BIFFY CLYRO

The Futique Tour em Lisboa Os Biffy Clyro e a sua digressão “The Futique Tour” têm passagem em Portugal, no Sagres Campo Pequeno a 5 de fevereiro. Considerada uma das bandas de rock mais bem-sucedidas do Reino Unido, com três álbuns que alcançaram o nº1 no top britânico e inúmeras atuações como cabeças de cartaz em festivais emblemáticos, os Biffy Clyro vem apresentar o novo álbum junto dos fãs portugueses. Futique, com edição prevista para 26 de setembro, tem já o avanço do mais recente single da banda, “A Little Love”, que se estreou como Hottest Record in the World na BBC Radio One. Depois de atuações muito aclamadas como cabeças de cartaz do TRNSMT Festival deste ano e no Palco Pyramid do Glastonbury Festival, a banda recebeu elogios da crítica: o The Guardian descreveu-os como “um lembrete absolutamente triunfante de que… têm um alinhamento de êxitos formidável quando é preciso”, enquanto a Kerrang! afirmou tratar-se de “uma masterclass de alegria e profissionalismo, com todos os elementos afinados ao pormenor”. Para celebrar o lançamento do seu anterior álbum – o nº1 britânico A Celebration of Endings –, os Biffy Clyro apresentaram o disco na íntegra num livestream inovador a partir da Barrowland Ballroom, em Glasgow, em 2020. Esta atuação valeu-lhes o prémio de Melhor Entretenimento nos BAFTA Scotland Awards. Ao longo da carreira, os Biffy Clyro somaram inúmeros prémios, incluindo: quatro NME Awards (2x Melhor Banda Britânica, Melhor Banda ao Vivo e Melhor Videoclipe), cinco Kerrang! Awards (2x Melhor Banda Britânica, Compositores Clássicos, Melhor Álbum e Melhor Videoclipe) e dois Q Awards (Melhor Banda ao Vivo e Melhor Álbum). Foram ainda nomeados para três BRIT Awards (todos na categoria de Melhor Grupo Britânico, a mais recente em 2021) e para o Mercury Prize.
OneRepublic têm em Portugal o seu oásis!

Mais de uma década depois os OneRepublic regressaram a Portugal para uma terceira actuação que foi o culminar de praticamente 25 anos de carreira num Pavilhão Atlântico lotado. Portugal recebeu a última data da digressão “Escape To Europe” e acabou por ser, segundo o vocalista Ryan Tedder, “a primeira cidade em 22 dias onde os OneRepublic viram a luz do Sol”. Pese embora nenhum dos portugueses que lotaram o Pavilhão Atlântico tivessem visto efectivamente essa luz. Com novo trabalho na bagagem – “Artificial Paradise” (de 2024) – o público preferiu fazer-se ouvir através dos mega-sucessos oriundos de “Waking Up” (de 2009). De facto, ‘Good Life’ e ‘Secrets’ tornaram-se quase que hinos para toda uma geração que viu os OneRepublic crescer. Numa era um pouco distante da digitalização e da tecnologia fazer parte do nosso dia-a-dia. De facto, se houve algum ponto negativo deste espectáculo foi mesmo somente o número elevadíssimo de pessoas com o braço constantemente esticado a gravar todo um concerto que tinham à frente para desfrutar, importunando as poucas pessoas que queriam, de facto… ver o concerto. Para fechar a primeira parte do mesmo houve ‘Stop And Stare’, segundo single da banda e que, segundo Ryan Tedder, é “o tema mais importante da banda pois foi através dele que a banda voltou à Terra depois da explosão que foi o primeiro single, ‘Apologize’”. Juntos no palco secundário bem perto do público, houve tempo e espaço para um pouco de tudo. Primeiro para dois temas em acústico de “Native” (LP de 2013), ‘Life In Color’ e ‘Something I Neeed’. De seguida, para a distribuição de três bolas de futebol da selecção nacional autografadas pela banda – segundo Ryan Tedder, a ideia começou