AVATAR | “In The Airwaves” passa por Lisboa

AVATAR regressam a Portugal já este mês de Fevereiro com novo espetáculo de proporções épicas, que integra a digressão europeia mais ambiciosa da banda sueca até à data “Esta digressão vai superar tudo o que fizemos antes — não apenas em escala, mas em ambição. É para isso que vivemos, e é o que prometemos.” — Johannes Eckerström, vocalista dos AVATAR Senhoras e senhores, criaturas da noite e amigos do estranho — preparem-se. Os AVATAR estão de volta e, no dia 27 de Fevereiro, prometem transformar o LAV – Lisboa Ao Vivo num palco de caos teatral e exuberância sinistra. A banda sueca regressa a Portugal com os neozelandeses ALIEN WEAPONRY como convidados especiais e com a sua maior produção de sempre, no âmbito de uma colossal tour europeia, que os leva de Estocolmo a Berlim, passando por Londres, Paris, Madrid e, claro, Lisboa.Com o espírito teatral que os distingue e uma produção visual que se antevê arrebatadora, os AVATAR regressam com, literalmente, tudo — e para todos. Um ritual metálico para os que procuram algo além do convencional, algo que desafie os sentidos e abrace o estranho com pompa e circunstância. Johannes Eckerström, o irreverente vocalista e mestre-de-cerimónias da trupe sueca, promete que esta próxima digressão irá redefinir os padrões da banda: “Somos viciados em intensidade! Por mais elogios que tenhamos recebido pelas nossas atuações ao vivo, sentimos que ainda estamos a começar. Esta tour vai superar tudo o que fizemos antes — não apenas em escala, mas em ambição. É para isso que vivemos, e é o que prometemos.”

Coliseu de Lisboa Rendido ao Metal Sinfónico: Charlotte Wessels, Amaranthe e Epica partilham palco

No Coliseu dos Recreios, a noite chuvosa de 1 de Fevereiro reuniu três propostas distintas do universo do metal, mas que acabaram por convergir num espetáculo coeso numa sala bem composta e participativa. Charlotte Wessels, cantora e compositora holandesa deu o pontapé de saída com o seu projeto a solo, num registo mais intimista, mas ainda assim profundamente ligado às raízes do metal sinfónico que a tornaram conhecida como vocalista dos Delain. A voz mantém a clareza e o alcance que lhe é reconhecida, mas agora revela uma maior maturidade e uma densidade emocional que assenta bem nas novas canções de «The Obsession». Apesar do tempo relativamente curto em palco, a atuação foi intensa, com a guitarra expressiva de Timo Somers a dar o mote e um final épico com «The Exorcism», deixando a sensação de que esta fase pós‑Delain é tudo menos um apêndice na carreira da cantora. Seguiu-se Amaranthe, banda sueca formada em Gotemburg em 2008 e que fazia a sua estreia em terras alfacinhas. Os Amaranthe trouxeram a vertente mais moderna e eletrónica da noite, com o seu “Massive Modern Metal”, como eles mesmos se identificam .  A energia da atuação foi evidente, com a banda a envolver a plateia em ritmos vibrantes e dinâmicos que exploraram tanto os êxitos mais conhecidos quanto os temas do seu mais recente álbum. A banda, construiu a sua identidade em torno da fusão entre guitarras pesadas, elementos eletrónicos e três vozes distintas. O contraste entre o registo limpo de Nils Molin, a versatilidade de Elize Ryd e os rugidos de Mikael Sehlin criou uma dinâmica imparável capaz de fazer o público saltar e cantar. Temas como “Digital World” ou “Drop Dead Cynical” transformaram o Coliseu numa pista de dança de metal. Era impossível ficar indiferente à energia transbordante de Elize, que domina o palco como poucos, reforçando a imagem do grupo como uma força imparável do metal contemporâneo, com milhões de streams e centenas de milhares de discos vendidos a sustentarem essa posição. No encerramento da noite, Epica, banda holandesa formada em 2002, apresentou nesta Arcane Dimensions Tour um set que combinou a grandiosidade do metal sinfónico com uma produção de palco impressionante. Um espetáculo visualmente ambicioso e conceptual, transformando o palco num cenário quase futurista, saturado de luzes, projeções e detalhes cénicos. A abertura com uma figura mascarada a apelar ao “larga o telemóvel e vive o momento” preparou o terreno para «Apparition», que entrou logo com grande impacto, e mostrou uma banda segura do seu novo capítulo com o álbum «Aspiral». Simone Simons, que continua a ser uma das vozes mais sublimes do género, surgiu envolta em véus e sombras, num posicionamento elevado que reforçou a dimensão teatral do concerto. Um dos instantes mais fortes da noite aconteceu quando Charlotte Wessels voltou ao palco para um dueto intenso com Simone Simons, durante «Sirens – Of Blood And Water», com ambas recortadas em silhueta contra um cenário de nevoeiro e luzes minimalistas Foi uma noite sem pontos mortos. Do intimismo progressivo de Charlotte à euforia futurista dos Amaranthe, culminando no poderio sinfónico dos Epica, o público de Lisboa saiu do Coliseu satisfeito com o que viu e ouviu. O contraste entre o lado mais moderno de Amaranthe, o metal sinfónico majestoso dos Epica e a introspeção emocional de Charlotte Wessels acabou por funcionar em pleno, oferecendo ao público lisboeta uma noite diversa, mas unida por um fio comum: grandes vozes, produção cuidada e canções pensadas para soar ainda maiores ao vivo. Fotos: Jorge Pereira / Imagem do Som

