IV MEO Kalorama

Dia III: Nem Damiano David Salvou O Festival Depois de dois dias onde a ausência de público e onde poucos foram osmomentos positivamente memoráveis, o último dia tinha em Damiano Daviduma esperança ao fundo do túnel. Não há duas sem três. Por isso, o último dia de IV Meo Kalorama foi iniciado no PalcoSan Miguel ao som dos BADBADNOTGOOD. A banda canadense revelou não só ser amaneira perfeita de passar-desfrutar do pôr-do-sol, como ainda trouxe à memóriarecordações felizes dos Vulfpeck no XXVIII Super Bock Super Rock e dos ExpressoTransatlântico no IX Festival F. O concerto em si ilustrou um dos principais apanágiosda música. Um local de encontro. Entre a bebida e a troca de impressões entre quemvai a concertos acompanhado. De seguida, Noga Erez subiu ao palco principal com o mote de apresentar temas doseu mais recente LP, “The Vandalist”. No entanto, esta revelou ser mais um erro decasting no que diz respeito ao palco e ao respectivo horário – além do mais, a piadafeita à imprensa não teve propriamente graça. Uma vez mais houve um zeroaproveitamento das condições cénicas do palco, especialmente numa transição entredia e noite que pode, quando o artista quer, ser algo autêntico. Como pontos positivos, de destacar a menção que a artista fez à tradução do concertopara Língua Gestual Portugal (a única a fazê-lo durante todo o festival) e a entrega daisraelita foi de louvar. Mas insuficiente pois a maior parte do que se ouviu foi atravésde faixas pré-gravadas… e o público deslocou-se para ver um concerto ao vivo. Numaedição que alterou de data para fazer face às dificuldades de contratar artistas, fica noar a questão se não teria sido mais fácil promover um intercâmbio entre artistasportugueses e espanhóis. Considerando não só que o festival tem a sua versãomadrilena mas também que o festival provou que audições no Spotify (e similares) nãovendem propriamente bilhetes. No Palco San Miguel, os Royel Otis foram sublimes-eficazes no seu objectivo. No ecrã,a simplicidade variou entre o nome das canções e as letras das mesmas, numa claramensagem de que o objectivo era a sintonia e a festa, por conseguinte. No palco, Royel e Otis entregaram-se ao público naquele que foi, até melhor leitura, o melhorconcerto da IV edição. O recinto do palco secundário completamente lotado pelaprimeira vez talvez corrobore tal. Na recta final desta edição, Jorja Smith deu espectáculo, junto da sua belíssima banda,mas não deu Kalor(ama) ao público. O seu R&B a la Alicia Keys teria sido perfeito parao término do pôr-do-sol, não para o consolidar de uma noite que voltou a não superaros 10 mil presentes. No fechar das hostilidades dos palcos secundários, Branko apresentou-se com o seunovo trabalho, “Soma”. Como principal novidade, o português apresentou Inia e Bokorcom backing vocals. O timbre inconfundível desta última foi uma delícia de se ouvir.Como prenda à inspiração da maior parte da sua música, Branko preparou um setjunto do público. Aí, a recuperação do beat imbatível-infalível de ‘Kalemba’ (dossaudosos Buraka Som Sistema) foi o ponto-alto de um set que se revelou demasiadolongo, com o público lentamente a preparar-se para Damiano David. Uma ida rápida à distante zona de imprensa fez perder o começo do mais aguardadoconcerto desta edição. Afinal de contas, era a estreia a solo do vocalista dos Måneskinem território europeu. Apresentando o seu LP de estreia, “Funny Little Fears”, oitaliano socorreu-se de versões de ‘Nothing Breaks Like a Heart’ (de Mark Ronson) e de‘Too Sweet’ (de Hozier) para completar o alinhamento. Este segundo cover foijustificado pelo mesmo como um “recado aos haters” que dizem que a sua novaversão dele não é suficientemente rock. No entanto, embora com uma maiorsofisticação, o que apresentou em Lisboa permanece rock. Esta sofisticação conseguecamuflar bem o facto de ele não estar habituado a ser o centro das atenções. NosMåneskin esse papel pertence a Victoria di Angelis. ‘Tango’ e ‘Born With a Broken Heart’ foram cantadas pela audiência que viu o artistaitaliano vestir a camisola da selecção portuguesa com o nome e número de CristianoRonaldo estampados. Gritou o mítico “Sim” do futebolista português para depoisexplicar o lugar escuro que o levou a compor este disco – ‘Solitude’. Talvez a maneiraperfeita de finalizar-simbolizar esta edição. Amarga. Foram 45 minutos cativantes mas a apresentação de um cabeça-de-cartaz jamais podeter só essa duração. Para a memória desta edição ficam algumas memórias muitointeressantes-felizes, outras nem tanto. Mas fica, sobretudo, a interrogação se nãoterá sido a despedida definitiva do festival do panorama nacional. Oxalá que não. Texto de Diogo Santos. Fotos da Organização do Festival
IV MEO Kalorama

