NOS ALIVE’26 – 09, 10 & 11 JULHO

O NOS Alive é já uma das paragens obrigatórias no circuito europeu dos festivais de música. Desde 2007 que traz os melhores nomes da música internacional, juntando-os ao que melhor se faz a nível nacional no mesmo espaço: o Passeio Marítimo de Algés. Desde 2022 que é considerado o festival de música com maior reputação, ganhando cada vez mais destaque em vários meios nacionais e internacionais. Foi palco de concertos memoráveis de bandas como os Pearl Jam, Arctic Monkeys, Dua Lipa, Arcade Fire, Olivia Rodrigo, The Smashing Pumpkins, Da Weasel, Coldplay, Imagine Dragons, Red Hot Chili Peppers, Jorge Palma, Grace Jones, Metallica, The Weeknd, Stromae, Jorja Smith, Rage Against The Machine, Radiohead, Florence + the Machine, Green Day, Neil Young ou Bob Dylan. O NOS Alive regressa à sua casa de sempre, nos dias 9, 10 e 11 de julho de 2026, elevando ainda mais a fasquia no cartaz e estruturas na receção do melhor público.

EROS RAMAZZOTTI – UM ARTISTA DO PÚBLICO!

Na quarta passagem do cantor italiano por Portugal ficou a certeza de que esteé um dos maiores nomes da música internacional da sua geração. Após quase 30 anos sem pisar solo português (após os míticos concertos no Estádio doRestelo em 1994 e 1996), Eros Ramazzotti regressou em 2023 para duas datas noPavilhão Atlântico. No fim, prometeu que voltaria em breve. E assim cumpriu. Perante um Pavilhão Atlântico bastante bem composto – embora ainda um poucolonge de esgotar, a subida ao palco do italiano ao som de ‘Taxi Story’ deixou logoevidente dois factos. Primeiro, os anos parecem não passar por Ramazzotti quemantém o seu ar e espírito joviais. E, depois, que os fãs da fila dianteira não queriamestar sentados. O mote deste concerto foi o seu novo trabalho, ‘Una Storia Importante’, LP quecelebra os 40 anos de carreira do artista, deambulando entre novos registos eregravações de temas antigos. Deste novo álbum ouviram-se apenas duas canções,‘Adesso Tu’ e o próprio tema-título. Ambas as faixas são responsáveis pelo sucesso quehoje lhe é reconhecido visto que foi através de ambas que Eros se destacou no jálongínquo Festival de Sanremo (em 1985 e em 1986). As duas horas de concerto acabaram por ser, de facto, uma viagem por quatro décadasligados à música, havendo tempo e espaço para falar de amor, desamor, guerra e paz.Mas não só. Houve tanto ou mais tempo para a banda que o acompanha mostrar todoo seu talento, em momentos escolhidos a dedo pelo próprio. Zoe Ranno deu umaprofundidade celestial a ‘I Belong To You’, Monica Hill interpretou brilhantemente‘Piu’Che Puoi’, Sara Deop mostrou todo o seu talento em ‘La Luce Buona Delle Stelle’,não esquecendo os fantásticos solos de saxofone de Marco Scipione e de guitarra deGiorgio Secco e Antonio Cirigliano (fora os do próprio Eros em ‘Stella Gemella’ e ‘SeBastasse’). Tudo suportado por (um carismático) Brian Frasier Moore na bateria,Ramón Montagner nas percussões, Alessandro Lopane nas guitarras e vocais de apoio,Paolo Costa no baixo, Christian Rigano nos teclados e Luca Scarpa no piano e direcçãomusical. No fundo, a missão de Eros Ramazzoti é simples: ser uma mais-valia paraquem o rodeia, seja quem trabalha com ele, seja público. O último facto talvez explique o inusitado que aconteceu já na recta final do concerto.Os assistentes de sala do pavilhão tinham instruções claras de que o espectáculo eracom lugares sentados e que, quem tentasse juntar-se junto ao palco, devia serreconduzido ao seu lugar – com excepção para a já citada fila dianteira. Após umadessas tentativas, Eros fez um mero sinal e o seu segurança pessoal saiu de junto doartista, dirigindo a uma das assistentes de sala pedindo para que tal reconduçãoparasse e que a aproximação do público junto do palco fosse permitida sem restrições.O que se viu a partir daí foi mágico: uma incontável troca de sorrisos, fotos,cumprimentos e todos os pedidos de palheta a serem atendidos pelo artista(literalmente todos). Eros Ramazzoti provou-comprovou ser um artista do público. À chegada do tema-maior da noite, ‘Più Bella Cosa’, não havia uma única almasentada. Havia, sim, cerca de doze mil almas completas e felizes com o que tinhampresenciado. Poderia haver melhor maneira para encerrar a digressão europeia de ‘Una StoriaImportante’? ALINHAMENTO TAXI STORY QUANTO AMORE SEI UN CUORE CON LE ALI UN’ EMOZIONE PER SEMPRE I BELONG TO YOU STELLA GEMELA ADESSO TU UNA STORIA IMPORTANTE PIU’CHE PUOI DOVE C’E’ MUSICA LA LUCE BUONA DELLE STELLE SE BASTASSE MUSICA E’ UN’ALTRA TE UN ATTIMO DI PACE TERRA PROMESSA FUOCO NEL FUOCO COSE DELLA VITA  UN ANGELO DISTESO AL SOLE (solo) PIÙ BELLA COSA