Alter Bridge ao vivo em Lisboa

O novo álbum autointitulado dos Alter Bridge já está disponível em todas as plataformas digitais e lojas físicas lnk.to/AB-AlterBridge Dia 10 de Fevereiro, os norte-americanos atuam no Sagres Campo Pequeno e podes garantir o teu bilhete em primeartists.eu e nos locais habituais.

OS ALTER BRIDGE REGRESSAM A LISBOA A 10 DE FEVEREIRO DE 2026 COM A WHAT LIES WITHIN TOUR

O Sagres Campo Pequeno recebe a única data portuguesa da nova digressão europeia dos muito aplaudidos ALTER BRIDGE, que conta com os DAUGHTRY e SEVENDUST como convidados especiais. O rock pesado norte-americano volta a ganhar destaque em Lisboa no dia 10 de Fevereiro de 2026, quando os ALTER BRIDGE subirem ao palco do Sagres Campo Pequeno para apresentarem a sua mais recente digressão europeia, apelidada What Lies Within Tour. Com os também muitíssimo aplaudidos DAUGHTRY e SEVENDUST a subirem ao palco como convidados especiais, esta noite promete cruzar três abordagens bem distintas e muito relevantes do rock pesado contemporâneo, numa oportunidade única para assistir a um alinhamento que conjuga experiência, inovação e uma enorme entrega por parte dos músicos em palco. Formados em 2004, por esta altura os roqueiros ALTER BRIDGE já dispensam apresentações para quem tem acompanhado a evolução do hard rock nas últimas duas décadas. Com uma discografia sólida, marcada por álbuns como «Blackbird», «AB III», «Fortress» ou, mais recentemente, «Pawns & Kings», o quarteto liderado pelo vocalista Myles Kennedy e prelo guitarrista Mark Tremonti encontrou um muito raro equilíbrio entre sofisticação técnica e comunicação direta com os seus fãs, traduzida em canções orelhudas pensadas para ser cantadas em uníssono. As suas atuações ao vivo tornaram-se já uma referência de rigor e intensidade, e esta passagem por Lisboa, após um concerto esgotado na Sala Tejo da MEO Arena em 2019, insere-se numa nova fase de estrada que percorre várias cidades europeias no início de 2026. Mais que qualquer outra coisa, a What Lies Within Tour representa um crucial ponto de viragem para a banda: após o interregno pandémico e os ciclos de estúdio mais recentes, os ALTER BRIDGE voltam ao contacto direto com o público numa altura em que o seu repertório oferece mais variedade, risco e profundidade do que nunca. O concerto no Sagres Campo Pequeno será, por isso, uma oportunidade privilegiada para os fãs revisitarem os grandes momentos da carreira da banda, mas também para testemunharem o seu presente artístico em plena maturidade. A acompanhá-los estarão os DAUGHTRY, projeto liderado por Chris Daughtry, que soube escapar aos limites da fama mediática para construir uma discografia muito honesta e emocionalmente empenhada. Com milhões de discos vendidos e temas como «Home», «It’s Not Over» e «World On Fire» a figurarem entre os mais reconhecidos do rock norte-americano do século XXI, a banda chega a Lisboa com um espetáculo sólido, enérgico e centrado na força expressiva do seu vocalista. A noite começa, no entanto, com os SEVENDUST, banda de culto do metal alternativo, ativa desde meados dos anos 90 e reconhecida pela sua longevidade criativa e pela coerência estética que sempre manteve ao longo das últimas três décadas. Com discos como «Animosity», «Seasons» e «Truth Killer» no currículo, os músicos continuam a surpreender pela forma como combinam uma agressividade rítmica muito própria com refrões memoráveis e atmosferas densas. Em palco, são sinónimo de entrega e intensidade, qualidades que fazem destes músicos uma escolha certeira para abrir esta noite de contrastes e convergências. O Sagres Campo Pequeno, pela sua localização central e pelas condições acústicas que oferece, é o espaço ideal para acolher um espetáculo que não será só uma celebração do rock, mas também um encontro entre três bandas que recusam acomodar-se aos seus legados. Com perspetivas bem distintas, mas um mesmo compromisso com a autenticidade e a entrega, os ALTER BRIDGE, os DAUGHTRY e os SEVENDUST prometem transformar a noite de 10 de Fevereiro do próximo ano numa afirmação inequívoca da vitalidade do rock norte-americano. Os bilhetes para o espetáculo custam entre 37€ e 48€ e estarão à venda em primeartists.eu e nos locais habituais.

