UNDER THE DOOM FESTIVAL

Lisboa volta a ser ponto de encontro para os territórios mais densos e atmosféricos da música pesada com o regresso do festival UNDER THE DOOM ao LAV – Lisboa Ao Vivo nos dias 25 e 26 de Setembro. Assinalando a sua 10.ª edição a organização assume a programação como a mais forte e marcante de toda a história do evento. Os islandeses SÓLSTAFIR são os cabeças de cartaz do primeiro dia do UNDER THE DOOM, reforçando um alinhamento de excelência, que cruza vários nomes consagrados com propostas exclusivas e momentos de caráter irrepetível. Como cabeça de cartaz do dia 26 de Setembro surgem os suecos DRACONIAN, num concerto que assinala o regresso da vocalista Lisa Johansson à banda e a apresentação de um novo álbum de estúdio. Referência incontornável do doom/death metal melódico europeu, o coletivo escandinavo prepara-se para apresentar um espetáculo marcado por esse há muito aguardado reencontro e por um repertório que atravessa diferentes fases da sua discografia, agora renovada por novo material. Em estreia absoluta em Portugal, os norte-americanos EVOKEN vão protagonizar aquele que será, indubitavelmente, um dos momentos mais aguardados desta edição do UNDER THE DOOM. Alvo de enorme culto no hermético universo do funeral doom, os músicos trazem pela primeira vez ao público nacional a sua abordagem austera e profundamente atmosférica, construída ao longo de décadas de consistência artística. Também com estatuto digno de destaque, os SCHAMMASCH apresentam um concerto exclusivo dedicado ao 10º aniversário de «Triangle», com o álbum a ser interpretado na íntegra e complementado por outros temas marcantes da carreira da banda suíça, num espetáculo pensado especificamente para esta celebração. Também a lendária LIV KRISTINE, que regressa aos palcos acompanhada por uma nova banda e com novo álbum a apresentar, reforçando uma vez mais o seu percurso singular dentro da música gótica e atmosférica.Os suecos EREB ALTOR, presença já habitual nas esferas do doom épico com forte inspiração na mitologia nórdica, cuja consistência discográfica e intensidade em palco os tornaram um nome de referência dentro do género.Junta-se ainda ao alinhamento o regresso dos brasileiros THE CROSS à Europa, com a banda da Bahia a trazer consigo uma sonoridade marcada por uma estética ultra sombria e por uma abordagem que cruza o peso do doom com elementos do metal extremo sul-americano.Os belgas MARCHE FUNEBRE uma década após a anterior passagem pelo evento, regressam também ao UNDER THE DOOM com novo LP na bagagem, aprofundando a relação construída com o público do festival. No plano nacional, um concerto exclusivo dos portugueses EXHAUSTED, que assinalam um regresso inesperado aos palcos após a última atuação ao vivo em 1999. Para esta ocasião muito especial, o espetáculo será centrado na maqueta «Frozen Embrace», editada em 1995, e contará com a formação original do grupo dos arredores de Lisboa, assumindo-se como um momento de enorme relevância histórica dentro do contexto do festival Os ATONE e ANZV assumem particular destaque: os primeiros, formados por ex-elementos dos DESIRE, dos VS777 e de outros projetos de relevo no underground luso, assinalam neste festival a sua estreia absoluta e a única atuação ao vivo de 2026, enquanto os segundos apresentam novo álbum e protagonizam também o seu único concerto em Lisboa nesse ano.Para terminar, e a abrir o primeiro dia, sobem ao palco os THRAGEDIUM, numa atuação que marca o arranque oficial de mais uma edição do UNDER THE DOOM e reforça a aposta contínua na preservação de nomes lendários dentro da cena nacional. Definida está também a distribuição completa do cartaz por dias: Sexta-feira, 25 de SetembroSÓLSTAFIRSCHAMMASCHEREB ALTORTHE CROSSANZVTHRAGEDIUM Sábado, 26 de SetembroDRACONIANEVOKENLIV KRISTINEMARCHE FUNEBREEXHAUSTED ATONE Compondo o alinhamento para dois dias de concertos que refletem a diversidade e coerência estética que têm caracterizado o UNDER THE DOOM ao longo dos anos. Os espetáculos têm início às 18:00 na sexta-feira e no Sábado, mantendo a estrutura habitual do evento.