Dia II de Uns Scissor Sisters A Salvarem O Festival Depois de um primeiro dia onde a ausência de público foi notória-desoladora, osegundo dia não se perspectivava melhor. Mas houve uns Scissor Sisters asalvarem tudo e todos: inclusive o festival. Tal como no dia anterior, o dia no IV MEO Kalorama começou no Palco San Miguel cujobelo design este ano ficou a cargo de Malibu Ninjas (Underdogs). Em palco, osModel/Actriz viram o vocalista Cole Haden “atirar-se” para o meio do público umasquantas vezes na tentativa de animar as hostilidades. Muitos saltos no meio de algunsfãs. Mas talvez nem esses tenham percebido o que ali se passou. Um concerto cujoúnico adjectivo que se pode utilizar é “terrível”. No ar fica a questão… como é que umabanda de tão fraca qualidade pode ter lugar num grande festival como o MEOKalorama? De seguida, mais questões se levantaram. Azelia Banks subiu ao no palco principalapenas com o seu DJ. Sem lançar nenhum LP há quase uma década, a apresentaçãorevelou-se como a noite: fria. Não terá esta artista sido colocada no palco errado, àhora errada? Logo depois, Boy Harsher entregaram um espectáculo de electrónica do mais altonível. No entanto, entre os presentes – que novamente não superaram as 10 milpessoas – ficou a sensação de que o espectáculo foi colocado no paco errada, à horaerrada. Uma vez mais. Por volta da meia-noite, os Scissor Sisters subiram a palco. Agora sem Ana Matronic eapós mais de uma dúzia de anos de ausência, a banda norte-americana celebrou ovigésimo aniversário do seu álbum homónimo de estreia da melhor maneira. OsScissor Sisters têm na famosa actriz Bridget Barkan a substituta ideal para AnaMatronic. Para adoçar essa perfeição, Barkan estava a celebrar o seu 45º aniversário e“jogou” praticamente tudo fora, dos sapatos à roupa. Sacou, inclusive, um ‘bico dacartola’. Perdão, coelho. Os presentes perceberam a referência. “I Don’t Feel LikeDancin’” foi a cereja no topo de um bolo de grande qualidade, da sonoridade, àperformance e à parte cénica. O mesmo não se pode dizer dos artistas que finalizaram a noite. Com a expectativaelevada, Róisín Murphy conseguiu o impensável. Após várias mudanças de roupa, airlandesa finalmente lançou ‘Sing It Back’ (dos seus tempos de Moloko), o seu únicotema com sucesso relevante. Mas, imagine-se… Das mil e uma versões que esse tematem, a cantora conseguiu não só apresentar uma versão nada que nada que ver com asconhecidas como também destruir a essência da canção. Em vez de fazer aquele riff deguitarra que, embora básico, é orelhudo, o guitarrista foi colocado a tocar precursão.Resultado? O público dispersou para nunca mais voltar. Lamentável. Para fechar a noite, FKA Things apresentou um espectáculo dividido em três actos. Estamostrou ser uma “versão melhorada” de Doja Cat, no entanto, o que apresentourevelou-se demasiado cinematográfico. A frase proferida pela britânica “I’m single,ready to mingle” revelou-se inexplicável e até infeliz, visto que é do conhecimentopúblico que a mesma se encontra não só num relacionamento como tem um processojudicial a decorrer contra um dos seus antigos companheiros. Em termos práticos, paralá da lindíssima voz soprano, pouco ou nada é feito ao vivo. É tudo pré-gravado. Talmerece ser cabeça-de-cartaz de um festival? Camila Cabello (quase) foi cancelada pormenos – injustamente diga-se. Talvez a venda de bilhetes fale por si. E ela foi pouca. Para fechar a noite, FKA cantou ‘Cellophane’ com uma melodia de piano tocada aovivo de cortar a respiração. Problema? O pianista teve direito a um total de 0 segundosde atenção. Nem um foco de luz. Uma pena. Texto de Diogo Santos. Fotos da Organização do Festival
IV MEO Kalorama