JINJER REGRESSAM A PORTUGAL

JINJER REGRESSAM A LISBOA NO PRÓXIMO MÊS PARA UM CONCERTO EM NOME PRÓPRIO NO LAV – LISBOA AO VIVO Após uma atuação demolidora no EVIL LIVE FESTIVAL, a banda ucraniana vem a Portugal promover o seu mais recente álbum, intitulado «Duél». Os JINJER regressam a Portugal no dia 6 de Fevereiro de 2026 para um concerto único no LAV – Lisboa ao Vivo, naquela que será a sua primeira atuação em nome próprio em Lisboa desde 2019. O espetáculo insere-se na nova digressão europeia do grupo e terá como base aquele que é o seu mais recente álbum de estúdio, «Duél», editado em Fevereiro de 2025 pela Napalm Records. Esta tour europeia de 2026 marca o muito aguardado regresso da banda liderada por Tatiana Shmayluk ao Velho Continente enquanto cabeça de cartaz, após um ciclo de concertos que os viu partilhar palcos com bandas tão aplaudidas como os Slipknot, Sepultura, Disturbed, Bullet For My Valentine, Arch Enemy e BABYMETAL, entre outras.  O quarteto ucraniano está atualmente na estrada para tocar nos maiores festivaisinternacionais de Verão, com atuações no Wacken Open Air, Graspop Metal Meeting, Download Festival, Sweden Rock e também no Evil Live Festival, reforçando de forma inegável a sua posição como um dos nomes mais sólidos, respeitados e aplaudidos da música pesada contemporânea. O concerto em Lisboa integra a nova etapa da digressão de promoção a «Duél» e representa uma oportunidade de reencontro mais intimista com o público luso, que sempre recebeu a banda com entusiasmo. Oriundos de Donetsk, e atualmente com base de operações em Kyiv, os JINJER são uma das bandas mais respeitadas e singulares do metal moderno. Com quinze anos de percurso, o grupo construiu uma identidade artística profundamente marcada pela fusão de um groove muito progressivo, uma técnica extremamente apurada e uma entrega emocional inconfundível. Ao longo dos anos, já somaram mais de 250 milhões de streams e visualizações nas principais plataformas e, como resultado, conquistaram uma enorme legião de seguidores um pouco por todo o mundo. A formação da banda conta com Tatiana Shmayluk na voz, Roman Ibramkhalilov na guitarra, Eugene Abdukhanov no baixo e Vlad Ulasevich na bateria. Desde o álbum de estreia, «Inhale, Do Not Breathe», de 2012, até ao novo «Duél», os JINJER têm vindo a consolidar um percurso pautado pela autenticidade e vontade de explorar novos territórios sonoros. O quarteto tornou-se sinónimo de inovação dentro do metal moderno, com discos como «King Of Everything», de 2016, «Macro», de 2019, e «Wallflowers», de 2021, a merecerem uma dose de reconhecimento generalizado, tanto por parte do público como da crítica especializada. O single «Pisces», lançado em 2016, tornou-se um fenómeno global e colocou-os definitivamente no mapa de audiências muito para além da esfera do metal.  Horários: Abertura Portas: 19h00 Inicio do espetáculo: 20h00 Os bilhetes para o espetáculo custam 42€, disponíveis em primeartists.eu e nos locais habituais.

EPICA regressam a Portugal