Milagre Metaleiro Open Air começa já esta sexta feira com nova localização

O Milagre Metaleiro Open Air inicia em 2026 um novo capítulo mudando-se para o Parque de Lazer das Cruzinhas. A apenas cerca de dois quilómetros do centro da aldeia de Pindelo dos Milagres, o novo espaço oferece melhores condições para receber milhares de festivaleiros, mantendo intacta a essência que tornou o Milagre Metaleiro uma referência no panorama nacional e ibérico do metal. Rodeado pela natureza e com uma paisagem privilegiada, o recinto proporciona mais conforto, áreas de campismo e estacionamento renovadas, sem perder o ambiente familiar e acolhedor que caracteriza o festival. A mudança representa um passo em frente na evolução do evento, permitindo continuar a crescer sem abdicar da proximidade entre público, bandas e organização. É um espaço pensado para oferecer uma experiência ainda mais completa, onde a música se junta ao convívio, à gastronomia local e ao espírito único que faz do Milagre Metaleiro muito mais do que um festival. De 21 a 23 de agosto, o Parque de Lazer das Cruzinhas será a nova casa do Milagre Metaleiro Open Air. Um novo palco para continuar a escrever uma história que já vai na sua 17.ª edição, sempre com a mesma paixão pelo metal e pelas pessoas que fazem deste festival um verdadeiro milagre.

Milagre Metaleiro Open Air 2026: Alinhamento Final

O Milagre Metaleiro Open Air inicia em 2026 um novo capítulo mudando-se para o Parque de Lazer das Cruzinhas.A apenas cerca de dois quilómetros do centro da aldeia de Pindelo dos Milagres, o novo espaço oferece melhores condições para receber milhares de festivaleiros, mantendo intacta a essência que tornou o Milagre Metaleiro uma referência no panorama nacional e ibérico do metal. Rodeado pela natureza e com uma paisagem privilegiada, o recinto proporciona mais conforto, áreas de campismo e estacionamento renovadas, sem perder o ambiente familiar e acolhedor que caracteriza o festival.A mudança representa um passo em frente na evolução do evento, permitindo continuar a crescer sem abdicar da proximidade entre público, bandas e organização. É um espaço pensado para oferecer uma experiência ainda mais completa, onde a música se junta ao convívio, à gastronomia local e ao espírito único que faz do Milagre Metaleiro muito mais do que um festival.De 21 a 23 de agosto, o Parque de Lazer das Cruzinhas será a nova casa do Milagre Metaleiro Open Air. Um novo palco para continuar a escrever uma história que já vai na sua 17.ª edição, sempre com a mesma paixão pelo metal e pelas pessoas que fazem deste festival um verdadeiro milagre. Os bilhetes continuam disponíveis em milagremetaleiro.eu, onde podem também ser consultadas todas as informações relativas ao festival, campismo e restantes serviços. Pré-venda: passe de 3 dias a 75 € e bilhete diário a 43 €.

A Capital do Metal está de volta!

De dia 5 a 9 de agosto de 2026, o Vagos Metal Fest regressa para a estrondosa 9ª edição! Durante cinco dias, Vagos transforma-se num santuário, reunindo fãs de todo o mundo para celebrar o melhor que o metal tem para oferecer! Um local emblemático para qualquer verdadeiro amante de música pesada.Vagos Metal Fest 2026, a Capital do Metal chama por ti! Deixamos aqui todos os horários para que não percas os melhores concertos.

XVIII NOS Alive – Dia III!

