho mais intimamente introspectivo dos GHOST até hoje. Enquanto os álbuns anteriores da banda exploravam temas mais amplos — como as reflexões de IMPERA sobre a ascensão e queda dos impérios ou as evocações de Prequelle sobre as pragas que definiram épocas — SKELETÁ foca-se em paisagens emocionais individuais, retratadas de forma pessoal e direta em cada uma das suas 10 faixas, como um diálogo com o próprio reflexo. O resultado é uma coleção singular de sentimentos intemporais e universais, filtrados através de uma perspetiva única. Contudo, SKELETÁ vai além da soma das suas partes: as músicas formam um arco temático que começa com a ascensão épica de Peacefield, mergulha em territórios espirituais cada vez mais sombrios com as melodias melancólicas de Lachryma, o primeiro single demoníaco Satanized e a balada introspectiva Guiding Lights. A segunda metade de SKELETÁ traça um percurso através desta escuridão, de volta ao otimismo desenfreado da sua abertura. Pilares desta jornada incluem Cenotaph, que sugere a transcendência da existência para além do túmulo físico, Marks of the Evil One, que contrasta presságios sinistros com um alegre refrão “There! There!”, e Umbra, que assume um tom decididamente carnal. O álbum encerra-se de forma grandiosa com Excelsis, onde entoações aparentemente fúnebres transmitem, na verdade, uma promessa de vida eterna — consolidando o tema central de SKELETÁ: a certeza de que todas as eras sombrias e períodos de luto eventualmente chegam ao fim. SKELETÁ ganhará vida na próxima SKELETOUR WORLD TOUR 2025, a digressão mais ambiciosa dos GHOST até à data. Com mais de 55 datas já anunciadas — incluindo um histórico concerto de estreia como cabeças de cartaz no icónico Madison Square Garden, em Nova Iorque — e mais datas a serem reveladas, a SKELETOUR WORLD TOUR 2025 promete expandir ainda mais a comunidade dos GHOST, atraindo o seu público mais vasto e diversificado até hoje. Desde os discípulos de longa data até aos curiosos de primeira viagem e aos marginalizados que encontram refúgio no ritual, todos são bem-vindos para escapar às tribulações da vida quotidiana e tornar-se parte do espetáculo fantasmagórico que levou o Los Angeles Times a afirmar: “No que toca a atuações ao vivo, são uma das melhores bandas do momento”, e o Wall Street Journal a proclamar os GHOST como “a próxima geração de estrelas de arenas”. SKELETÁ será lançado a 25 de abril de 2025 pela Loma Vista Recordings. IMPORTANTE: Este espetáculo será uma experiência sem telemóveis. O uso de telemóveis, câmaras ou dispositivos de gravação não será permitido no espaço de atuação. À chegada ao local, todos os telemóveis serão guardados em bolsas Yondr, que serão abertas no final do evento. Os convidados mantêm sempre a posse dos seus telemóveis e podem aceder aos mesmos durante o evento em Áreas Designadas para Uso de Telemóvel no local. Todos os telemóveis serão novamente guardados nas bolsas Yondr antes de regressarem ao espaço de atuação. Qualquer pessoa vista a usar um telemóvel durante o espetáculo será acompanhada para fora do local. Recomendamos aos convidados que tragam um cartão bancário ou de crédito para fazer compras no interior do recinto. Agradecemos a sua cooperação em criar uma experiência de visualização sem telemóveis.
Blasted Mechanism | Sala Tejo

Nascidos em 1995, os Blasted Mechanism são uma banda atualmente composta por Valdjiu, Guitshu, Fred Stone, Riic Wolf e Ary. Com mais de uma dezena de discos editados, já conquistaram um Globo de Ouro e foram distinguidos com três nomeações para o MTV Best Portuguese Act. Pisaram os maiores palcos nacionais e passaram por tantos outros lá fora, como o do emblemático festival de Glastonbury. Incontornáveis na música portuguesa, fundem rock com electrónica e elementos de diversas músicas tradicionais do mundo. São um projeto original de fusão, com uma identidade vincada, que muito se reflete nas performances marcantes, que são verdadeiras experiências de catarse. Os Blasted Mechanism são sinónimo de power, representam uma força vanguardista e inesgotável de entretenimento, um modo inconformado de se estar na vida. Agora é tempo de celebrar o legado e de construir novas páginas de história. Contudo, no horizonte está, acima de tudo, um concerto especial de comemoração de 30 anos de carreira, marcado para 2025. Os Blasted Mechanism sempre se destacaram pelas suas performances disruptivas e contagiantes, são uma banda de palco. Os preparativos começam agora, ao som de “Come With Us”, em torno do qual reúnem os fiéis rebeldes aos quais chamam família.
LENNY KRAVITZ