Os mestres do metal sinfónico Epica e os titãs do metal moderno Amaranthe preparam-se para unir forças numa digressão europeia de grande escala. A “Arcane Dimensions Tour”, que arranca já no próximo dia 16, tem paragem garantida em Lisboa no próximo dia 01 de Fevereiro, para um espetáculo imperdível no Coliseu de Lisboa A noite será ainda abrilhantada pela talentosa presença de Charlotte Wessels A ex-vocalista dos DELAIN lançou recentemente o seu primeiro álbum a solo, intitulado «The Obsession». Bilhetes disponíveis nos locais habituais e em primeartists.eu

EPICA e AMARANTHE trazem a Arcane Dimensions Tour a Portugal!

A 01 de Fevereiro de 2026, o Coliseu dos Recreios, em Lisboa, recebe dois gigantes do metal sinfónico. Os mestres do metal sinfónico EPICA e os titãs do metal moderno AMARANTHE preparam-se para unir forças numa digressão europeia de grande escala. A Arcane Dimensions Tour, que arrancou em Janeiro de 2026, levará ambas as bandas a 26 cidades em 13 países do Velho Continente, com paragem garantida em Lisboa a 1 de Fevereiro para um espetáculo imperdível no Coliseu dos Recreios. Com atuações em regime de co-headlining e alinhamentos rotativos, esta será a primeira grande digressão europeia dos EPICA em apoio ao seu novo álbum de estúdio, «Aspiral», com lançamento marcado para o próximo dia 11 de Abril. Descrito pelos próprios como “uma aula magistral de narrativa, grandiosidade e melodias intemporais”, o sucessor do muito aplaudido «Omega», de 2021, promete elevar ainda um pouco mais o estatuto da banda no panorama mundial. Inspirados pelo sucesso das experiências imersivas The Symphonic Synergy e pela memorável digressão de 2023 ao lado dos METALLICA, Simone Simons e companhia prometem uma produção renovada e um concerto à altura da sua reputação como um dos nomes mais imponentes do metal sinfónico. Por sua vez, os suecos AMARANTHE continuam a afirmar-se como uma força imparável no metal moderno. Desde a sua formação, em 2008, a banda tem-se destacado pela sua fusão inconfundível de metal melódico, eletrónica e refrões viciantes, conquistando uma base de fãs global. O seu mais recente álbum, «The Catalyst», reforçou a identidade sonora do grupo, combinando a energia de três vocalistas e uma produção arrojada. Com mais de mil milhões de streams já acumulados nas principais plataformas e 500.000 discos vendidos, a banda chega a Lisboa pronta para provar, uma vez mais, porque é considerada de forma unânime uma referência no género em que se move. A noite será ainda abrilhantada pela talentosa presença de CHARLOTTE WESSELS’ THE OBSESSION. A ex-vocalista dos DELAIN lançou recentemente o seu primeiro álbum a solo, intitulado «The Obsession», via Napalm Records, marcando uma nova fase na sua carreira. Com uma sonoridade envolvente e emocionalmente carregada, a artista holandesa tem assinado atuações memoráveis, e certamente vai tornar este evento ainda mais especial. Resultado: a 1 de Fevereiro de 2026, o Coliseu dos Recreios vai ser lugar de uma noite épica. Com uma combinação de metal sinfónico, modernidade eletrónica e talento vocal de três das mais aplaudidas vozes no espectro da música pesada, este será certamente um espetáculo incontornável para os fãs do género.