O último dia de XVIII NOS Alive começou com uma gigantesca e precoce audiência queviu as amigas Florence Road mostrarem porque são apontadas pelos meiosespecialistas internacionais como o futuro risonho da música. A vocalista Lily Aron expressou o desejo de voltarem no futuro, no palco principal. Paraquem viu o concerto, ficou a certeza que tal será uma questão de tempo. Teddy Swims, juntamente com o seu octeto e demais adereços cénicos deram umconcerto de bastante qualidade, foram os primeiros a esse mesmo palco principal noúltimo dia. O público demasiado disperso prejudicou a actuação. E só mesmo orepescar dos icónico-intemporais sintetizadores de ‘Jump’ (de van Halen) despertou oPasseio Marítimo de Algés para o artista norte-americano extraordinariamente bemsucedido radiofonicamente a nível mundial. Mas até que ponto isso significa aspessoas estarem dispostas a verem um concerto deste? Minutos depois, o início de concerto de Lorde foi estranho. A cantora australianacomeçou a sua apresentação com ‘Royals’, meio que a “despachar”, para depois andarà “luta” com a sua t-shirt. Prestes a fazer 30 anos e apresentando praticamente natotalidade o seu quarto trabalho de estúdio, “Virgin”, o concerto de Lorde foi uma lutaconsigo própria para tentar ser mais que a miúda de ‘Royals’. Ainda não o é. Mas estánum bom caminho para o ser. O conceito de espectáculo esteve totalmente presentenaquilo que Lorde, os seus dois bailarinos e os seus quatro músicos apresentaram. Derealçar a sequência final A sequência final ‘Girl, so confusing’ (que apesar de ter sido lançada por Charli xcx éescrita por si) e ‘Green Light’ foi arrebatadora. No entanto, em termos de espectáculo, nesta edição nada bateu a britânica FlorenceWelch com a sua carismática banda The Machine. Com um alinhamento renovado paraos concertos de Verão, a quase quadragenária conseguiu reunir uma unanimidadeconsenso que o Passeio Marítimo de Algés raras vezes conheceu (a última das vezesfora com Dua Lipa em 2024). A sua terceira passagem pelo festival reuniu não só os êxitos (já) inter-geracionais de“Lungs” e “Cerimonials” – ‘Rabbit Heart (Raise It Up)’ (o seu famoso cover de) ‘You GotThe Love’, ‘Dog Days Are Over’ – como também temas do seu novo trabalho,“Everybody Scream”. Sem sequer precisar de um grande jogo de luzes ou de milvestimentas para lá do seu famoso vestido boudoir vermelho. A habilidade de fazermúsicas profundas com refrões facilmente cantáveis é um dom que lhe é quase único. Para terminar em grande, os Buraka Som Sistema mostraram no Palco NOS que as suasmúsicas não têm necessariamente que ficar presas-esquecidas no passado e que têmum lugar de destaque-relevo no presente. Um pouco à semelhança do que aconteceracom Da Weasel no mesmo palco em 2022. Foi delicioso ver temas como ‘Kalemba(Wegue Wegue)’ a serem recebidos com amor e passos sentidos de dança por todauma geração que nem sequer era nascida quando o tema foi lançado. Fechando as portas da edição XVIII, os Zimmer90 deram um concerto bastanterespeitável no Palco Heineken enquanto o set de fecho do WTF (com algumasmensagens políticas pelo meio) ficou a cargo de Modeselektor. Por último mas não menos importante: falar do NOS Alive a atingir a ‘maioridade’ étambém falar de uma série de pessoas essenciais para que o festival aconteça (comsucesso). Profissionais cuja função se desenrola atrás do pano ou no momento em queeste cai. Desde a Johanna Bond na produção, passando pelo Sebastião Góis no vídeo,pela Raquel Vitória nas redes sociais e até a todo o pessoal (quase) anónimo nalimpeza e segurança, fica aqui o merecido reconhecimento e agradecimento. A culturaportuguesa enriquece substancialmente através da dedicação destes profissionais. Texto de Diogo Santos. Fotografias de Jorge Pereira.

XVIII NOS Alive – Dia II!