Blue Electric Light Tour 2025 Lenny Kravitz, o icónico artista vencedor de quatro prémios GRAMMY®, acaba de anunciar novas datas à aclamada digressão mundial “Blue Electric Light“, com passagem garantida em Portugal a 8 de abril na MEO Arena. A digressão “Blue Electric Light Tour 2025” continua o que a Billboard chama de “Lennaissance”, um período de sucesso global para Kravitz, que lançou o seu 12º álbum de estúdio aclamado pela crítica, Blue Electric Light, em maio deste ano. A Associated Press descreveu o projeto como “glorioso… o melhor do rocker em anos”, enquanto a NPR considerou-o um “caleidoscópio de rock exuberante, funk psicadélico, soul suave e mais” Em 2024, Kravitz foi homenageado com uma estrela na Hollywood Walk of Fame, o prémio “Music Icon” nos People’s Choice Awards, o “Best Rock Award” nos Video Music Awards e o prémio “Fashion Icon” da CFDA. Em junho, Kravitz conquistou a Europa com a digressão “Blue Electric Light Tour 2024”, apresentando atuações imperdíveis de temas do seu mais recente álbum, bem como os clássicos da sua vasta carreira. O icónico artista marca passagem na MEO Arena em abril 2025, com um concerto imperdível e há muito esperado pelos fãs portugueses.
Xutos – Vida Malvada

Os Xutos e Pontapés subiram ao palco da MEO Arena, para um concerto memorável que celebrou os 45 anos de carreira da banda e que estava integrado na tournée “Vida Malvada”. Foi mais uma demonstração do poder e da energia que a banda portuguesa consegue transmitir ao vivo, consolidando o seu estatuto como uma das maiores bandas de rock do país. A primeira parte ficou a cargo das bandas convidadas “Conjunto!Evite” e “Meu General”, que aqueceram o ambiente e prepararam os fãs para a atração principal. O repertório do concerto foi uma mistura equilibrada entre os clássicos que marcaram décadas e os temas mais recentes do álbum “Vida Malvada”. Canções como “Homem do Leme”, “Contentores” e “A Minha Casinha” foram recebidas com enorme entusiasmo pelo público, que cantou cada palavra em uníssono. Os novos temas, como o single que dá nome à tour, “Vida Malvada”, mostraram que a banda continua a renovar-se sem perder a essência que conquistou os fãs ao longo de mais de 40 anos de carreira. A energia no palco foi contagiante, com Tim a comandar a multidão com o seu carisma habitual, Zé Pedro a marcar presença através da sua música eterna, e o resto da banda a manter o nível alto de performance. A ligação entre os Xutos e o público é sempre especial, e desta vez não foi exceção, com a MEO Arena a transformar-se num autêntico caldeirão de emoções. A produção do espetáculo esteve à altura do legado da banda, com luzes e efeitos visuais que complementaram a música sem nunca a sobreporem. O palco foi simples mas eficaz, permitindo que a música fosse o foco principal. A projeção de imagens e vídeos durante alguns temas acrescentou uma camada extra de profundidade à experiência. O público, como é habitual nos concertos dos Xutos, foi de todas as idades, provando que a banda consegue unir gerações. Desde os fãs mais antigos, que acompanham a banda desde os anos 80, até aos mais novos, que descobriram os Xutos através dos álbuns recentes, a MEO Arena estava repleta de uma energia contagiante. O ultimo concerto da tournée “Vida Malvada” foi mais uma prova de que os Xutos e Pontapés continuam a ser uma força imparável no panorama musical português. Com um setlist que honra o passado e abraça o presente, uma energia inigualável e uma ligação única com o público, a banda mostrou que o rock em Portugal está bem vivo e continua a fazer história. Para os fãs, foi mais uma noite inesquecível; para os menos familiarizados, uma prova do porquê de os Xutos serem considerados lenda. Vida longa ao rock’n’roll!
Hybrid Theory homenageiam Chester Bennington e Linkin Park com espetáculo especial na MEO Arena.

Os Hybrid Theory, os portugueses que se tornaram no maior tributo do mundo aos Linkin Park, atuam a 22 de março de 2025 na MEO Arena, em Lisboa. Será uma das maiores homenagens de sempre ao malogrado vocalista da banda, o icónico Chester Bennington, e aos próprios Linkin Park. O espetáculo vai acontecer dois dias depois daquele que seria o 49.º aniversário do músico norte-americano. Os Hybrid Theory convidaram os Grey Daze, a primeira banda de Chester Bennington, que se unem assim ao tributo, tornando esta numa noite verdadeiramente única. “É provavelmente um dos maiores eventos alguma vez feitos em memória do Chester”, sublinham os Hybrid Theory. “É um espetáculo que nos engloba a todos e estamos ali pela mesma razão, ainda por cima tão próximos de uma data tão simbólica. Em termos técnicos, de produção e audiovisuais, estamos a fazer para que seja um dos maiores espetáculos já feitos no nosso país.” Baseados em Lagos, no Algarve, os Hybrid Theory formaram-se no final de 2017 e são hoje compostos por Miguel Martins (guitarra), Ivo Rosário (voz), Pedro Paixão (voz), Nuno Bernardo (baixo), Diogo Neuparth (bateria) e Daniel Pimenta (DJ). Para os próximos meses, têm já marcados concertos no Brasil, China, Espanha e Eslováquia. A tour mundial de 2025 está neste momento a ser ultimada, mas uma das datas mais importantes será, sem dúvida, o espetáculo na MEO Arena a 22 de março.
Uma Autêntica Celebração Em Família