TARJA TURUNEN e MARKO HIETALA em Lisboa

TARJA TURUNEN e MARKO HIETALA no Coliseu Dos Recreios, em Lisboa, a 29 de Janeiro de 2026 A magia do passado, o poder do presente — o reencontro inesquecível de duas lendas que os fãs de metal épico, sinfónico e operático não vão querer perder. Após uma enorme digressão triunfal pela América do Sul durante 2024 e uma série de espetáculos emocionantes, muitos dos quais esgotados, em 2025, TARJA e MARKO HIETALA vão continuar a sua jornada colaborativa em palco durante 2026. Com uma extensa tour europeia no horizonte, a muito aplaudida, e aguardada, dupla finlandesa subirá também ao palco do Coliseu dos Recreios, em Lisboa, no dia 29 de Janeiro do próximo ano, fazendo desde já antever uma noite inolvidável para qualquer fã de metal épico, sinfónico e operático. TARJA e MARKO HIETALA partilharam o palco pela primeira vez em 18 anos durante a digressão Living The Dream – The Hits Tour 2024, proporcionando momentos inesquecíveis a fãs em todo o mundo. Esta reunião da dupla de músicos ex-NIGHTWISH, não só celebrou um passado cheio de canções de enorme sucesso como abriu caminho para um futuro promissor. Na sequência do lançamento do dueto no single «Left On Mars», e perante a entusiástica receção do seu público, a colaboração vai prolongar-se em 2026, prometendo ainda mais atuações de excelência em várias partes do globo. Reconhecida como a Rainha do metal/rock sinfónico, TARJA TURUNEN continua a ser a artista solo finlandesa de maior nome internacional dentro do género em que se move. Soprano, compositora e intérprete de exceção, conquistou o mundo como co-fundadora e voz icónica dos NIGHTWISH, acumulando Discos de Ouro e Platina em diversos países. Em 2024, lançou o seu primeiro álbum de grandes êxitos, apropriadamente intitulado «Best of Tarja – Living The Dream», uma coletânea de temas remasterizados dos muitíssimo aplaudidos «My Winter Storm», «What Lies Beneath», «Colours In The Dark», «The Brightest Void», «The Shadow Self» e «In the Raw», culminando com o poderoso single «Eye Of The Storm». MARKO HIETALA, por seu lado, também foi uma peça crucial naquela que muitos consideram a era de ouro dos NIGHTWISH, e traz consigo o seu próprio legado e um talento inegável. Portanto, além de se juntar a TARJA no que vai ser, certamente, um momento carregado de nostalgia e emoção, o cantor e baixista apresentará também o mais recente lançamento a solo, intitulado «Roses From The Deep», acompanhado pela sua própria banda. O disco, editado no passado dia 7 de Fevereiro, revelou um lado ainda mais profundo do artista finlandês, fazendo destes concertos com TARJA uma sequência de espetáculos mágicos e imperdíveis. O que poderá 2026 trazer de novo? Mais clássicos? Mais canções inéditas? Afinal, o que se espera ouvir num concerto tão aguardado? Só vamos ter respostas a todas essas perguntas no dia 29 de Janeiro de 2026, mas o reencontro de TARJA e MARKO HIETALA continua a gerar expectativa entre os fãs, não só pela química inegável entre os dois, mas também pela promessa de um alinhamento repleto de clássicos e, quem sabe, algumas surpresas. Uma coisa é certa: esta é uma oportunidade única para testemunhar dois verdadeiros ícones do metal sinfónico no mesmo palco, a reviverem uma série de momentos históricos e a criarem novas memórias para os fãs. 1ª Parte: Rok Ali and The Addiction e SerpentyneAbertura de Portas: 18h00Início do Espetáculo: 19h00