aquando da estadia da banda na Irlanda onde distribuíram, catastroficamente, globos de neve. Depois para a primeira de algumas declarações de amor-admiração de Tedder para Rosalía. E, por fim, para algumas histórias, nomeadamente a respeito de ‘Halo’, que embora seja um tem cantado por Beyoncé, é efectivamente creditado à própria e a Ryan Tedder. Nas palavras do próprio, “Beyoncé pediu-me uma música amorosa minimamente arrojada pois estava apaixonada peloJay-Z, então fui para casa e vi fotos sem fim do Jay-Z até sair algo mais ou menos assim”. E, embora o timbre de Tedder seja demasiado grave para atingir certas notas do tema, o facto é que houve todo um Pavilhão Atlântico a cantar um dos maiores temas de sempre da pop (dita moderna). De volta ao palco principal, a banda norte-americana presenteou o público não só com ‘Apologize’ mas igualmente com ‘Need Your Love’ – tema novo ainda não-lançado – logo de seguida. Seguiu-se ‘I Ain’t Worried’, tema de maior sucesso do último trabalho de originais da banda, talvez por ter sido igualmente single do filme “Top Gun: Maverick”, na certeza que o final estava perto. Antes do fim, houve um momento a la Ed Sheeran. Zach Filkins ficou sozinho em palco e entre a sua guitarra, teclado e loop station, deliciou toda a audiência sem excepção. ‘Counting Stars’, ‘Calling (Lose My Mind)’ e ‘Lose Myself’ (com Ryan Tedder envergando uma camisola da selecção nacional de futebol) fecharam uma actuação onde, apesar da presença excessiva dos telemóveis, houve uma simbiose-sinergia entre público e OneRepublic que dificilmente a banda norte-americana esquecerá. Os OneRepublic têm em Portugal o seu Oásis. Para fechar, uma nota-de-rodapé meio-que-óbvia. Se a banda ter subido a palco ao som de ‘Don’t Look Back In Anger’ e se o número de pandeiretas usadas ao longo do concerto não foram evidentes o suficiente, o facto de Ryan Tedder ter ficado sozinho em palco a cantar ‘Wonderwall’ dissipou todas as dúvidas sobre quem o inspira… Liam Gallagher… Oasis! Alinhamento: FEEL AGAINKIDSGOOD LIFERUNAWAYSINGAPORESECRETSRESCUE MERUNSTOP AND STAREARTIFICIAL PARADISE LIFE IN COLOR (acústico)SOMETHING I NEED (acústico)BLEEDING LOVE (acústico)HALO (acústico) LOSE SOMEBODYAPOLOGIZEI NEED YOUR LOVEI AIN’T WORRIEDSUNSHINELOVE RUNS OUTI LIVEDCOUNTING STARS I DON’T WANNA WAITCALLING (LOSE MY MIND)IF I LOSE MYSELF WONDERWALL (apenas Ryan em palco) Texto:Diogo Santos Fotos: Jorge Pereira
Larkin Poe Reavivam Rock e Blues em Noite Estonteante!

Apesar do regresso da banda das irmãs Lovell ter acontecido no bar do Coliseu dos Recreios e não na sala principal conforme anunciado, o que é facto é que isso até tornou a noite em algo mais autêntico e especial. Um ano após a sua estreia em solo português – no Palco Heineken por ocasião do XVI NOS Alive – as Larkin Poe regressaram, com o seu segundo trabalho – “Bloom” na bagagem. Com duas décadas de palco, o que é facto é que, infelizmente, as irmãs Lovell ainda são pouco conhecidas por estes palcos. Por isso, e certamente nada mais, a venda de bilhetes não superou as 500 unidades. No entanto, o que se viu em 90 minutos de espectáculo foi do mais alto nível – justificando a nomeação da banda para um Grammy na categoria de “Melhor Disco de Música Norte-americana”. A primeira parte do concerto foi precisamente uma celebração dessa mesma nomeação, apenas com músicas de “Bloom”. ‘Bluephoria’ – primeiro single desse mesmo trabalho e estreado o ano passado em Portugal – colocou os presentes a cantar em uníssono pela primeira vez na noite. Numa mistura-simbiose entre