5 SECONDS OF SUMMER

EVERYONE’S A STAR World Tour Os 5 Seconds of Summer regressam a Portugal para um concerto imperdível no MEO Arena, em Lisboa, no dia 3 de maio de 2026. Formados em Sydney, Austrália, em 2011, os 5 Seconds of Summer evoluíram de um grupo de amigos de escola para uma das maiores bandas do século XXI. Ao longo de 14 anos de carreira, o grupo multi-platina vendeu mais de 18 milhões de álbuns, contabilizou mais de 10 mil milhões de streams, esgotou mais de seis milhões de bilhetes em todo o mundo e alcançou três estreias consecutivas no topo da Billboard 200, além de conquistar diversos prémios ARIA, MTV EMAs e MTV VMAs. Composto por Luke Hemmings, Michael Clifford, Calum Hood e Ashton Irwin, o quarteto é conhecido pela sua energia em palco, colaborações inovadoras e capacidade de se reinventar a cada novo projeto. O concerto em Lisboa fará parte da digressão mundial de apresentação do seu muito aguardado sexto álbum, EVERYONE’S A STAR, o primeiro editado pela Republic Records, que inclui os explosivos singles “NOT OK”, “Boyband” e “Telephone Busy”.

EROS RAMAZZOTTI

UNA STORIA IMPORTANTE Eros Ramazzotti e a sua nova digressão mundial, “UNA STORIA IMPORTANTE WORLD TOUR”, promete ser uma celebração da sua carreira e uma viagem íntima ao coração do público com passagem por Portugal no dia 6 de maio de 2026, na MEO Arena. A estreia oficial da tour aconteceu a 14 de fevereiro de 2026 na Accor Arena, em Paris, dando início a uma rota global que irá atravessar 30 países em 4 grandes etapas: Itália, Europa, América do Norte (incluindo Canadá) e América Latina. Produzida e distribuída por Friends & Partners – Eventim e Radiorama, esta nova digressão reafirma a ligação profunda de Eros com o seu público internacional. Cada espetáculo será uma oportunidade única de reviver grandes sucessos e descobrir novas emoções, num espetáculo pensado para tocar o coração dos fãs, onde quer que estejam no mundo. “UNA STORIA IMPORTANTE WORLD TOUR” será mais do que uma série de concertos – será um tributo à música, às histórias vividas e ao amor partilhado entre Eros Ramazzotti e o seu público ao longo de décadas. Una Storia Importante torna-se o título de uma digressão que fala da profunda ligação entre Eros e o seu público, uma ligação autêntica e duradoura que atravessa o tempo, as fronteiras e as gerações. Uma história feita de música, emoções e trocas, que continua a ser escrita com a mesma força de sempre, impulsionada por mais de 80 milhões de discos vendidos e mais de 9,3 mil milhões de streams globais. Dia 6 de maio de 2026 será o encontro com o público português na MEO Arena, em Lisboa.

