KREATOR em Lisboa

QUATRO GERAÇÕES DO METAL EXTREMO UNEM-SE NUMA SÓ NOITE EM LISBOA A KRUSHERS OF THE WORLD TOUR chega Portugal em Março de 2026 com KREATOR, CARCASS, EXODUS e NAILS No dia 20 de Março de 2026, a Sala Tejo da MEO Arena, em Lisboa, recebe a única data portuguesa da digressão Krushers Of The World Tour, um encontro raro que reúne num mesmo cartaz quatro nomes de referência que ajudaram a moldar e continuam a redefinir o som extremo. Os alemães KREATOR, os britânicos CARCASS, os norte-americanos EXODUS e NAILS representam não apenas diferentes geografias, mas também distintas fases da evolução do género, criando um alinhamento que atravessa mais de quatro décadas de história musical. Nesta ocasião, os lendários KREATOR regressam uma vez mais a Portugal como cabeças de cartaz, trazendo consigo não apenas o legado de mais de quarenta anos de carreira, mas também novo material. Na sequência do explosivo «Hate Über Alles», lançado em 2022, o quarteto liderado por Mille Petrozza prepara-se para editar o seu muito aguardado novo álbum de estúdio, intitulado «Krushers Of The World», em Janeiro de 2026, que vai estar no centro da tour. Esta será, portanto, uma oportunidade única para o público luso ouvir pela primeira vez ao vivo algumas das novas canções, ao lado de clássicos como «Pleasure to Kill», «Phobia» ou «Violent Revolution». “Estamos extremamente entusiasmados por começar o novo ano com o lançamento do nosso mais recente álbum, «Krushers Of The World», que chega a 16 de Janeiro de 2026!”, diz Mille Petrozza. “Mas isso não é tudo! No dia 20 de Março, arrancamos para a estrada com a maior produção que alguma vez tivemos. Será uma noite de metal implacável, com a participação dos nossos irmãos de armas Carcass, Exodus e também os poderosos Nails. Este momento marca o início de um novo e entusiasmante capítulo para a banda, e mal podemos esperar para que experienciem os novos temas ao vivo, juntamente com uma seleção de clássicos antigos e recentes. Hail to the hordes! \m/”. Ao lado de Petrozza e companhia surgem os CARCASS, referência indiscutível do metal britânico e precursores de várias linguagens extremas. Desde a brutalidade crua de «Symphonies Of Sickness» até ao estatuto de fundadores do death metal melódico com «Heartwork», Jeff Walker e Bill Steer são um caso único de reinvenção contínua. Após o regresso com «Surgical Steel», lançado em 2013, e a confirmação da vitalidade artística com o aplaudido «Torn Arteries», de 2021, o grupo continua a oferecer concertos que percorrem toda a sua história, equilibrando a visceralidade do grindcore inicial com a sofisticação melódica que lhes trouxe reconhecimento mundial. A presença da dupla de fundadores mantém intacta a identidade inconfundível de uma banda que marcou várias gerações. Pioneiros da infame cena thrash da Bay Area, os EXODUS regressam a Portugal numa fase criativa renovada. Depois da edição do colossal «Persona Non Grata», de 2021, o grupo trocou novamente de vocalista e prepara-se para editar um novo disco em 2026, cujas primeiras faixas de avanço vão certamente fazer parte do alinhamento interpretado nesta digressão. Esta será, portanto, uma rara oportunidade para assistir a um concerto que conjuga as raízes históricas de «Bonded by Blood» com a vitalidade do novo material. Com Gary Holt, uma figura essencial tanto desta banda como do legado dos Slayer, ao leme, o grupo continua a ser um dos símbolos mais consistentes do género. A abrir a noite estarão os “brutalistas” norte-americanos NAILS, cuja sonoridade incisiva, intensa e abrasiva redefiniu o peso extremo durante a última década. Conhecidos por temas que raramente ultrapassam os dois minutos, condensam elementos de hardcore, grind e death metal num estilo próprio, que encontrou no contundente «You Will Never Be One Of Us», editado em 2016, o seu manifesto mais brutal. A estreia da banda liderada pelo guitarrista/vocalista Todd Jones por cá é aguardada com particular expectativa, dando a este cartaz um olhar sobre a nova geração do metal extremo. Resultado, o encontro destes quatro nomes em Lisboa permite traçar uma linha de continuidade que vai do thrash europeu e norte-americano à sofisticação do death metal melódico britânico e à vitalidade do hardcore/metal contemporâneo. Para o público português, o concerto assume ainda uma dupla dimensão: por um lado, o reencontro com bandas que já deixaram marca em passagens anteriores pelo nosso país; por outro, a estreia aguardada de material inédito dos novos álbuns dos KREATOR e EXODUS. Essa combinação entre a intemporalidade dos clássicos e a apresentação de novas composições confirma que estas bandas não se limitam apenas a revisitar a sua herança, mas permanecem ativamente apostadas em expandir os limites da música extrema, mantendo-a atual e projetada para o futuro com a mesma urgência criativa que definiu a sua origem.