o rock e o blues catapultada pelo Electro-Liege de Megan Lovell (que é, basicamente, uma lap steel adaptada e personalizada pela própria), há que destacar a energia fosforescente que a coesão da banda gerou em cada um dos assistentes. Banda essa que foi fortemente elogiada por Rebecca Lovell no momento da suaapresentação: Lucas Pettee nos teclados, Tarka Layman no baixo e Ben Satterlee na bateria. Entre as novidades que a banda norte-americana trouxe não podia faltar o novo membro da banda, Jesse – o primeiro filho de Rebecca, de apenas três meses. Tal facto foi mencionado pela sua irmã, Megan, que assumiu admirar a bravura e a capacidade de Rebecca se desdobrar com sucesso. Mas houve direito a mais. Os presentes foram convidados a regressarem às origens das irmãs Lovell através de um set acústico de cortar a respiração de tão profundo e sublime que foi. Para a recta final estava guardada o ex-libris das provas de que a “música ao vivo consegue juntar as pessoas como mais nada consegue”, tal como proferido por Rebecca Lovell no início da actuação. ‘Pearls’ e ‘Bolt Cutters & The Family Name’ não deixaram ninguém indiferente, entre as guitarras eléctricas pujantes-vibrantes e os refrões cantadas a peito cheio por todos. Para o fim estava reservado ‘Bloom Again’, na certeza-promessa de que as Larkin Poe voltarão a Portugal. Pois, “no meio de mundo bastante sério e tecnológico, há que tirar tempo para um pouco de diversão” (segundo a vocalista) e banda norte-americana é o mote perfeito para tal. A porta fica aberta. ALINHAMENTO:NOWHERE FASTMOCKINGBIRDEASY LOVE ISUMMERTIME SUNSETBLUEPHORIAIF GOD IS A WOMANDEEP STAYS DOWN SOUTHERN CONFORT (acústico)LITTLE BIT (acústico)MAD AS A HATTER (acústico)DEVIL MUSIC (acústico) BAD SPELLPEARLSBolt Cutters & The Family Name BLOOM AGAIN Diogo Santos escreve ao abrigo do antigo Acordo Ortográfico.
“Escape To Europe” dos ONE REPUBLIC tem passagem por Lisboa.

Os OneRepublic anunciam a digressão “Escape to Europe”, com passagem na MEO Arena no dia 16 de novembro. A banda norte-americana contará com Ella Henderson na primeira parte do concerto, cujo single de estreia #1 no Reino Unido foi co-escrito pelo vocalista dos OneRepublic, Ryan Tedder. Este verão, os OneRepublic lançaram o seu sexto álbum de estúdio, Artificial Paradise, que inclui grandes êxitos como “RUNAWAY” e “I Ain’t Worried” (presente no filme Top Gun: Maverick e com mais de 3 mil milhões de streams). O álbum também inclui a mais recente colaboração com David Guetta, “I Don’t Wanna Wait,” que já acumulou quase mil milhões de streams desde o seu lançamento. Nomeados para os GRAMMY, os OneRepublic são Ryan Tedder (cantor/compositor e vocalista), os Zach Filkins (guitarrista), Drew Brown (guitarrista), Brian Willett (teclista), Brent Kutzle (baixista e violoncelista) e Eddie Fisher (baterista). A banda lançou seu álbum de estreia Dreaming Out Loud em 2007, que incluía o sucesso “Apologize”. Em 2009, lançaram Waking Up com os hits “All the Right Moves”, “Secrets” e “Good Life”. Em 2013, o álbum de platina Native trouxe o sucesso “Counting Stars”. Até hoje, acumulam mais de 5 bilhões de streams no Spotify. Em 2021, lançaram Human, com singles como “Someday” e “Rescue Me”. Em 2023, lançaram “Dear Santa” e “Runaway”, entre outros. Em colaboração com David Guetta, lançaram “I Don’t Wanna Wait”, além de “Fire” com Meduza e Leony para o UEFA Euro 2024.
Larkin Poe, a dupla de rock sulista vem apresentar o novo álbum, Bloom, junto dos fãs portugueses no dia 12 de novembro de 2025 no Coliseu dos Recreios, em Lisboa.