A qualidade do concerto dos SUEDE no Porto incluído na Antidepressant UK & Europe Tour, merecia um Super Bock Arena esgotado

Não foi isso que aconteceu, e os lugares vazios foram muitos, possivelmente devido a ser o dia do pai, e o FC Porto jogar na mesma cidade. Mas isso não impediu dos Suede darem tudo, e o vocalista Brett Anderson, um animal em palco, interagir com os fãs todo o concerto, descendo para a beira do público, chegando a cantar no meio deles. Apesar do auge da banda britânica ter acontecido nos anos 90, os Suede nunca deixaram de olhar para o futuro, e prova disso é o excelente álbum lançado em 2025, “Antidepressants”, que deu nome à Tour pela europa. A noite começou, sem atrasos com a banda “Swim School”, uma banda de Rock alternativo de Edimburgo, Escócia, que aqueceu o público. O concerto dos Suede começou com o tema do novo álbum “Disintegrate”, pleno de energia que acordou de imediato a sala. Brett Anderson com a sua voz inconfundível, evadiu o Super Bock Arena deixando os olhos dos fãs presos à energia do vocalista dos Suede. Seguiu-se o tema clássico “Trash” do álbum “Coming Up” de 1996. O concerto foi uma ponte entre o passado e o presente. “We are the Pigs”, “Personality Disorder” e “Sabotage”, e depois um regresso mais atrás com “New Generation”, “Filmstar” e “Can´t Get Enough”. Brett Anderson suava, deitava-se, ajoelhava-se, descia do palco, pedia aos fãs para cantar. Um espetáculo contagiante. Os Suede voltaram novamente ao novo álbum, com os excelentes temas “June Rain” e “Trance State”, nunca deixando de ter o público na sua mão. O final foi em êxtase. O Glam Rock puro, que encantou milhões de fãs em todo o mundo nos anos 90, voltou com “Still Life”, “So Young”, e “Metal Mickey”. De fora ficou o tema “She´s in Fashion”, por opção da banda. No fim, e quando as luzes se acenderam, ficou o encanto de um concerto inesquecível. Fotos: Mario Monteiro/Imagem do Som

SUEDE

Antidepressants: Dancing with the Europeans Os Suede anunciam a “Antidepressants: Dancing With The Europeans Tour” para 2026. A digressão leva pela primeira vez aos palcos o décimo álbum de estúdio, Antidepressants, com passagem na Super Bock Arena – Pavilhão Rosa Mota a 19 de março e no Sagres Campo Pequeno a 20 de março de 2026. Antidepressants, editado a 5 de setembro, foi aclamado pela crítica: a MOJO atribuiu cinco estrelas descrevendo-o como “um disco desafiador, que desafia a morte – tanto viagem de alegria como memento mori”. A Uncut considerou-o “o álbum mais intoxicante e descontrolado desde Coming Up”, a Record Collector descreveu-o como “entusiasmante e emocionante” e a Classic Pop elogiou um regresso “intensamente energético”. O single atual, “Dancing With The Europeans”, foi apontado como “eufórico” pela NME, enquanto que o single “Trance State” foi destacado por ter “um sentido de direção impressionante”, segundo o The Times. O anúncio surge após a procura fenomenal para ver os Suede ao vivo. A programação especial “Suede Takeover”, realizado em diferentes espaços do Southbank Centre, em Londres, durante agosto e setembro de 2025, esgotou por completo as seis datas. Nesta nova digressão, a banda apresenta, pela primeira vez, Antidepressants ao vivo num espetáculo imersivo e intimista, revisita o documentário The Insatiable Ones com debate ao vivo, atua com convidados especiais e encerra com o seu primeiro concerto orquestral em colaboração com a Paraorchestra. Desde o lançamento de Autofiction (2022) – o seu álbum mais bem classificado em 20 anos (#2 no UK Albums Chart) – os Suede têm tocado para as maiores audiências da sua carreira em mais de 14 países. Descritos pelo London Evening Standard como “o ato ao vivo mais visceral do planeta”, regressam agora com Antidepressants, um disco que, segundo Brett Anderson, “é música para pessoas sofridas”.