Pela sétima vez na capital portuguesa, e pela primeira na maior sala de espectáculos do país, a banda irlandesa não defraudou as expectativas. No âmbito da digressão “Satellites World Tour”, que ineditamente começou em Portugal – mais concretamente na Feira de São Mateus, Viseu – os The Script fizeram do seu 13º concerto em Portugal uma autêntica celebração em família. Foi o escocês Tom Walker que assegurou a primeira parte do show de The Script na MEO Arena e que preparou o público para o evento principal com grande competência. Tom Walker, conhecido por hits como “Leave a Light On” e “Just You and I”, trouxe uma performance carismática e cheia de emoção, conectando-se facilmente com a audiência. Sua voz potente e cheia de soul foi um destaque, especialmente em canções mais emotivas, onde conseguiu transmitir uma profundidade genuína. No geral, Tom Walker cumpriu brilhantemente o papel de aquecer o público para The Script, deixando uma impressão positiva e mostrando por que é um dos nomes mais promissores da música atual. Sua performance foi um equilíbrio perfeito entre emoção e energia, garantindo que todos estivessem prontos para a continuação da noite. Num Pavilhão Atlântico bem composto, Glen Power foi o primeiro a subir a palco e a certificar-se que os presentes estavam acordados através de um solo de bateria precedente a “You Won’t Feel a Thing” numa bateria metalizada-transparente bem ao centro do palco. Enquanto a bateria era desmontada-retirada do palco, Danny O’Donoghue começou a cantar rompendo no meio da multidão que ansiosamente o esperava. De seguida as qualidades vocais dessa mesma multidão foram testadas através de ‘Superheroes’ e ‘Rain’. Do mais recente trabalho de originais de The Script houve oportunidade de ouvir ‘Both Ways’, (talvez) o tema mais orelhudo-vivo de todo o espectáculo. Foi com uma nova indumentária que Danny O’Donoghue tocou o coração dos presentes cantando ‘The Man Who Can’t Be Moved’, fazendo uma pausa no fim a la Taylor Swift para receber a respectiva ovação. Num alinhamento cuja espinha-dorsal se mantém mais ou menos igual – por motivos óbvios – desde a (precoce) morte de Mark Sheehan, houve tempo e espaço para lembrar a memória do fundador da banda. ‘If You Could See Me Now’ teria sido o momento emocional da noite, não fosse Camila erguer um cartaz para Danny a dizer “O Mark estaria orgulhoso de ti”. Tal gesto carinho valeu a Camila, pela primeira vez num concerto da banda, a subida a palco em ‘Never Seen Anything “Quite Like You”’. Danny e Camila lado-a-lado no piano, com a jovem fã a ter a oportunidade de cantar o refrão e tocar algumas das notas do tema ao piano. Um momento demasiado arrepiante-único para alguém ter ficado indiferente. Para romper com tal comoção, o vocalista da banda irlandesa voltou a ir cantar para o meio de um público bastante heterogéneo, dos 8 aos 80 anos, das mais variadas nacionalidades, em ‘Nothing’, num final de noite que se aproximava a passos largos. Foi também do segundo trabalho de originais – “Science & Faith” – que surgiu o último tema da noite, ‘For The First Time’, com o público de lanternas erguidas a cantar o refrão e Danny O’Donoghue a exibir o terceiro outfit da noite. No que ao encore diz respeito, estava reservada uma autêntica viagem cronológica. Do mais recente trabalho de originais – “Satellites”, através de ‘Home Is Where The Hurt Is’ até aos primórdios com ‘Breakeven’. Para o fechar das hostilidades, o tema que levou The Script até ao especto mundial, ‘Hall Of Fame’. (PARÁGRAFO) Para a história fica não um bom concerto, não quatro trocas de vestuário por parte de Danny O’Donoghue, nem tão pouco uma banda bastante coesa em palco. Fica, sim, e acima de tudo, uma feliz celebração em família, como Danny O’Donoghue apelidou – e bem – os presentes.
Xutos encerram “Vida Malvada”!

O último concerto da Tour ‘Olá Vida Malvada’ vai ser em Lisboa no MEO Arena com os convidados Meu General e Conjunto!Evite