Larkin Poe são uma banda norte-americana formada pelas irmãs Rebecca e Megan Lovell, naturais de Atlanta, Geórgia. Conhecidas por seu som poderoso que mistura blues rock, roots e influências do sul dos Estados Unidos, as duas irmãs destacam-se pelo virtuosismo instrumental — especialmente com a guitarra slide — e pelos vocais intensos e harmoniosos. Desde o início da carreira, Larkin Poe conquistou reconhecimento por reinventar o blues tradicional com uma pegada moderna e autêntica, lançando álbuns aclamados como Venom & Faith (2018) e Self Made Man (2020). Depois de estarem no NOS Alive de 2024 as manas Lovell estarão novamente entre nós em concerto próprio no Coliseu de Lisboa no próximo dia 12 de Novembro
The Hives de novo em Lisboa

Os “The Hives” são uma banda de rock sueca formada em 1993 na cidade de Fagersta. Conhecidos pela sua energia explosiva em palco, visual marcante em preto e branco e som cru influenciado pelo punk e pelo garage rock dos anos 1960 e 1970, o grupo ganhou destaque internacional no início dos anos 2000 com o álbum Veni Vidi Vicious (2000), que inclui o hit “Hate to Say I Told You So”. Liderada pelo carismático vocalista Howlin’ Pelle Almqvist, a banda é famosa por suas apresentações intensas e cheias de atitude, consolidando-se como um dos nomes mais empolgantes do rock contemporâneo. Nesta world Tour 2025 estão a promover o seu recente trabalho “The Hives Forever Forever the Hives” onde se destacam a faixa que dá nome ao album e também “Enough Is Enough”. Os The Hives actuam no Sagres Campo Pequeno no dia 4 de Novembro.
THE HIVES voltam a Lisboa para concerto exclusivo no Sagres Campo Pequeno

The Hives informam que estão de volta! Com novo álbum na bagagem, a banda sueca acaba de anunciar a digressão mundial de 2025 com passagem no Sagres Campo Pequeno a 4 de novembro. A Sensação Internacional do Rock, aclamada em todos os continentes pelo seu talento magistral e entrega desenfreada ao rock, fizeram de novo aquilo que ninguém esperava: criaram um novo álbum como nunca se ouviu antes e, muito provavelmente, nunca se ouvirá novamente. Um novo disco tão cheio de energia, alegria, raiva e vida que irá questionar a realidade como a conhecemos. Cada música, um single. Cada single, um sucesso. Cada sucesso, um golpe direto na cara do sistema. The Hives Forever Forever The Hives, será editado no dia 29 de agosto de 2025 Este álbum de longa duração, composto por treze faixas meticulosamente criadas com paixão, irreverência e mestria na Suécia, foi produzido em parceria com os ilustres Pelle Gunnerfeldt e Mike D dos Beastie Boys. “Enough Is Enough”, o primeiro single retirado do álbum, vem acompanhado de um videoclipe captado na grandiosa cidade de Bucareste, onde a banda assume vários papéis pugilísticos sob a direção magistral do renomado e premiado cineasta Eik Kockum. Falando sobre a faixa, nas suas próprias palavras, The Hives declaram: “Quem, no seu perfeito juízo, começaria uma música assim? Ninguém além dos The Hives. Eles estão de volta mais cedo do que esperavam e, neste momento, já estão cansados de toda a gente. Daí o título. Entendido? Entendido.” Os The Hives, compostos por Howlin’ Pelle, Chris Dangerous, The Johan And Only, Nicholaus Arson e Vigilante Carlstroem, gravaram o seu nome na história do rock ao longo de três décadas. A banda esgotou estádios imponentes e partilhou palcos com gigantes como AC/DC e The Rolling Stones. A BBC descreveu-os como “uma força da natureza”, enquanto a Rolling Stone incluiu o álbum Veni Vidi Vicious na lista dos 100 Melhores Álbuns da Década. Além disso, o hino “Hate To Say I Told You So” recebeu um lugar de honra entre as 500 Melhores Canções dos Anos 2000, segundo a Pitchfork. Com milhões de álbuns vendidos, certificações de Platina e inúmeros prémios—Grammys, MTV Awards, NME Awards—os The Hives erguem-se como titãs no reino da música. Segundo o lendário Joe Strummer, foram eles que salvaram o Rock ‘n Roll.