BIFFY CLYRO

The Futique Tour em Lisboa Os Biffy Clyro e a sua digressão “The Futique Tour” têm passagem em Portugal, no Sagres Campo Pequeno a 5 de fevereiro. Considerada uma das bandas de rock mais bem-sucedidas do Reino Unido, com três álbuns que alcançaram o nº1 no top britânico e inúmeras atuações como cabeças de cartaz em festivais emblemáticos, os Biffy Clyro vem apresentar o novo álbum junto dos fãs portugueses. Futique, com edição prevista para 26 de setembro, tem já o avanço do mais recente single da banda, “A Little Love”, que se estreou como Hottest Record in the World na BBC Radio One. Depois de atuações muito aclamadas como cabeças de cartaz do TRNSMT Festival deste ano e no Palco Pyramid do Glastonbury Festival, a banda recebeu elogios da crítica: o The Guardian descreveu-os como “um lembrete absolutamente triunfante de que… têm um alinhamento de êxitos formidável quando é preciso”, enquanto a Kerrang! afirmou tratar-se de “uma masterclass de alegria e profissionalismo, com todos os elementos afinados ao pormenor”. Para celebrar o lançamento do seu anterior álbum – o nº1 britânico A Celebration of Endings –, os Biffy Clyro apresentaram o disco na íntegra num livestream inovador a partir da Barrowland Ballroom, em Glasgow, em 2020. Esta atuação valeu-lhes o prémio de Melhor Entretenimento nos BAFTA Scotland Awards. Ao longo da carreira, os Biffy Clyro somaram inúmeros prémios, incluindo: quatro NME Awards (2x Melhor Banda Britânica, Melhor Banda ao Vivo e Melhor Videoclipe), cinco Kerrang! Awards (2x Melhor Banda Britânica, Compositores Clássicos, Melhor Álbum e Melhor Videoclipe) e dois Q Awards (Melhor Banda ao Vivo e Melhor Álbum). Foram ainda nomeados para três BRIT Awards (todos na categoria de Melhor Grupo Britânico, a mais recente em 2021) e para o Mercury Prize.

OneRepublic têm em Portugal o seu oásis!