THE BATELEURS confirmados como banda de suporte das DEA MATRONA em Lisboa

A 8 de Março, a República da Música será palco do encontro entre a afirmação internacional das DEA MATRONA e a consistência crescente dos portugueses THE BATELEURS. A dupla irlandesa DEA MATRONA sobe ao palco da República da Música, em Lisboa, no próximo dia 8 de Março, para apresentar o seu álbum de estreia «For Your Sins», e fá-lo-á acompanhada pelos portugueses THE BATELEURS, que asseguram a abertura de uma noite que promete afirmar a nova geração do rock europeu, feito de riffs muito diretos, de harmonias bem trabalhadas e de uma atitude que combina irreverência com elegância. O público português teve recentemente a oportunidade de descobrir o carisma e a força do duo quando Mollie McGinn e Orlaith Forsythe subiram ao palco do LAV – Lisboa Ao Vivo, em Outubro. A receção calorosa confirmou o potencial da banda em território nacional e abriu caminho para este regresso em nome próprio. A abrir a noite estarão os THE BATELEURS, formação portuguesa que tem vindo a afirmar-se no circuito nacional da música ao vivo com uma abordagem que recupera a herança clássica do rock de inspiração setentista, filtrando-a através de uma identidade própria. Com o recente «A Light In The Darkness», a banda aprofundou essa matriz estética, revelando uma maior maturidade composicional e cuidado acrescido na construção de ambientes e dinâmicas. No final, o disco confirma a capacidade do grupo para trabalhar melodias envolventes sem abdicar da crueza das guitarras e de uma secção rítmica sólida, que sustenta um repertório que ganha ainda mais dimensão em palco. Ao longo dos últimos anos, os THE BATELEURS têm vindo a reforçar a sua presença em Portugal, afirmando-se como um dos nomes mais consistentes da nova geração rock nacional, o que torna a sua presença nesta noite na República da Música não só pertinente, mas também representativa do momento que atravessam.
MOTIONLESS IN WHITE ESTREIAM-SE EM PORTUGAL

A força mais cinematográfica do metal moderno sobe finalmente a um palco nacional durante o primeiro trimestre do próximo ano. Pela primeira vez em solo português, os MOTIONLESS IN WHITE vão atuar na Sala Tejo da MEO Arena, em Lisboa, no dia 7 de Março de 2026, e apresentar um espetáculo que promete marcar a memória dos fãs nacionais com uma experiência sonora e visual arrebatadora. Com uma estética sombria e teatral que atravessa transversalmente os universos do rock/metal industrial, da música pop de contornos góticos e de uma iconografia visual profundamente inspirada pelo cinema de terror, os norte-americanos MOTIONLESS IN WHITE são uma das propostas mais singulares e mais provocadoras do rock pesado contemporâneo. Desde os primeiros passos em Scranton, na Pensilvânia, até à aclamação a nível global, o quinteto liderado pelo carismático Chris Motionless construiu uma base de seguidores fervorosa e muito dedicada, conquistando palcos e audiências um álbum de cada vez. O percurso, por esta altura, é sobejamente impressionante: são já mais de mil milhões de streams e visualizações acumuladas nas principais plataformas digitais, quatro estreias consecutivas no Top 5 das tabelas de vendas ‘Top Hard Rock Albums’ e ‘Top Rock Albums’ da reputada Billboard, e uma sucessão de álbuns que redefinem os limites do som da banda. De «Reincarnate», de 2014, a «Graveyard Shift» e «Disguise», de 2017 e 2019, respetivamente, os MOTIONLESS IN WHITE têm vindo a refinar uma linguagem