LARKIN POE

The Bloom Tour passa por Lisboa Larkin Poe, a dupla de rock sulista vem apresentar o novo álbum, Bloom, junto dos fãs portugueses no dia 12 de novembro de 2025 no Coliseu dos Recreios, em Lisboa. Rebecca e Megan Lovell são Larkin Poe, cantoras e compositoras vencedoras de um GRAMMY© e irmãs multi-instrumentistas que criaram o seu próprio estilo de Roots Blues Rock: áspero, soulful e enriquecido pela sua herança sulista. O novo álbum de Larkin Poe, “Bloom”, revela a continuação da jornada musical em evolução da dupla dinâmica de irmãs, com uma coleção de canções que ressoam com introspeção, autenticidade e uma ligação profunda às suas raízes na música americana. Produzido e coescrito em grande parte por Megan, Rebecca e Tyler Bryant, o álbum marca uma evolução significativa para a dupla, refletindo uma sinergia que vai além de uma simples parceria musical. Já aclamadas pela sinceridade nas suas composições, as irmãs Lovell agora colocam um foco ainda maior no seu talento para contar histórias, explorando profundamente narrativas pessoais com temas universais de auto-aceitação e individualidade, tudo sob uma influência contemporânea de blues e rock. Com a sua mistura distinta de instrumentação magistral e harmonias cheias de alma, cada faixa do álbum desdobra-se como um capítulo, com letras que se aprofundam cada vez mais no coração de Larkin Poe. Originalmente de Atlanta e atualmente a viver em Nashville, elas são produtoras independentes de um corpo de trabalho eletrizante, aclamado pela crítica, e são conhecidas por percorrer constantemente o mundo com uma vitalidade ardente.
SHAWN MENDES On The Road Again

Concerto de Shawn Mendes dia 28 na MEO Arena já se encontra esgotado Vindo de uma série de atuações arrebatadoras como cabeça de cartaz em festivais pela América Latina em 2025, o cantor e compositor multi-platina e nomeado aos GRAMMYs Shawn Mendes acaba de anunciar que estará “On The Road Again” este ano, com novas datas adicionadas à digressão na Europa e na América do Norte. Os próximos espetáculos prometem um alinhamento arrebatador que percorre toda a sua carreira, celebrando os maiores êxitos dos últimos dez anos. A nova digressão passará por Lisboa, na MEO Arena no dia 28 de agosto deste ano, levando os fãs numa viagem musical desde o seu álbum de estreia até ao mais recente lançamento, Shawn. A digressão teve início a 2 de agosto, prolonga-se até ao outono, passando por cidades como Londres, Amesterdão, Madrid e muitas outras. Após atuações históricas no Rock in Rio e como cabeça de cartaz do Lollapalooza na Índia, Argentina, Chile e Brasil, Shawn continua a dominar os palcos em 2025. A etapa europeia arranca em Kraków, seguindo depois para a América do Norte em setembro, com concertos em Toronto, Nova Iorque, Chicago, terminando no lendário Hollywood Bowl em Los Angeles. Maro e Lubiana acompanharão Mendes na Europa, enquanto Eddie Benjamin será o convidado especial na América do Norte.
