30 Anos de Tara Perdida!

Na passada sexta-feira, 20 de junho, a República da Música em Alvalade, o bairro lisboeta onde a banda nasceu, foi palco do primeiro de dois concertos esgotados dos Tara Perdida, marcando o início das celebrações dos seus 30 anos de carreira. No palco, os Tara Perdida apresentaram-se no formato de quarteto, com Ruka (Rui Costa) a assumir a voz e guitarra, Tiago Silva (Ganso) na guitarra, Filipe Sousa no baixo e Pedro Rosário (Kystos) na bateria. O concerto foi fiel ao espírito da banda, sem grandes produções, mas com muita energia e autenticidade, características que sempre definiram o grupo. O alinhamento foi uma viagem nostálgica e incluiu temas clássicos e hinos do punk português, como “O Que é Que Eu Faço Aqui”, “Nasci Hoje”, “Nada Me Vai Parar”, “Desalinhado”, “Lisboa” e “Bairro de Alvalade”, além do jingle “Batata Frita” e da estreia ao vivo do novo single “Tudo ou Nada”, lançado especialmente para assinalar as três décadas de existência da banda. O espetáculo contou ainda com a participação de convidados especiais ligados à história dos Tara Perdida, como Tim (Xutos & Pontapés), António Corte-Real (UHF), Samuel Palitos, João Pedro Almendra, Ivo Palitos e Vicente Santos. O evento foi marcado por um ambiente familiar e multigeracional, refletindo a forte ligação da banda ao público, pela memória de João Ribas e a certeza de que a banda, mesmo após três décadas, continua a ser uma força imparável no panorama musical português. Galeria completa aqui:
Hammerfall em Portugal

Os lendários suecos HammerFall estão de regresso a Portugal para dois concertos imperdíveis inseridos na sua nova digressão europeia — Freedom World Crusade 2026. Depois de actuarem no nosso país em 2007 em Lisboa, em 2011 no Porto e 2017 em Vagos a espera termina finalmente em janeiro de 2026: 21 de Janeiro — Republica da Musica, Lisboa 22 de Janeiro — Hard Club, Porto Esta tour serve de suporte ao mais recente álbum da banda, Avenge The Fallen, e traz ao palco os grandes hinos que marcaram gerações do power metal europeu, como Hearts on Fire, Renegade ou Last Man Standing, acompanhados por novos temas que consolidam ainda mais o legado da banda. Prepara-te para duas noites épicas de energia, guitarras afiadas e refrões poderosos — os HammerFall estão de volta, e mais fortes do que nunca!
Rastilho Metal Nights III

Estão de regresso as Rastilho Metal Nights! Dia 24 de Maio na renovada República da Música (Alvalade, Lisboa) a editora Rastilho junta 2 bandas da sua editora (Speedemon e Prayers of Sanity) e uns convidados muito especiais: Sacred Sin! Os Sacred Sin apresentam a reedição dos 25 anos do clássico “Anguish….I Harvest”, com um concerto especial. Os Prayers Of Sanity comemoram 20 anos de banda e os Speedemon apresentam o novíssimo “Fall of Man”.
Weather Systems + Haunt the Woods ao vivo em Lisboa

Nos dias 2 e 3 de Maio, a República da Musica e o Hard Club, nomeadamente em Lisboa e Porto, vão receber os Weather Systems! O novo projeto de Daniel Cavanagh, ex-Anathema, e Daniel Cardoso (também ex-Anathema), que conta ainda com Soraia Silva (Needle) e André Marinho (In Chaos) na banda ao vivo. Os Weather Systems vão finalmente estrear músicas do seu álbum de estreia “Oceans Without a Shore” e também vão encantar os seus fãs com muitos clássicos dos Anathema durante os concertos. A convidada especial será a banda britânica Haunt the Woods.
Gavin Friday estreia-se em Portugal

Gavin Friday é um cantor, compositor, ator e pintor irlandês, mais conhecido como membro fundador do grupo pós-punk Virgin Prunes.Na biblioteca de paredes vermelhas da casa de Gavin Friday, no centro da cidade de Dublin, um coração sagrado está pendurado no teto branco. O totem de vidro foi um presente de boas-vindas quando Friday regressou ao centro da cidade há cerca de dois anos; ela preside ali como uma lembrança do seu passado e uma atração para o seu futuro. Friday, hoje com 64 anos, começou a questionar o catolicismo há mais de meio século, quando se questionou sobre o porquê de os professores da sua rigorosa escola católica, os chamados servos de Deus, lhe baterem a ele e aos colegas. Isto foi pouco antes de testemunhar a ascensão do glam e do punk, antes de ver os Joy Division pela primeira vez ou de atravessar o Mar da Irlanda para ver David Bowie em Londres. Isto também foi pouco antes de fundar os Virgin Prunes, a sua banda pós-punk canonicamente transgressiva que confundia as perceções de género. E isto foi pouco antes dos atos de rebeldia e questionamento que criaram a sua carreira singular como cantor, compositor, artista visual e ator se fundirem numa vida surpreendentemente criativa. Mas há alguns símbolos e algumas histórias que não consegue ultrapassar – ou que não quer mesmo ultrapassar. “Talvez não tenha crescido”, diz sob o sagrado coração, piscando os olhos. ‘Ou talvez eu esteja a crescer.’Esta alternância e tensão animam Ecce Homo, o primeiro álbum de Friday em 13 anos e um clímax cativante da vida que viveu e da vida que está agora determinado a construir para si próprio. Movido alternadamente por uma música eletrónica estrondosa que lembra o poder dos Prunes e uma acústica requintada que reflete a beleza do seu último trabalho a solo e bandas sonoras, Ecce Homo é uma expressão extática e sem barreiras de raiva e independência, de nos separarmos dos estereótipos do que deveríamos ser, ao mesmo tempo que reconhecemos que as nossas batalhas mais difíceis são muitas vezes as coletivas. Há canções de amor e canções de luta, reflexões sobre perdas e devaneios de nostalgia, hinos à solidariedade e críticas aos poderosos. Friday considera que este é o álbum mais honesto que já fez; é também o mais fascinante.