própria, culminando no aclamado «Scoring The End Of The World», lançado em 2022, que estreou no #12 da Billboard 200. Este último LP, que representou uma maturidade artística e conceptual sem precedentes, inclui o single «Masterpiece», primeiro tema do grupo a atingir o #1 na ‘Active Rock Radio’ norte-americana. Mais do que um simples êxito, a canção simboliza bem o alcance e a relevância dos MOTIONLESS IN WHITE num universo onde a música pesada se cruza com a emoção crua e a ambição visual. Em 2025, os MOTIONLESS IN WHITE entram numa nova fase da sua carreira – mais intensa, mais desafiante e mais monumental que nunca. A digressão europeia de 2026 marca não só a extensão dessa visão como também um momento histórico para todos os fãs portugueses, que finalmente vão testemunhar ao vivo a intensidade de um espetáculo onde o som e a imagem se fundem numa experiência para mais tarde recordar. A formação atual do grupo conta com Chris Motionless na voz, Ricky Olson e Ryan Sitkowski nas guitarras, Justin Morrow no baixo e Vinny Mauro na bateria – um coletivo coeso e explosivo que promete incendiar a Sala Tejo da MEO Arena com uma atuação inesquecível. Com uma estética visual marcada por elementos góticos, cyberpunk e horror, os MOTIONLESS IN WHITE já são mais do que uma banda — são um universo. A figura de Chris Motionless, sempre envolta em mistério e intensidade, tornou-se um ícone para milhares de fãs que veem no grupo não apenas música, mas uma forma de expressão identitária. No primeiro trimestre de 2026, o nosso país vai testemunhar então o fenómeno ao vivo e a cores, com a estreia nacional de uma das forças mais singulares do metal moderno. Para os que seguem os MOTIONLESS IN WHITE há anos, e para todos os curiosos que querem viver uma experiência única, o dia 7 de Março do próximo ano será uma data para marcar já a negro no calendário.
AVATAR | “In The Airwaves” passa por Lisboa

AVATAR regressam a Portugal já este mês de Fevereiro com novo espetáculo de proporções épicas, que integra a digressão europeia mais ambiciosa da banda sueca até à data “Esta digressão vai superar tudo o que fizemos antes — não apenas em escala, mas em ambição. É para isso que vivemos, e é o que prometemos.” — Johannes Eckerström, vocalista dos AVATAR Senhoras e senhores, criaturas da noite e amigos do estranho — preparem-se. Os AVATAR estão de volta e, no dia 27 de Fevereiro, prometem transformar o LAV – Lisboa Ao Vivo num palco de caos teatral e exuberância sinistra. A banda sueca regressa a Portugal com os neozelandeses ALIEN WEAPONRY como convidados especiais e com a sua maior produção de sempre, no âmbito de uma colossal tour europeia, que os leva de Estocolmo a Berlim, passando por Londres, Paris, Madrid e, claro, Lisboa.Com o espírito teatral que os distingue e uma produção visual que se antevê arrebatadora, os AVATAR regressam com, literalmente, tudo — e para todos. Um ritual metálico para os que procuram algo além do convencional, algo que desafie os sentidos e abrace o estranho com pompa e circunstância. Johannes Eckerström, o irreverente vocalista e mestre-de-cerimónias da trupe sueca, promete que esta próxima digressão irá redefinir os padrões da banda: “Somos viciados em intensidade! Por mais elogios que tenhamos recebido pelas nossas atuações ao vivo, sentimos que ainda estamos a começar. Esta tour vai superar tudo o que fizemos antes — não apenas em escala, mas em ambição. É para isso que vivemos, e é o que prometemos.”