XVII NOS Alive – DIA III

Queremos Ser Adolescentes Para Sempre Dez anos depois os Muse aterraram no NOS Alive à última da hora para salvar oterceiro dia e a própria edição do festival. “Liquen” O terceiro e último dia de XVII NOS Alive começou com CMAT no palco principal. Ameio do concerto, a artista irlandesa aproveitou para apresentar ‘Running/Planning’,‘Take a Sexy Picture of Me’ e ‘The Jamie Oliver Petrol Station’, temas que irão constarno seu terceiro álbum de originais, “EURO-COUNTRY”. Galeria Completa “Dead Poet Society” aqui: Apesar do público estar ainda algo disperso, o two-step pedido pela artista em ‘I Wanna Be A Cowboy, Baby!’. Para fechar a apresentação, houve ‘Stay For Something’ com CMAT a juntar-se literalmenteao público e, numa loucura total, cantou os últimos refrões no meio e com a multidão. Momentos para mais tarde recordar pelos presentes! Galeria Completa “Cmat” aqui: Já no palco Heineken, os Bright Eyes não deixaram assim tantos momentos para maistarde recordar. Talvez o terem estado 30 anos para vir a Portugal tenha a justificaçãono concerto que apresentaram. Se foi mau? Não. Mas foi só isso. Um concertoinsípido, sem qualquer ponto de destaque. Galeria Completa “Bright Eyes” aqui: De volta ao palco principal, os Jet regressaram a Portugal e ao festival depois de umhiato de 15 anos. Com o rock pujante e orelhudo com que habituaram os seusouvintes, a banda australiana não deixou para o fim ‘Are You Gonna Be My Girl’, o seutema-maior que já leva 22 anos de existência. Entre os presentes, fizeram-se contas ehouve um desejo de se querer ser adolescente para sempre. Desejo esse que voltariano final da noite. Galeria Completa “Muse” aqui: Antes disso, os Muse voltaram, também 15 anos depois, ao NOS Alive. Tal como noconcerto anteriormente dado em Portugal, desta feita a banda também veio emsubstituição de outro artista. Se em 2022 os Muse substituíram os Foo Fighters noRock in Rio, desta feita os substituídos foram os King Of Lion. Galeria Completa “Amyl And The Sniffers” aqui: Com Christopher Wolstenholme a vestir a camisola da selecção nacional com o nome enúmero de Diogo Jota, Portugal recebeu a banda norte-americana como poucos paísessabem receber. Como prova de tal lealdade, a base de fãs portuguesa praticamentelotou o Passeio Marítimo de Algés, algo que seria quase impensável com os King OfLion. Sem chuva como aquando da passagem pelo Rock in Rio em 2022 e com maissimpatia-empatia pelo público, o alinhamento de 22 músicas não trouxe surpresas atéporque, para todos os efeitos, esta acabou por ser a última data da tournée europeiada banda. Apesar disso, Matt Bellamy está com uns quantos tiques de diva oriundos da suamudança para os EUA em 2010. Ainda assim, ‘Starlight’ continua a ser um dos grandetemas rock feito no novo século. No palco secundário, a dificuldade no concerto de Foster The People foi arranjar umespaço para ver o concerto. O ambiente criado no palco Heineken fez lembrar asactuações dos Parcels onde, por mais quê se aumente a capacidade do recintoadjacente ao palco, fica sempre alguém de fora. A banda norte-americana aproveitouo seu regresso a Portugal para apresentar parte daquele que é o seu IV e mais recentetrabalho de originais – “Paradise State Of Mind” (2024). No entanto, o melhor estavareservado para o fim. ‘Pumped Up Kicks’ foi cantado em uníssono entre a banda e umpúblico que ali voltou a ser adolescente. E que, por músicas como esta, o quer ser parasempre. Galeria Completa “Foster The People” aqui: No fechar de hostilidades do palco principal, Nine Inch Nails desfilaram os seusmelhores temas de quase quatro décadas de estrada, num alinhamento cujos últimostrês trabalhos de estúdios em nenhum tema foram contemplados. Tal como napassagem pelo festival em 2018, ‘Head Like A Hole’ e ‘Hurt’ fecharam o concerto comuma energia muito similar àquela que se encontra num concerto de Foo Fighters. No fecho do palco Heineken, os Future Islands criaram um ambiente interessantecomo os antecessores Foster The People. Mas com um menor entusiasmo! Tal comoos Nine Inch Nails, foi um bom regresso a Portugal oito anos depois. Para o fim de festa, estavam reservados os Franc Moody. Na primeira vez enquantotrio, a banda viu Jon Moody ingressar no baixo (também) pela primeira vez. A bandainglesa tocou três temas do seu novo trabalho de originais – “Chewing The Fat”perante uma audiência com um número muito razoável de pessoas – especialmentetendo em linha de conta que o concerto decorreu às 03h00 da manhã. Uma boamaneira de encerrar o palco Heineken e o festival. Fica o desejo de voltar em 2026 e o agradecimento da Imagem do Som à organização(e em especial à Johana Bond) por sermos sempre recebidos e tratados no NOS Alivecom carinho, dignidade e respeito. Bem-haja! Texto de Diogo Santos. Fotografias de Jorge Pereira.