Dia I & Um Recinto Quase Vazio Difícil de Esquecer A 4ª edição do MEO Kalorama arrancou com a curiosidade de como seria aadesão do público após uma edição anterior agridoce e um cartaz com váriosnomes a figurar em Glastonbury mas sem um nome gigante como outrora. Os Cara de Espelho foram o primeiro nome a captar a real atenção do público.Apresentando o seu disco homónimo de estreia, a banda conseguiu alertar, comsucesso, que o sentido crítico sob tudo o que nos rodeia nunca foi tão importante. De seguida, Father John Misty mostrou que o seu mais recente trabalho,“Mahashmashana”, é um LP interessante. Mas cometeu o pecado fatal de nãoaproveitar a transição do dia para a noite. Com pouco público no recinto – não se contaram mais de 10 mil pessoas ao longo dodia, o espectáculo de Sevdaliza em nada ajudou à causa. O espectáculo, se é que lhepodemos assim chamar foi, no mínimo, estranho. E por aqui é melhor ficar. Por fim, o nome maior da noite. Os Pet Shop Boys apresentaram-se em grande forma,não desfazendo o alinhamento-base da sua actual digressão “Dreamworld – TheGreatest Hits Live”. O pouco público, com algumas excepções, foi oriundo de trêsvariantes. Pessoas nascidas na década de 60 e 70, frequentadores do bar Jamaica ealguns jovens adultos que em crianças ousaram pegar nos vinis dos pais algures nopassado. Neil Tennant, vocalista da banda britânica, mostrou que mesmo aos 70 anosa sua voz continua bastante jovial. A sua postura poética-psicadélica em palco fezlembrar, muitas vezes, Arnaldo Antunes, fundador da banda de rock brasileira Titãs. Temas como “Where the Streets Have No Name / I Can’t Take My Eyes Off You”, “YouWere Always on My Mind”, “You Were Always on My Mind”, “What Have I Done toDeserve This?”, “It’s a Sin” e “West End Girls”, bem como o espectáculo cénico fizeramas delícias dos presentes. Na hora da despedida, Neil Tennant fez questão de dizer“Boa Noite” em bom português. Para o astral e a energia continuarem em altas, nada melhor que os L’Impératrice. Abanda de francesa, cuja música assenta essencialmente em instrumentais, ainda está arecuperar da saída – com acusações gravíssimas – da sua vocalista original, FloreBenguigui. Mas está num bom caminho. Para o fechar do dia, os The Flaming Lips apresentaram o já vintage “Yoshimi Battlesthe Pink Robots” na íntegra num palco principal cuja assistência foi cerca de… 500pessoas. Algo absolutamente desolador, especialmente tendo em consideração que abanda norte-americana entregou um espectáculo digno de se ver. Wayne Coyne,embora a voz já não atinja a perfeição dos tempos áureos, puxou pelo ‘público’ doinício ao fim, no término de um primeiro dia onde a imagem de um Parque da BelaVista despido é difícil de esquecer. Texto de Diogo Santos. Fotos da Organização do Festival
Vagos Metal Fest

Falta cerca de um mês e meio para o inicio da edição 2025 do Vagos Metal Fest De 31 de Julho a 3 de Agosto, a Capital do Metal recebe P.O.D., Hatebreed, Mayhem, Moonspell, Black Flag, Dying Fetus, Candlemass, Gorgoroth, Rhapsody of Fire, Destruction, Decapitated e muitos mais. Os passes gerais e os bilhetes diários já estão á venda.
Milagre Metaleiro está a chegar!