Coliseu de Lisboa Rendido ao Metal Sinfónico: Charlotte Wessels, Amaranthe e Epica partilham palco

No Coliseu dos Recreios, a noite chuvosa de 1 de Fevereiro reuniu três propostas distintas do universo do metal, mas que acabaram por convergir num espetáculo coeso numa sala bem composta e participativa. Charlotte Wessels, cantora e compositora holandesa deu o pontapé de saída com o seu projeto a solo, num registo mais intimista, mas ainda assim profundamente ligado às raízes do metal sinfónico que a tornaram conhecida como vocalista dos Delain. A voz mantém a clareza e o alcance que lhe é reconhecida, mas agora revela uma maior maturidade e uma densidade emocional que assenta bem nas novas canções de «The Obsession». Apesar do tempo relativamente curto em palco, a atuação foi intensa, com a guitarra expressiva de Timo Somers a dar o mote e um final épico com «The Exorcism», deixando a sensação de que esta fase pós‑Delain é tudo menos um apêndice na carreira da cantora. Seguiu-se Amaranthe, banda sueca formada em Gotemburg em 2008 e que fazia a sua estreia em terras alfacinhas. Os Amaranthe trouxeram a vertente mais moderna e eletrónica da noite, com o seu “Massive Modern Metal”, como eles mesmos se identificam . A energia da atuação foi evidente, com a banda a envolver a plateia em ritmos vibrantes e dinâmicos que exploraram tanto os êxitos mais conhecidos quanto os temas do seu mais recente álbum. A banda, construiu a sua identidade em torno da fusão entre guitarras pesadas, elementos eletrónicos e três vozes distintas. O contraste entre o registo limpo de Nils Molin, a versatilidade de Elize Ryd e os rugidos de Mikael Sehlin criou uma dinâmica imparável capaz de fazer o público saltar e cantar. Temas como “Digital World” ou “Drop Dead Cynical” transformaram o Coliseu numa pista de dança de metal. Era impossível ficar indiferente à energia transbordante de Elize, que domina o palco como poucos, reforçando a imagem do grupo como uma força imparável do metal contemporâneo, com milhões de streams e centenas de milhares de discos vendidos a sustentarem essa posição. No encerramento da noite, Epica, banda holandesa formada em 2002, apresentou nesta Arcane Dimensions Tour um set que combinou a grandiosidade do metal sinfónico com uma produção de palco impressionante. Um espetáculo visualmente ambicioso e conceptual, transformando o palco num cenário quase futurista, saturado de luzes, projeções e detalhes cénicos. A abertura com uma figura mascarada a apelar ao “larga o telemóvel e vive o momento” preparou o terreno para «Apparition», que entrou logo com grande impacto, e mostrou uma banda segura do seu novo capítulo com o álbum «Aspiral». Simone Simons, que continua a ser uma das vozes mais sublimes do género, surgiu envolta em véus e sombras, num posicionamento elevado que reforçou a dimensão teatral do concerto. Um dos instantes mais fortes da noite aconteceu quando Charlotte Wessels voltou ao palco para um dueto intenso com Simone Simons, durante «Sirens – Of Blood And Water», com ambas recortadas em silhueta contra um cenário de nevoeiro e luzes minimalistas Foi uma noite sem pontos mortos. Do intimismo progressivo de Charlotte à euforia futurista dos Amaranthe, culminando no poderio sinfónico dos Epica, o público de Lisboa saiu do Coliseu satisfeito com o que viu e ouviu. O contraste entre o lado mais moderno de Amaranthe, o metal sinfónico majestoso dos Epica e a introspeção emocional de Charlotte Wessels acabou por funcionar em pleno, oferecendo ao público lisboeta uma noite diversa, mas unida por um fio comum: grandes vozes, produção cuidada e canções pensadas para soar ainda maiores ao vivo. Fotos: Jorge Pereira / Imagem do Som
Alter Bridge ao vivo em Lisboa

O novo álbum autointitulado dos Alter Bridge já está disponível em todas as plataformas digitais e lojas físicas lnk.to/AB-AlterBridge Dia 10 de Fevereiro, os norte-americanos atuam no Sagres Campo Pequeno e podes garantir o teu bilhete em primeartists.eu e nos locais habituais.
O concerto de Jinjer, no próximo dia 06 de Fevereiro, no LAV – Lisboa ao Vivo, encontra-se esgotado!!