Mais de uma década depois os OneRepublic regressaram a Portugal para uma terceira actuação que foi o culminar de praticamente 25 anos de carreira num Pavilhão Atlântico lotado. Portugal recebeu a última data da digressão “Escape To Europe” e acabou por ser, segundo o vocalista Ryan Tedder, “a primeira cidade em 22 dias onde os OneRepublic viram a luz do Sol”. Pese embora nenhum dos portugueses que lotaram o Pavilhão Atlântico tivessem visto efectivamente essa luz. Com novo trabalho na bagagem – “Artificial Paradise” (de 2024) – o público preferiu fazer-se ouvir através dos mega-sucessos oriundos de “Waking Up” (de 2009). De facto, ‘Good Life’ e ‘Secrets’ tornaram-se quase que hinos para toda uma geração que viu os OneRepublic crescer. Numa era um pouco distante da digitalização e da tecnologia fazer parte do nosso dia-a-dia. De facto, se houve algum ponto negativo deste espectáculo foi mesmo somente o número elevadíssimo de pessoas com o braço constantemente esticado a gravar todo um concerto que tinham à frente para desfrutar, importunando as poucas pessoas que queriam, de facto… ver o concerto. Para fechar a primeira parte do mesmo houve ‘Stop And Stare’, segundo single da banda e que, segundo Ryan Tedder, é “o tema mais importante da banda pois foi através dele que a banda voltou à Terra depois da explosão que foi o primeiro single, ‘Apologize’”. Juntos no palco secundário bem perto do público, houve tempo e espaço para um pouco de tudo. Primeiro para dois temas em acústico de “Native” (LP de 2013), ‘Life In Color’ e ‘Something I Neeed’. De seguida, para a distribuição de três bolas de futebol da selecção nacional autografadas pela banda – segundo Ryan Tedder, a ideia começou aquando da estadia da banda na Irlanda onde distribuíram, catastroficamente, globos de neve. Depois para a primeira de algumas declarações de amor-admiração de Tedder para Rosalía. E, por fim, para algumas histórias, nomeadamente a respeito de ‘Halo’, que embora seja um tem cantado por Beyoncé, é efectivamente creditado à própria e a Ryan Tedder. Nas palavras do próprio, “Beyoncé pediu-me uma música amorosa minimamente arrojada pois estava apaixonada peloJay-Z, então fui para casa e vi fotos sem fim do Jay-Z até sair algo mais ou menos assim”. E, embora o timbre de Tedder seja demasiado grave para atingir certas notas do tema, o facto é que houve todo um Pavilhão Atlântico a cantar um dos maiores temas de sempre da pop (dita moderna). De volta ao palco principal, a banda norte-americana presenteou o público não só com ‘Apologize’ mas igualmente com ‘Need Your Love’ – tema novo ainda não-lançado – logo de seguida. Seguiu-se ‘I Ain’t Worried’, tema de maior sucesso do último trabalho de originais da banda, talvez por ter sido igualmente single do filme “Top Gun: Maverick”, na certeza que o final estava perto. Antes do fim, houve um momento a la Ed Sheeran. Zach Filkins ficou sozinho em palco e entre a sua guitarra, teclado e loop station, deliciou toda a audiência sem excepção. ‘Counting Stars’, ‘Calling (Lose My Mind)’ e ‘Lose Myself’ (com Ryan Tedder envergando uma camisola da selecção nacional de futebol) fecharam uma actuação onde, apesar da presença excessiva dos telemóveis, houve uma simbiose-sinergia entre público e OneRepublic que dificilmente a banda norte-americana esquecerá. Os OneRepublic têm em Portugal o seu Oásis. Para fechar, uma nota-de-rodapé meio-que-óbvia. Se a banda ter subido a palco ao som de ‘Don’t Look Back In Anger’ e se o número de pandeiretas usadas ao longo do concerto não foram evidentes o suficiente, o facto de Ryan Tedder ter ficado sozinho em palco a cantar ‘Wonderwall’ dissipou todas as dúvidas sobre quem o inspira… Liam Gallagher… Oasis! Alinhamento: FEEL AGAINKIDSGOOD LIFERUNAWAYSINGAPORESECRETSRESCUE MERUNSTOP AND STAREARTIFICIAL PARADISE LIFE IN COLOR (acústico)SOMETHING I NEED (acústico)BLEEDING LOVE (acústico)HALO (acústico) LOSE SOMEBODYAPOLOGIZEI NEED YOUR LOVEI AIN’T WORRIEDSUNSHINELOVE RUNS OUTI LIVEDCOUNTING STARS I DON’T WANNA WAITCALLING (LOSE MY MIND)IF I LOSE MYSELF WONDERWALL (apenas Ryan em palco) Texto:Diogo Santos Fotos: Jorge Pereira

Larkin Poe Reavivam Rock e Blues em Noite Estonteante!