Apesar do cartaz ainda não estar fechado, foi apresentado o alinhamento por dias das bandas já anunciadas. Os bilhetes diários já estão á venda e os passes de 2024 continuam a dar desconto nos passes para 2025. 100 bilhetes diários estarão disponíveis a partir de dia 20.06 até ao fim do mês a preço reduzido, depois sobem 5€.
Já estão disponiveis os horários do EvilLive

Confere aqui os horários dos concertos do Evil Live para não perderes nenhum. 27, 28 e 29 de Junho no Estádio do Restelo.
Muse substituem Kings of Leon no festival NOS Alive 2025

A organização do NOS Alive informou ontem que por lesão grave do seu vocalista e guitarrista Caleb Followill, os Kings Of Leon estão impossibilitados de actuar na edição deste ano do festival. Em sua substituição foi anunciado que serão os Muse a ocupar o lugar vago no ultimo dia do festival.
EVIL LIVE 2025 – Cartaz fechado com inclusão de Triptykon e Faemine.

O colossal cartaz da edição de 2025 do EVILLIVE FESTIVAL está completo – e não poderia terminar de forma mais emblemática. A fechar o rol de confirmações divulgadas paulatinamente durante os últimos meses, juntam-se agora ao alinhamento os suíços TRIPTYKON, liderados pela lenda Tom G. Warrior, e os portugueses FAEMINE, dignos representantes do talento sombrio e vanguardista da nova geração de peso nacional. No dia 27 de junho, os TRIPTYKON levam ao palco instalado no Estádio do Restelo toda a sua aura ritualística e opressiva, numa celebração do legado deixado pelos históricos Celtic Frost, mas também das sonoridades densas e atmosféricas que o coletivo suíço tem explorado desde a sua fundação. Um concerto que promete ser tão esmagador quanto solene, num dia que já se adivinha inesquecível. Já a 29 de junho, a presença dos FAEMINE reforça o compromisso do festival com a nova vaga da música extrema feita em solo luso. A banda lisboeta, aclamada pelas suas canções tão técnicas como emocionalmente devastadoras, fecha o ciclo de confirmações e espelha bem a diversidade estética e sonora do evento. Ao todo, são dezassete os nomes confirmados para esta edição inaugural do EVILLIVE FESTIVAL ao ar livre, que se realizará no emblemático Estádio do Restelo, em Lisboa, nos dias 27, 28 e 29 de Junho de 2025. Entre os destaques do cartaz encontram-se os já anunciados SLIPKNOT, KORN, JUDAS PRIEST, TILL LINDEMANN, FALLLING IN REVERSE, OPETH, MUNICIPAL WASTE, JINJER, DEATH ANGEL, EAGLES OF DEATH METAL, CROSSFAITH, SEVEN HOURS AFTER VIOLET, GAEREA, R.A.M.P., e agora, com este anúncio final, também os TRIPTYKON e os FAEMINE. Um alinhamento que cruza lendas do passado, forças dominantes do presente e ainda vozes visionárias do futuro da música pesada. Como tal, em 2025, o EVILLIVE FESTIVAL promete três dias de comunhão bem ruidosa, onde a variedade de estilos – do thrash ao doom e black, do metal progressivo ao crossover, passando pelo industrial, pelo metalcore e pelo extremismo contemporâneo em todas as suas vertentes – será celebrada por milhares de fãs, numa verdadeira ode à liberdade artística e à intensidade do som . Adivinha-se, portanto, uma edição histórica, pensada ao pormenor para unir gerações e, claro, para proporcionar experiências inesquecíveis, tanto aos veteranos do underground como aos novos exploradores do metal moderno. Os bilhetes para o EVILLIVE FESTIVAL continuam à venda, com o Passe de 3 dias ao preço de 169€ e o Passe de 2 dias (28 e 29 de junho) por 139€. Os portões abrem a 27 de Junho para três dias de culto, convívio e celebração sonora.
BAD RELIGION – Punk Is Not Dead!