A “European Duél Tour 2026” conta ainda com a presença de Unprocessed e Textures como convidados especiais e promete ser uma noite memorável!!
OS ALTER BRIDGE REGRESSAM A LISBOA A 10 DE FEVEREIRO DE 2026 COM A WHAT LIES WITHIN TOUR

O Sagres Campo Pequeno recebe a única data portuguesa da nova digressão europeia dos muito aplaudidos ALTER BRIDGE, que conta com os DAUGHTRY e SEVENDUST como convidados especiais. O rock pesado norte-americano volta a ganhar destaque em Lisboa no dia 10 de Fevereiro de 2026, quando os ALTER BRIDGE subirem ao palco do Sagres Campo Pequeno para apresentarem a sua mais recente digressão europeia, apelidada What Lies Within Tour. Com os também muitíssimo aplaudidos DAUGHTRY e SEVENDUST a subirem ao palco como convidados especiais, esta noite promete cruzar três abordagens bem distintas e muito relevantes do rock pesado contemporâneo, numa oportunidade única para assistir a um alinhamento que conjuga experiência, inovação e uma enorme entrega por parte dos músicos em palco. Formados em 2004, por esta altura os roqueiros ALTER BRIDGE já dispensam apresentações para quem tem acompanhado a evolução do hard rock nas últimas duas décadas. Com uma discografia sólida, marcada por álbuns como «Blackbird», «AB III», «Fortress» ou, mais recentemente, «Pawns & Kings», o quarteto liderado pelo vocalista Myles Kennedy e prelo guitarrista Mark Tremonti encontrou um muito raro equilíbrio entre sofisticação técnica e comunicação direta com os seus fãs, traduzida em canções orelhudas pensadas para ser cantadas em uníssono. As suas atuações ao vivo tornaram-se já uma referência de rigor e intensidade, e esta passagem por Lisboa, após um concerto esgotado na Sala Tejo da MEO Arena em 2019, insere-se numa nova fase de estrada que percorre várias cidades europeias no início de 2026. Mais que qualquer outra coisa, a What Lies Within Tour representa um crucial ponto de viragem para a banda: após o interregno pandémico e os ciclos de estúdio mais recentes, os ALTER BRIDGE voltam ao contacto direto com o público numa altura em que o seu repertório oferece mais variedade, risco e profundidade do que nunca. O concerto no Sagres Campo Pequeno será, por isso, uma oportunidade privilegiada para os fãs revisitarem os grandes momentos da carreira da banda, mas também para testemunharem o seu presente artístico em plena maturidade. A acompanhá-los estarão os DAUGHTRY, projeto liderado por Chris Daughtry, que soube escapar aos limites da fama mediática para construir uma discografia muito honesta e emocionalmente empenhada. Com milhões de discos vendidos e temas como «Home», «It’s Not Over» e «World On Fire» a figurarem entre os mais reconhecidos do rock norte-americano do século XXI, a banda chega a Lisboa com um espetáculo sólido, enérgico e centrado na força expressiva do seu vocalista. A noite começa, no entanto, com os SEVENDUST, banda de culto do metal alternativo, ativa desde meados dos anos 90 e reconhecida pela sua longevidade criativa e pela coerência estética que sempre manteve ao longo das últimas três décadas. Com discos como «Animosity», «Seasons» e «Truth Killer» no currículo, os músicos continuam a surpreender pela forma como combinam uma agressividade rítmica muito própria com refrões memoráveis e atmosferas densas. Em palco, são sinónimo de entrega e intensidade, qualidades que fazem destes músicos uma escolha certeira para abrir esta noite de contrastes e convergências. O Sagres Campo Pequeno, pela sua localização central e pelas condições acústicas que oferece, é o espaço ideal para acolher um espetáculo que não será só uma celebração do rock, mas também um encontro entre três bandas que recusam acomodar-se aos seus legados. Com perspetivas bem distintas, mas um mesmo compromisso com a autenticidade e a entrega, os ALTER BRIDGE, os DAUGHTRY e os SEVENDUST prometem transformar a noite de 10 de Fevereiro do próximo ano numa afirmação inequívoca da vitalidade do rock norte-americano. Os bilhetes para o espetáculo custam entre 37€ e 48€ e estarão à venda em primeartists.eu e nos locais habituais.