Concerto dos ELECTRIC CALLBOY encontra-se esgotado.

A WORLD TOUR 2025/2026 tem passagem marcada por Portugal, para um espetáculo único, agendado para 25 de Janeiro de 2026, na Sala Tejo da MEO ARENA, em Lisboa. Conhecidos por esgotarem grandes salas em todo o mundo, os ELECTRIC CALLBOY vão oferecer ao seu público uma experiência inesquecível, onde batidas pulsantes, riffs eletrizantes e uma valente dose de energia avassaladora empurram os limites do que é a música ao vivo. “Mal podemos esperar para nos fazermos de novo à estrada e levarmos este grande espetáculo aos nossos fãs em todo o mundo”, declaram os ELECTRIC CALLBOY. “Todos os concertos desta próxima digressão vão ser uma enorme celebração e estamos entusiasmados por tornar cada noite inesquecível. Temos trabalhado arduamente em material novo e em surpresas especiais, e estamos prontos para fazer desta a nossa maior e mais eletrizante digressão de sempre.” Após terem visto os seus planos de conquista global adiados pela pandemia, os afoitos ELECTRIC CALLBOY canalizaram a sua criatividade no estúdio. A banda, conhecida pelo seu bom humor e entusiasmo, lançou-se a criar novos singles e a renovar alguns dos seus temas mais conhecidos. Apresentaram também um novo vocalista, Nico Sallach, ex-To The Rats and Wolves, e o EP «MMXX», lançado no dia 11 de Setembro de 2020, revelou-se um sucesso estrondoso, recuperando as doses de diversão e irreverência dos primeiros tempos do coletivo e transformando o a sua visão do metalcore injetado de eletrónica numa autêntica festa. Entre os temas deste renascimento está o explosivo «Hypa Hypa», que acumulou até ao momento mais 50 milhões de streams nas principais plataformas e 44 milhões de visualizações no YouTube, números que continuam a crescer diariamente. Com um impulso renovado, os ELECTRIC CALLBOY aproveitaram este sucesso para se reinventarem, mudando a designação de Eskimo Callboy para ELECTRIC CALLBOY em 2022. Esta transformação culminou naquele que é, até agora, mais recente álbum do grupo, intitulado «TEKKNO», uma proverbial explosão de energia que oferece uma poderosa coleção de dez faixas, incluindo os populares singles «We Got The Moves» e «Pump It». Em 2024, os ELECTRIC CALLBOY tornaram-se novamente virais com o lançamento de «Ratatata», um tema concebido e gravado em colaboração com as Babymetal, e, agora, com a WORLD TOUR 2025/2026, estão a preparar-se para transformar cada noite numa daquelas memórias para mais tarde recordar. À semelhança do que fizeram na edição de 2024 do EVIL LIVE FESTIVAL, vão certamente “incendiar” a Sala Tejo com a sua energia contagiante.