O segundo dia de XVIII NOS Alive proporcionou, em plena luz do dia, um pleno recitalde talento feminino. A começar, os Call Me, vencedores do Oeiras Band Sessions, fizeram a audiênciacrescente abanar o capacete entre a feliz reconstrução de ‘Back On Black’ (de AmyWinehouse) e temas de alta qualidade do seu primeiro EP, “Hold The Line”. De notarrealçar a presença em palco e capacidade vocal da vocalista, Ava. De seguida, as mexicanas The Warning fizeram o Passeio Marítimo de Algésestremecer com o seu rock pujante e orelhudo. Ninguém ficou indiferente ao que foiapresentado em palco, nem mesmo aos temas que irão constar no seu primeiro LPtotalmente em inglês, “Everything’s Falling” Na outra ponta do recinto, Picas apresentou no Palco Coreto o seu primeiro LP,“Vendavais” junto da sua imensamente talentosa banda. Com Alex Mey na bateria,Christian Tavares na guitarra e Zé Ganchinho no baixo, a cantora teve perante si amaior plateia do Palco Coreto nesta edição. E fez tudo menos desapontar. Com a fasquia elevada, os Wolf Alice ficaram encarregues de fazer a transição do diapara a noite, numa acção que o público recebeu de forma q.b. Apesar da vocalista efundadora da banda Ellie Rowsell ter feito tudo o que podia para puxar pela audiência,a verdade é que o público estava ali para ver rock n’roll puro e não o melhor da popbritânica. De regresso a Portugal e ao NOS Alive onde não vinham desde 2017, o primeiro acordedos Foo Fighters e a reacção louca do público explicou muito. Não só porque é que abanda prossegue após a morte de Taylor Hawkins mas também o porquê deste dia teresgotado tão rápida e facilmente. David Grohl é o eterno jovem rebelde que tem em sia missão de ser o guardião do bom e velho rock’n’roll nos tempos modernos. Num autêntico desfilar de êxitos onde não faltou ‘All My Life’, ‘The Pretender’, ‘TimesLike These’ e ‘My Hero’, houve ainda tempo e espaço para cada elemento da bandamostrar as suas raízes musicais. O que proporcionou um sempre saudoso – emboratemporário – regresso de Grohl à bateria. Com ‘Best Of You’ e ‘Everlong’ os FooFighters terminaram da melhor maneira a sua tour europeia “Take Cover”. De lamentar, no entanto, os 10 minutos que uma pessoa esteve para ser assistidajunto ao FOH a meio do concerto. Uma situação pontual mas grave que a organizaçãodeve rever e melhorar no futuro para o bem e segurança de todos os que frequentamo recinto. No início do fim da noite, Zara Larsson deambulou entre o aborrecido, o erótico e, porvezes, o espectacular na sua apresentação no Palco Heineken. Se é verdade que temuma voz que seria capaz de a fazer pisar qualquer palco, também é verdade que a suapassagem pelo XVIII NOS Alive respondeu ao porquê disso não acontecer. De realçar apositiva interacção com os fãs que culminou com a subida de Afonso a palco paradançar com a sua ídolo no final de ‘Lush Life’. Para fechar a noite, SBTRKT aproveitou ao máximo a potencialidade-diversidade visualque o Palco WTF oferece para explorar os seus ganchos e groove de maior relevânciano seu set. Texto de Diogo Santos Fotografias de Jorge Pereira.

Lewis Capaldi atuou na Figueira da Foz e prometeu voltar a Portugal!

O cantor escocês de 29 anos deu um concerto memorável na primeira edição do “Portugal Summer Sessions”, no areal da Praia do Relógio perante milhares de fãs, que saíram muito satisfeitos, apesar da atuação ter sido um pouco curta, pois durou apenas setenta e cinco minutos, interpretando vinte e duas músicas. O Festival organizado pela MOT – Memories of Tomorrow e pela Live Nation, foi um êxito, depois de ter contado no dia anterior com o emblemático Sting, que esgotou o recinto. A organização já confirmou o Festival para 2027. Antes de Capaldi, atuaram Pedro Santos, e Napa. Capaldi que em 2022 cancelou o espetáculo programado para o Meo Sudueste em cima da hora, recordou esse momento por duas vezes. Lembrou o seu problema de saúde, as depressões, a nuvem negra que por vezes paira sobre a sua mente. Disse que estava melhor que nunca, e que ultrapassou, felizmente, todos os problemas que o afetaram, estando na Figueira para se divertir, e fazer feliz o publico que pagou bilhete para o ver. Divertido e alegre, foi desfilando os seus êxitos e novas músicas, relembrando sempre o seu lado negro, que o fez compor tantos temas intimistas e pessimistas. O cantor e compositor deixou para o fim o seu maior hit, “Someone You Loved”, que levou ao rubro os milhares de fãs, que cantaram com Capaldi toda a música. Outro ponto alto do concerto foi o tema “Before You Go”, e “The Day I Die”, que cantou, tocando piano, numa atuação assombrosa. “Vou voltar”, prometeu Lewis Capaldi. Os fãs agradecem.

XVIII NOS Alive – Dia I!