JINJER REGRESSAM A PORTUGAL

JINJER REGRESSAM A LISBOA NO PRÓXIMO MÊS PARA UM CONCERTO EM NOME PRÓPRIO NO LAV – LISBOA AO VIVO Após uma atuação demolidora no EVIL LIVE FESTIVAL, a banda ucraniana vem a Portugal promover o seu mais recente álbum, intitulado «Duél». Os JINJER regressam a Portugal no dia 6 de Fevereiro de 2026 para um concerto único no LAV – Lisboa ao Vivo, naquela que será a sua primeira atuação em nome próprio em Lisboa desde 2019. O espetáculo insere-se na nova digressão europeia do grupo e terá como base aquele que é o seu mais recente álbum de estúdio, «Duél», editado em Fevereiro de 2025 pela Napalm Records. Esta tour europeia de 2026 marca o muito aguardado regresso da banda liderada por Tatiana Shmayluk ao Velho Continente enquanto cabeça de cartaz, após um ciclo de concertos que os viu partilhar palcos com bandas tão aplaudidas como os Slipknot, Sepultura, Disturbed, Bullet For My Valentine, Arch Enemy e BABYMETAL, entre outras. O quarteto ucraniano está atualmente na estrada para tocar nos maiores festivaisinternacionais de Verão, com atuações no Wacken Open Air, Graspop Metal Meeting, Download Festival, Sweden Rock e também no Evil Live Festival, reforçando de forma inegável a sua posição como um dos nomes mais sólidos, respeitados e aplaudidos da música pesada contemporânea. O concerto em Lisboa integra a nova etapa da digressão de promoção a «Duél» e representa uma oportunidade de reencontro mais intimista com o público luso, que sempre recebeu a banda com entusiasmo. Oriundos de Donetsk, e atualmente com base de operações em Kyiv, os JINJER são uma das bandas mais respeitadas e singulares do metal moderno. Com quinze anos de percurso, o grupo construiu uma identidade artística profundamente marcada pela fusão de um groove muito progressivo, uma técnica extremamente apurada e uma entrega emocional inconfundível. Ao longo dos anos, já somaram mais de 250 milhões de streams e visualizações nas principais plataformas e, como resultado, conquistaram uma enorme legião de seguidores um pouco por todo o mundo. A formação da banda conta com Tatiana Shmayluk na voz, Roman Ibramkhalilov na guitarra, Eugene Abdukhanov no baixo e Vlad Ulasevich na bateria. Desde o álbum de estreia, «Inhale, Do Not Breathe», de 2012, até ao novo «Duél», os JINJER têm vindo a consolidar um percurso pautado pela autenticidade e vontade de explorar novos territórios sonoros. O quarteto tornou-se sinónimo de inovação dentro do metal moderno, com discos como «King Of Everything», de 2016, «Macro», de 2019, e «Wallflowers», de 2021, a merecerem uma dose de reconhecimento generalizado, tanto por parte do público como da crítica especializada. O single «Pisces», lançado em 2016, tornou-se um fenómeno global e colocou-os definitivamente no mapa de audiências muito para além da esfera do metal. Horários: Abertura Portas: 19h00 Inicio do espetáculo: 20h00 Os bilhetes para o espetáculo custam 42€, disponíveis em primeartists.eu e nos locais habituais.
EPICA regressam a Portugal

Os mestres do metal sinfónico Epica e os titãs do metal moderno Amaranthe preparam-se para unir forças numa digressão europeia de grande escala. A “Arcane Dimensions Tour”, que arranca já no próximo dia 16, tem paragem garantida em Lisboa no próximo dia 01 de Fevereiro, para um espetáculo imperdível no Coliseu de Lisboa A noite será ainda abrilhantada pela talentosa presença de Charlotte Wessels A ex-vocalista dos DELAIN lançou recentemente o seu primeiro álbum a solo, intitulado «The Obsession». Bilhetes disponíveis nos locais habituais e em primeartists.eu