Apesar do regresso da banda das irmãs Lovell ter acontecido no bar do Coliseu dos Recreios e não na sala principal conforme anunciado, o que é facto é que isso até tornou a noite em algo mais autêntico e especial. Um ano após a sua estreia em solo português – no Palco Heineken por ocasião do XVI NOS Alive – as Larkin Poe regressaram, com o seu segundo trabalho – “Bloom” na bagagem. Com duas décadas de palco, o que é facto é que, infelizmente, as irmãs Lovell ainda são pouco conhecidas por estes palcos. Por isso, e certamente nada mais, a venda de bilhetes não superou as 500 unidades. No entanto, o que se viu em 90 minutos de espectáculo foi do mais alto nível – justificando a nomeação da banda para um Grammy na categoria de “Melhor Disco de Música Norte-americana”. A primeira parte do concerto foi precisamente uma celebração dessa mesma nomeação, apenas com músicas de “Bloom”. ‘Bluephoria’ – primeiro single desse mesmo trabalho e estreado o ano passado em Portugal – colocou os presentes a cantar em uníssono pela primeira vez na noite. Numa mistura-simbiose entre o rock e o blues catapultada pelo Electro-Liege de Megan Lovell (que é, basicamente, uma lap steel adaptada e personalizada pela própria), há que destacar a energia fosforescente que a coesão da banda gerou em cada um dos assistentes. Banda essa que foi fortemente elogiada por Rebecca Lovell no momento da suaapresentação: Lucas Pettee nos teclados, Tarka Layman no baixo e Ben Satterlee na bateria. Entre as novidades que a banda norte-americana trouxe não podia faltar o novo membro da banda, Jesse – o primeiro filho de Rebecca, de apenas três meses. Tal facto foi mencionado pela sua irmã, Megan, que assumiu admirar a bravura e a capacidade de Rebecca se desdobrar com sucesso. Mas houve direito a mais. Os presentes foram convidados a regressarem às origens das irmãs Lovell através de um set acústico de cortar a respiração de tão profundo e sublime que foi. Para a recta final estava guardada o ex-libris das provas de que a “música ao vivo consegue juntar as pessoas como mais nada consegue”, tal como proferido por Rebecca Lovell no início da actuação. ‘Pearls’ e ‘Bolt Cutters & The Family Name’ não deixaram ninguém indiferente, entre as guitarras eléctricas pujantes-vibrantes e os refrões cantadas a peito cheio por todos. Para o fim estava reservado ‘Bloom Again’, na certeza-promessa de que as Larkin Poe voltarão a Portugal. Pois, “no meio de mundo bastante sério e tecnológico, há que tirar tempo para um pouco de diversão” (segundo a vocalista) e banda norte-americana é o mote perfeito para tal. A porta fica aberta. ALINHAMENTO:NOWHERE FASTMOCKINGBIRDEASY LOVE ISUMMERTIME SUNSETBLUEPHORIAIF GOD IS A WOMANDEEP STAYS DOWN SOUTHERN CONFORT (acústico)LITTLE BIT (acústico)MAD AS A HATTER (acústico)DEVIL MUSIC (acústico) BAD SPELLPEARLSBolt Cutters & The Family Name BLOOM AGAIN Diogo Santos escreve ao abrigo do antigo Acordo Ortográfico.

“Escape To Europe” dos ONE REPUBLIC tem passagem por Lisboa.

Os OneRepublic anunciam a digressão “Escape to Europe”, com passagem na MEO Arena no dia 16 de novembro. A banda norte-americana contará com Ella Henderson na primeira parte do concerto, cujo single de estreia #1 no Reino Unido foi co-escrito pelo vocalista dos OneRepublic, Ryan Tedder. Este verão, os OneRepublic lançaram o seu sexto álbum de estúdio, Artificial Paradise, que inclui grandes êxitos como “RUNAWAY” e “I Ain’t Worried” (presente no filme Top Gun: Maverick e com mais de 3 mil milhões de streams). O álbum também inclui a mais recente colaboração com David Guetta, “I Don’t Wanna Wait,” que já acumulou quase mil milhões de streams desde o seu lançamento. Nomeados para os GRAMMY, os OneRepublic são Ryan Tedder (cantor/compositor e vocalista), os Zach Filkins (guitarrista), Drew Brown (guitarrista), Brian Willett (teclista), Brent Kutzle (baixista e violoncelista) e Eddie Fisher (baterista). A banda lançou seu álbum de estreia Dreaming Out Loud em 2007, que incluía o sucesso “Apologize”. Em 2009, lançaram Waking Up com os hits “All the Right Moves”, “Secrets” e “Good Life”. Em 2013, o álbum de platina Native trouxe o sucesso “Counting Stars”. Até hoje, acumulam mais de 5 bilhões de streams no Spotify. Em 2021, lançaram Human, com singles como “Someday” e “Rescue Me”. Em 2023, lançaram “Dear Santa” e “Runaway”, entre outros. Em colaboração com David Guetta, lançaram “I Don’t Wanna Wait”, além de “Fire” com Meduza e Leony para o UEFA Euro 2024.