Os The Royston Club deram o tiro de partida no Palco NOS para a celebração dachegada a adulto do festival que viu, desde o primeiro dia, no Passeio Marítimo deAlgés, parte essencial da sua identidade. A banda britânica deu um concerto bastanteinteressante, apesar da fraca assistência. Já os A Perfect Cicle tiveram maior audiência mas, provavelmente, por pura esimplesmente a hora de Nick Cave & Bad Seeds estar a aproximar-se. Foi umaquecimento desadequado. O rock pesado da banda contrastou demasiado com ocabeça-de-cartaz deste Dia I. Apesar do imenso e intenso vento e de ser o único dia sem lotar (e um pouco longedisso), a actuação de Nick Cave & The Bad Seeds apaziguou, de vez, a relação destecom os lisboetas que ele ‘recusara’ visitar durante 20 anos, preferindo sempre opúblico do norte. The Bad Seeds são uma banda excepcional e sem a qual Nick Cavenão teria a carreira que tem, um pouco à semelhança de Bruce Springsteen. Noentanto, é na versão simplista de Nick Cave ao piano em ‘Into My Arms’ que esteencontra(rá) a sua eternidade músico-cultural. O coro uníssono criadoinstantaneamente no Passeio Marítimo de Algés foi (só mais) uma prova disso. A introspecção prosseguiu no Palco Galp Fado Café, com Diana Vilarinho. Mas destafeita com um toque de modernismo que faz bater o pé fazendo jus ao novo LP dafadista, “Uma Carta Escrita”. A voz potente e deslumbrante da fadista pintou-lembrou‘Cotovia’ como a melhor canção deste século feita para o RTP – Festival da Canção. A animação prosseguiu em altas com os Twenty One Pilots que entre fumo, fogo epirotecnia desfilaram os temas mais conhecidos do seu aclamado álbum “Blurryface”.Escalar palcos e FOH começa a tornar-se num hábito e feliz resposta a artistas “damoda”. Depois de Ricky Wilson (vocalista dos Kaiser Chiefs) no XI Rock in Rio Lisboa, foio baterista Josh Dun a escalar o Palco NOS para tocar numa bateria colocada no topopara o efeito para… ‘Drum Show’. Já perto do fim, o segurança de palco Rui subiu ao palco para um dueto no mínimo…caricato! ‘Seven Nation Army’ (dos The White Stripes), música estreada mundialmentepelos ZigZag Warriors no antigo Lux e instantaneamente odiada por quem lá estava,fez as delícias do público que estava tudo menos ‘Stressed Out’ pois o presente é tãobom ou melhor que o passado. Os mexicanos Midnight Generation encerraram o primeiro dia comprovando a ideiaanterior, tirando máximo partido das possibilidades visuais que o Palco WTF oferece,nomeadamente a nível de luzes. Texto de Diogo Santos Fotos de Jorge Pereira/Imagem do Som

NOS ALIVE 2026 começa amanhã

Decorreu hoje no recinto do Passeio Maritimo de Algés a habitual apresentação á imprensa do festival. Com a presença de Alvaro Covões e Isaltino Morais, a organização deu a conhecer aos jornalistas os diversos palcos, com destaque para o Palco Literário uma das novidades este ano. O evento abre as portas ao publico amanhã ás 15 horas e dura até ao próximo sabado. Fotos: Jorge Pereira/Imagem do Som

XI Rock In Rio Lisboa – Dia IV

A XI edição do Rock in Rio Lisboa chegou ao fim com Matuê, Rema, Central Cee e 21Savage a subirem ao Palco Mundo. É verdade que os primeiros dois nomes do dia ainda conseguiram agitar as hostilidades(especialmente Rema com a sua presença em palco e música meio-que-dançante).Mas também é verdade que os supostos grandes nomes do dia não (en)cantaram,apenas desiludiram. Central Cee nunca chegou a estar verdadeiramente em palco. Equanto a 21 Savage ficou a impressão que é um nome da moda e não propriamente doverdadeiro domínio público dado que alguns dos seus temas mais conhecidos-ouvidos(como a sua colaboração em ‘Jimmy Cooks’ que foi tocada ao início do espectáculo)foram quase ignorados pelo público presente. Os vestígios de espectacularidade ficaram entregues aos palcos secundários,nomeadamente a Lola Índigo no Palco Super Bock e a Carlão no Palco Music Valley. Dennis, uma espécie de Pedro Sampaio, deu por encerradas as hostilidades destaedição com o seu DJ set no Palco Music Valley. Por certo que o Rock in Rio Lisboa quer agarrar chamar e fidelizar público mais jovem.Mas também é certo que essa renovação tem sempre sido feita ao longo dos anosatravés da experiência em si que o festival oferece. No final das contas, este maispareceu um dia para cumprir calendário. E quando é assim saímos todos a perder. Texto e Fotos: Diogo Santos