No passado domingo, 11 de Maio, a Sala Tejo da MEO Arena foi palco de uma celebração histórica do punk rock: 45 anos de carreira dos Bad Religion. O evento, que se prolongou por várias horas, fazia parte da digressão ibérica “45 Years Doing What You Want” e que para além dos lendários Bad Religion reuniu ainda os Crim, Belvedere, Trinta & Um, Strung Out e Agnostic Front. Os espanhóis Crim foram os primeiros a actuar, envolvendo o publico com o seu enérgico punk melódico, cantado em catalão e aquecendo o ambiente para o resto da noite. Galeria completa aqui: Seguiram-se os canadianos Belvedere, uma das surpresas da noite, com um skate punk rápido e técnico. A banda manteve o ritmo acelerado e técnica apurada conquistando a plateia com composições rápidas, harmonias bem trabalhadas e cativantes, mostrando porque continuam a ser referência no género Galeria completa aqui: Em representação do nosso país estiveram os Trinta & Um, banda de Linda-a-Velha com atitude irreverente e a cantar na língua de Camões. Com a habitual energia que os caracteriza, os Trinta & Um conectam-se bem com os fãs, ofereceram o seu som directo com influências clássicas demonstrando assim que o punk nacional “is not dead”! Galeria completa aqui: Desconhecidos de muitos mas já com mais de 30 anos de carreira, os californianos Strung Out foram os senhores que se seguiram. Com uma fusão de Melodic Hardcore e Punk Metal, os Strung Out foram um dos pontos altos da noite provocando grande adesão do público, mantendo um ritmo elevado, riffs intensos, bateria acelerada e uma sonoridade única. Galeria completa aqui: A seguir actuaram os lendários Agnostic Front, considerados por muitos como os pioneiro do crossover trash, demonstraram em Lisboa a intensidade e energia do hardcore nova-iorquino. Liderados por Roger Miret e pelo carismático Vincent “Vinnie Stigma” Capuccio, os Agnostic Front quase “incendiaram” a sala, praticamente cheia, com um set recheado de clássicos e uma energia inesgotável. Actuação intensa e forte ligação ao público com moshpit que duraram praticamente todo o concerto. Para muitos foi o ponto alto da noite. Galeria completa aqui: Os cabeças de cartaz, Bad Religion, encerraram a noite com uma atuação que percorreu quase toda a sua discografia. Iniciaram com “Recipe for Hate” e ‘Supersonic” passando ainda por temas como “Generator”, “Sorrow” ou “American Jesus”. Os comandados do Dr. Greg Graffin (antropologia e geologia), apesar dos 45 anos de carreira, continuam com uma vitalidade assinalável, rendendo o publico do principio ao fim com uma performance muito profissional provando porque são considerados uma das maiores bandas de punk rock de todos os tempos. Em suma este evento confirmou a forte ligação entre os Bad Religion e um publico português intergeracional, que apreciou tanto o punk como o hardcore fazendo desta tarde/noite uma verdadeira festa. Galeria completa aqui:
Hardcore em Chamas no LAV: No Cure, Bodysnatcher, Elwood Stray e Stick To Your Guns

O LAV – Lisboa ao Vivo foi palco de uma noite intensa, onde o hardcore e o metalcore reinaram com atuações brutais de No Cure, Bodysnatcher, Elwood Stray e Stick To Your Guns. Os No Cure abriram as hostilidades com um hardcore direto e agressivo, incendiando o público logo desde o primeiro riff. Seguiram-se os alemães Elwood Stray que mostraram uma fusão envolvente entre melodia e agressividade, provando ser uma revelação a ter em conta. Os Bodysnatcher, trouxeram um peso esmagador com breakdowns demolidores e uma presença de palco feroz. O grande destaque da noite foi, sem dúvida, Stick To Your Guns. A banda californiana entregou um set cheio de energia e emoção, com hinos como “Nobody” e “Against Them All” a serem cantados em uníssono pelo público. A intensidade do mosh pit e a entrega da banda reforçaram porque continuam a ser uma referência no hardcore moderno. Foi uma noite de pura adrenalina, onde cada banda deu o máximo e o público respondeu com igual paixão.